quarta-feira, 16 de junho de 2010

O-BA-LA-BIM-BOM

Bateu aquela enorme vontade de escrever; sobre algo, sobre alguém. Sobre qualquer coisa.

Infelizmente, não tenho nenhuma idéia (isso mesmo, caro leitor; ainda não assimilei totalmente a nova ortografia da língua portuguesa!) brilhante e, por isso, acabo anotando essas pobres linhas um tanto quanto desconexas.

Porque, simplesmente, não dá pra se ficar em silêncio. O silêncio mata; o silêncio separa. E o silêncio, por mais que eu ame praias e trilhas desertas, cansa...

Eu amo um monte de coisas. Risada de nenê, os olhos do meu cachorro quando eu brinco com ele, o sol & a lua. Eu amo uma boa refeição, um domingo de sol e o vento no rosto e nos cabelos.

Eu amo algumas canções, que me lembram de como se deve gostar de alguém. Amo algumas palavras susssurradas ao pé do ouvido ou trocas de olhares em noites claras.

Eu amo abraços dados quando se achava que simplesmente não haveria mais ninguém a se abraçar. 

Eu amo lembranças do que já foi e memórias do que deveria ter sido. Aos poucos, aprendo, também a amar o que virá a ser. 

Tenho paciência. Aparentemente, tenho tempo também.

Mas, é claro que eu posso estar enganado. Esta não seria a primeira vez, certo?

Paz e Bem!

EM UMA ILHA NÃO TÃO DESERTA...

Dessa vez, Lost me pegou...  Agora, assistindo à segunda temporada da série, fico surpreso de não ter gostado da primeira, quando a vi.

Não é algo que vai mudar a forma como eu vejo a vida ou o mundo, mas ajuda a passar uma parte da noite, até que o sono chegue, junto com a vontade de me esconder debaixo do edredom.

Mas, afinal, quem são "Os outros"?

Paz e Bem!

DEPOIS DO JOGO

Ontem, assisti o jogo da seleção brasileira contra o time da Coréia do Norte junto com um bom amigo, aqui em casa. Comemos pipoca e bebemos algumas Serras Maltes para acompanhar.

Após o jogo, meu amigo foi para casa e eu fui trabalhar.

Não vou mentir. Eu não entendo patavina de futebol; e, na verdade, nem sou muito chegado. Costumo me definir como "santista" por duas razões: é o time da minha cidade; e porque cresci ao lado do estádio da Vila Belmiro.

Mesmo sem entender nada sobre futebol, achei o jogo bem chato. 

Pelo que eu me lembrava da minha infância, o objetivo do futebol é marcar gols no time adversário, mas acho que as coisas mudaram, pois o time brasileiro só tentou fazer isso no segundo tempo.

Mas achei sensacional o gol do jogador norte-coreano, aquele que fechou o placar em 2 a 1. O homem driblou dois ou três dos brasileiros para depois cravar a bola na rede.
Foi o grande momento do jogo para mim, eu admito.

Após a partida, fui trabalhar. Caminhei até o ponto de ônibus mais próximo e fui para a escola. Fiquei impressionado com a cara das pessoas nas ruas; com o jeito dos outros passageiros no coletivo.

Caras amarradas, do tipo que se encontra no final de uma tarde de domingo. 

Infelizmente, as pessoas esperavam mais da seleção brasileira. Não sei se esse querer veio da mídia, que bombardeava o tempo todo que o time brasileiro ia estrear na copa com uma goleada, ou se houve outro motivo para isso, para todos aqueles rostos decepcionados.

No ônibus, completo silêncio. Ninguém falava sobre o jogo; ninguém comentava nada. 

Simplesmente, seguimos todos em silêncio, a cