terça-feira, 3 de agosto de 2010

ENTREVADO

Ando escrevendo demais sobre filmes. Sim, finalmente cheguei à esta conclusão mórbida.

Julho foi um mês ruim, de muita preguiça e pouca - nenhuma, para ser honesto - produção. E até o blog sofreu com isso.

O que fazer? Estou paralisado.

Paz e Bem!

A ILHA DO MEDO

As coisas são da forma que nós as vemos. Nosso olhar, nossa percepção, forma a realidade do dia a dia. Fora de nós, não existe mais nada.

Isso funciona à pampa se tudo estiver bem, mas, vamos supor, por um momento, que tudo o que existe ao redor de você, não passa de uma ilusão, de algo que você criou?

Um exemplo: você acorda todos os dias, faz uma cafuné no seu cachorro, ou em alguém, e vai trabalhar. Pelo caminho, você cruza com o porteiro do seu prédio, com o cara da padaria, com o motorista e o cobrador de ônibus.

Mas, nada disso é verdade. Na verdade, você está preso em uma instituição psiquiátrica, e todas essas pessoas a quem você atribui um papel são, na verdade, funcionários da instituição...

Esse é o tema central do filme A ilha do medo (Shutter Island), dirigido pelo veterano Martin Scorcese e estrelado por Leonardo DiCaprio. 


O filme gira em torno do agente federal interpretado por DiCaprio e seu parceiro, o sempre mediano Mark Rufallo (que se prepara para ser o novo Hulk nos cinemas). Ambos estão investigando o desaparecimento de uma paciente de um asilo psiquiátrico para criminosos insanos.

Aos poucos, toda a situação foge do controle, com terríveis consequências.
É um bom filme, daqueles que deixa você pensando depois. 

Paz e Bem!

domingo, 1 de agosto de 2010

UM SONHO POSSÍVEL

Ontem, assisti ao filme Um sonho possível (The Blind side, em seu título original), produção norte-americana de 2009, que deu à atriz Sandra Bullock a estatueta do Oscar de Melhor Atriz este ano.


Um sonho possível conta a história de Michael Oher, um rapaz negro do Texas, que é adotado por uma família rica de Memphis e recebe a oportunidade de estudar e praticar futebol americano, esporte no qual se destaca nacionalmente. 

Ou seja, é um filme àgua-com-açúcar, sobre a possibilidade de superarmos os piores desafios - no caso do filme, os demônios da pobreza, do abandono e do preconceito - armados de boa-vontade e de amigos e familiares.

Assisti ao filme por meio de uma indicação. Do contrário, provavelmente jamais o alugaria. Assim, obrigado, senhorita supercrente!

Mas, depois de ver um filme, pensei um pouco. Afinal, precisamos de histórias água-com açúcar? 

Sim, precisamos. Ou melhor, eu, pelo menos, preciso. Do contrário, provavelmente, meu mundo seria mais cinza e amargo do que já é, coisa que deve ser evitada a todo o custo.

Além disso, Um sonho possível é baseado em uma história real; ou seja, aconteceu mesmo. Uma família rica e branca, sem nenhuma necessidade de fazer isso, adotou um garoto negro e pobre e lhe deu todas as oportunidades para que ele se tornasse quem ele realmente era.
Não é isso o que, no fundo, no fundo, todos queremos?

Paz e Bem!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

OUTRAS IMPRESSÕES DE OUTRAS PESSOAS

Abaixo, transcrevo um comentário feito por Marco Santos, a quem não conheço, sobre A Estrada, que localizei na internet, em busca de fotos do filme. 

O texto faz parte do blog de Santos, chamado Bitaites - Para pequenos e médios intelectuais, e merece a transcrição, por tratar do tema que tentei abordar na última postagem, com muito mais eficiência do que qualquer dia eu seria capaz. 

O endereço do Bitaites é http://bitaites.org/

Paz e Bem!

Fantasmas de pó e cinzas

Há livros que nos conquistam definitivamente num único momento de leitura – esta parte de A Estrada, de Cormac McCarthy, aqui transcrita, é o momento em que as palavras de outra pessoa passam a ser também minhas, pois comovem-me de tal forma que parecem descrever episódios que eu vivi.
Foi a partir de um livro dele – No Country For Old Man – que os irmãos Cohen fizeram um dos grandes filmes dos últimos anos – desde aí estava mortinho por ler um livro deste autor. Calhou este.
E assim me deixo prender emocionalmente ao destino destes dois personagens sem nome – um pai e um filho, é o que basta para os conhecermos – arrastando-se num desespero esfomeado pelas estradas abandonadas de um mundo moribundo, cinzento, frio, um planeta América pós-apocalíptico onde o Sol não se mostra, as noites cegam, as árvores tombam como soldados esgotados numa parada, quase todos os animais desapareceram e os humanos procuram sobreviver recorrendo, em alguns casos, à escravidão e ao canibalismo.
Em nenhum momento do livro Cormac nos conta que tipo de evento ocorreu no planeta, como e porquê ocorreu.
Algumas descrições do cenário fizeram-me pensar nos efeitos de um Inverno Nuclear, uma expressão cunhada por Carl Sagan e Richard Turco, ou no que poderia acontecer à Humanidade se um grande calhau de pedra e gelo atingisse a Terra.
Suspeito – o mais provável é estar enganado – que certas imagens do 11 de Setembro, com pessoas caminhando como fantasmas de pó e cinzas por ruas devastadas de Nova Iorque, tenham tido influência na forma como Carmac descreve o Apocalipse em que se movem as duas personagens principais.
O que conta verdadeiramente neste romance é a relação entre pai e filho, agarrados à vida por estarem preocupados com a sobrevivência um do outro – é uma história de amor e crescimento e esperança e loucura, pungente, maravilhosamente bem escrita, tão bem escrita que nem precisa de travessões para os diálogos, comovente ao ponto de me provocar vários nós na garganta difíceis de desapertar, garanto-vos.
Tudo em redor dos dois definha irremediavelmente: a Natureza, a decência humana, as palavras que dão nomes a coisas que já não existem. Por fim, lê-se a determinada altura no livro, até a morte definhará, por falta de ocupação.
O mundo acabará, indiferente ao amor e a tudo o que mais prezamos na vida e em nós próprios, e a estrada que aqueles dois percorrem será também a nossa. Por fim, rompendo as trevas da consciência humana, vislumbramos no olhar do miúdo um raio de Sol – ele é o único que ainda procura distinguir o Bem e o Mal com a determinação com que procura matar a fome – e sem medo, mesmo que implique confrontar o próprio pai, que transgride para o proteger. Transgride por amor. Que belo livro.

A ESTRADA: OUTRAS IMPRESSÕES

Tenho essa mania de assistir a um mesmo filme várias vezes. De vez em quando, eu compro alguns filmes; outros, eu simplesmente consigo uma cópia. Ao longo dos anos, esse hábito me ajudou a forma uma razoável filmoteca, ou seja, uma coleção de filmes, que vão do Homem-Aranha à Gaviões e Passarinhos.

Ontem, mais uma vez, assiti ao filme A Estrada (The Road), que já foi tema de uma postagem anterior. Muito bem; nesse caso, porque se justifica um segundo texto a respeito?


Basicamente, porque, ontem, eu assisti ao filme acompanhado. E a companhia me ajudou a perceber algumas coisas que eu não tinha notado da primeira vez.

Uma segunda olhada em A Estrada, e o debate subsequente a respeito, enquanto eu e minha companheira íamos até a pizzaria, me mostraram que o filme - que trata basicamente da luta de um pai e seu filho para tentarem sobreviver em um futuro apocalíptico, no qual a civilização entrou em colapso depois de alguma espécie de evento natural - não é assim tão cinza. 

É claro que o filme tem momentos tristes. Afinal, os dois estão atravessando um mundo devastado, onde não há comida suficiente e o frio impera. 

Apesar disso, no fundo, no fundo, A Estrada mostra uma relação entre pai e filho daquelas que vemos apenas nos filmes antigos.  Aqui, a única razão para o pai continuar a viver em um mundo onde tudo perdeu o sentido é a de proteger o seu filho a todo custo. 


É fácil de notar que, em todos os momentos em que o pai encontra algum tipo de alimento pelo caminho - ou mesmo uma simples lata de Coca-Cola - sua primeira atitude é a de oferecer ao menino.

Atualmente, não estamos mais acostumados a ver esse tipo de relação entre pai e filho. Estamos mais habituados a ver famílias disfuncionais em filmes e na telvisão, porque esse tipo de família - onde as pessoas não se falam, ou, quando falam, apenas discutem - espelham melhor as relações familiares que vemos por aí. 

A arte imita a vida, certo? Certo, eu concordo. E acho muito bom que ela faça isso. Do contrário, veríamos apenas contos de fada. Ou filmes de horror abomináveis.
Por outro lado, é bom ser lembrado de como as coisas poderiam ser. E, quanto à relação familiar, A Estrada mostra um pouco de nostalgia, ou seja, saudade de algo que não se tem mais.

Paz e Bem!

terça-feira, 27 de julho de 2010

DO UOL NOTÍCIAS: TORTURA NO BRASIL

Autoridades ainda resistem a condenar tortura no Brasil, diz relatório

Daniella Jinkings
Da Agência Brasil

O Relatório sobre Tortura: uma Experiência de Monitoramento dos Locais de Detenção para Prevenção da Tortura, elaborado pela Pastoral Carcerária, mostra que juízes e promotores ainda resistem a combater esse tipo de prática no Brasil. De acordo com o documento, as denúncias dos presos raramente são levadas a sério. A Agência Brasil teve acesso à integra do relatório, que será divulgado na próxima segunda-feira (2).
“Fica patente que as autoridades competentes para investigar, processar e condenar os torturadores – juízes, delegados de polícia e promotores de Justiça – geralmente têm pouca ou quase nenhuma motivação para fazer cumprir a lei e as obrigações assumidas pelo Estado brasileiro de debelar e prevenir a tortura”, diz o documento.

De acordo com o assessor jurídico da Pastoral Carcerária, José de Jesus Filho, a entidade denunciou 211 casos de tortura entre 1997 e 2009. Porém, a maioria dos torturadores não sofreu punições. “Os juízes e promotores acham que estão enfraquecendo a autoridade pública. O que o criminoso diz é sempre mentira. Em vez de julgar com isenção, eles preferem julgar a favor do agente público”, disse.
Para José de Jesus Filho, o sistema prisional passa por um momento crítico. “Há uma tensão entre agentes públicos que ainda carregam a tradição ditatorial e praticam a tortura e aqueles que querem mudar isso e se colocam contra esse tratamento cruel”, afirmou o assessor jurídico, que coordenou a elaboração do relatório.
O documento contém um trecho da pesquisa da coordenadora-geral da Ação dos Cristãos para Abolição da Tortura (Acat-Brasil), Maria Gorete de Jesus. A entidade analisou 51 processos criminais de tortura na cidade de São Paulo, no período de 2000 a 2004. Dos 203 réus, 127 foram absolvidos, 33 foram condenados por tortura e 21 por outros crimes (lesão corporal ou maus-tratos).
“O que significa dizer que apenas 18% foram condenados e 70% foram absolvidos. Dos 203 réus, 181 eram agentes do Estado acusados de crime de tortura. Entre os 12 civis acusados, a metade foi condenada”, afirma o relatório.
Segundo o documento, nos casos de tortura envolvendo agentes do Estado, a produção de provas é frágil e o corporativismo policial interfere diretamente na apuração das denúncias. Além disso, o governo raramente coloca em prática os mecanismos internacionais contra tortura ratificados pelo Brasil.
“Nas sentenças é comum encontrar questionamentos quanto às lesões constatadas na vítima, colocando em dúvida não somente a palavra da pessoa agredida, mas também a autoria do crime. Chega-se ao ponto de dizer que a própria vítima teria sido responsável pelos ferimentos”, diz o texto.
A Pastoral Carcerária registrou casos de tortura em 20 Estados brasileiros, sendo o maior número de casos em São Paulo (71), no Maranhão (30), em Goiás (25) e no Rio Grande do Norte (12). De acordo com o coordenador nacional da Pastoral Carcerária, padre Valdir João Silveira, em alguns estados, as equipes ainda não estão treinadas para fazer o levantamento de dados e o acompanhamento dos casos.
“[Os dados] foram levantados por agentes da Pastoral Carcerária, pessoas que semanalmente vão aos presídios para evangelizar e catequizar, mas, perante a violência nos presídios, buscam também o direito das pessoas que estão aprisionadas, que o Estado está tratando com tortura e maus-tratos.”

Pastoral Carcerária quer pressionar governo a implementar convenção da ONU contra tortura

Daniella Jinkings
Da Agência Brasil

A Pastoral Carcerária quer pressionar o governo a implementar o mecanismo nacional de combate à tortura previsto na Convenção da Organização das Nações Unidas para Prevenção da Tortura, afirmou o coordenador da entidade ligada à Igreja Católica, padre Valdir João Silveira. A entidade elaborou o Relatório sobre Tortura: uma Experiência de Monitoramento dos Locais de Detenção para Prevenção da Tortura, que será lançado na próxima segunda-feira (2).
O documento mostra que juízes e promotores ainda resistem a combater esse tipo de prática no Brasil. “[O relatório] É um argumento muito forte para ajudar na implementação desse protocolo. Faltam mais ações, precisamos pressionar um pouco para que isso [a tortura] não venha a acontecer nos Estados brasileiros”, disse o coordenador.
Um dos objetivos da convenção da ONU, ratificada pelo Brasil em 2007, é o monitoramento dos locais de privação de liberdade, sejam públicos ou privados. O mecanismo preventivo nacional deveria ser criado ainda em 2007. Mas, depois de três anos, o anteprojeto ainda não foi encaminhado ao Congresso Nacional.
Entre 1997 e 2009, a Pastoral Carcerária denunciou 211 casos de tortura. “É impossível descobrir o número exato de torturas, porque essa prática ocorre onde só há o torturador e o torturado. Por isso, a presença constante de um organismo externo é fundamental”, disse o assessor jurídico da entidade, José de Jesus Filho.
As denúncias de tortura são feitas por presos, parentes e até mesmo pelos próprios agentes penitenciários. “Muitas vezes, os agentes têm medo, porque, quando denunciam, são vítimas de retaliações”, afirmou José de Jesus Filho.
A Pastoral Carcerária atua em todos os Estados brasileiros. Equipes fazem visitas periódicas às penitenciárias para evangelizar detentos. As denúncias de tortura apuradas pela entidade são repassadas para um advogado, que, após fazer entrevistas detalhadas com as vítimas, leva o caso ao Ministério Público.
Segundo o relatório da pastoral, que apresenta dados coletados em 20 Estados, há tortura no interior de delegacias ou carceragens, praticada por integrantes da Polícia Civil. Geralmente, os casos que envolvem policiais militares ocorrem na rua, em residências ou estabelecimentos privados, para obter informação e castigar. “Os crimes em estabelecimentos penitenciários são menos acessíveis, geralmente ocorrem depois de conflitos com agentes penitenciários”, diz o texto.
Para José de Jesus Filho, a prática de tortura no país pode ser extinta por meio de ações coordenadas entre a sociedade e o governo, como o combate à corrupção policial e a punição de torturadores. “Outra medida é a presença de juízes e promotores em unidades carcerárias e delegacias. Além disso, temos de possibilitar uma formação humanística dos agentes penitenciários.”
O relatório será apresentado na Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo, na próxima segunda-feira, às 15h. Durante o evento, haverá debates sobre o sistema prisional e a tortura no Brasil.

sábado, 24 de julho de 2010

QUANDO EU QUERIA SER UM SUPER-HERÓI

Quero ter compromisso com algo.

Quando eu era mais jovem, como todo romântico incurável, eu percebia as coisas erradas no mundo - pobreza, crimes e violência - e sonhava poder mudar tudo isso.

Sim, crescido em meio a histórias em quadrinhos e filmes, eu sonhava em ser um herói.

Aos 18, 19 anos, talvez, abraçei o ideal socialista. Militei em partidos políticos, escrevi e falei. Dei porrada e tomei porrada.

Hoje, vejo poucas chances de se mudar o mundo por meio da política. Sou quase anarquista; ou algo parecido, talvez.

Aos poucos, e cada vez mais, perco as esperanças de poder mudar o mundo algum dia. Fico paralisado diante das enormes dificuldades que enfrento em mudar a mim mesmo.

E, segundo Gandhi, um dos meus heróis pessoais, para se mudar o mundo, deve-se começar a mudança por si mesmo.

Sei o quanto isso é difícil. Sei o quanto velhos hábitos, costumes e formas de pensar lutam com unhas e dentes para tentar sobreviver.

Quase todos os dias, eu caio. Quase todos os dias, eu me levanto. Ás vezes, mas nem sempre, pouco arranhado. Nas outras, me ergo mancando.

Sei que nunca vou ser super-herói. Mas me contentaria muito em ser simplesmente um homem. 
Só isso, esse imenso pequeno passo, já me deicaria feliz e satisfeito.

Supimpinha. Serelepe.

Paz e Bem!

CANSADO DE SILÊNCIOS

Ando escrevendo pouco aqui neste blog, eu sei. Julho foi um mês de inverno pouco frio, trabalho estressante e  pouca inspiração.

Acredito que as coisas devem mudar em breve; talvez, ficar mais interessantes.

Ando cansado de silêncios e palavras não-ditas.

Paz e Bem!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

QUE O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE PESSOAS SAIBA 

Carlos Bregantim

Saibam do que?

...Do Evangelho que é a boa noticia de Deus aos homens e mulheres deste tempo.

...De Jesus de Nazaré que é o próprio Evangelho. A Palavra encarnada.

...Que Deus em Cristo se reconciliou com toda humanidade e esta é a boa noticia do Eterno aos homens.

...Que há um movimento na terra hoje chamado Caminho da Graça que se identifica com outros movimentos que apenas anunciam Jesus com simplicidade.

...Que é possível ser simples e comprometido com a essência do Evangelho, pois, simples é o Evangelho.

...Que homens e mulheres sem nenhuma acepção podem se reunir, se encontrar e festejarem a fé uns com os outros e assim servirem a Deus e aos homens.

...Que estes encontros podem ser simples, leves, informais, bem humorados, ao mesmo tempo, responsáveis e comprometidos com os valores do Reino.

...Que nestes encontros e em todos encontros como Caminho da Graça, todos os dons são exercitados e distribuídos segundo o que o Espírito Santo lhe aprouver.

...Que oramos e nos repartimos uns com os outros de modo que se materialize os resultados do exercício da fé, isto é, curas, livramentos, solidariedade, compaixão, salvação, suprimentos de necessidades, e tudo o que tem a ver com um encontro entre seguidores de Jesus.

Que o maior numero possível de pessoas saibam

Que chegou a hora de ser livre e fazer valer esta liberdade conquistada por Cristo na Cruz em nosso favor.

Que não estamos, e ninguém precisa estar, debaixo de qualquer outra autoridade que não seja a autoridade de Cristo sobre nossas vidas.

Para que seja assim, podemos usar todos os recursos disponíveis. Todos mesmo.

Podemos contribuir para que, o que já está sendo feito, chegue ao MAIOR NUMERO POSSÍVEL DE PESSOAS.

Podemos fazer isto juntos e isolados, mas, podemos fazer e penso que devemos fazer.

Não que estejamos deflagrando algum tipo de plano expansionista, não, mas, estou convicto e isto faço, QUERO QUE O MAIOR NUMERO POSSÍVEL DE PESSOAS SAIBAM que há um Caminho que se identifica com O CAMINHO que tem um Nome Jesus o Cristo.

No que depender de mim, tudo farei para que MUITOS SAIBAM que o Evangelho é a ação de graça da parte do Eterno para com toda a humanidade e, TODOS PODEM BEBER DESTA FONTE INESGOTÁVEL.

Com gratidão por ter sido convidado para esta hora e por estar ao lado de tantos que conheci dos quais eu não abro mão.
Beijos reverentes.

Carlos Bregantim

ATUALIZAÇÃO: FILMES RAROS

Acabo de adicionar à lista de links Eles fazem a minha cabeça, o website Filmes Raros, que oferece uma série de filmes fora de catálogo para colecionadores e professores.

O endereço é: http://filmesraros.com/loja/

Mesmo que você, leitor, ou leitora, acanhado ou desaforado, mesmo, não compre nenhum filme, vale a pena como fonte de pesquisa. 

Recomendo uma olhada.

Paz e Bem!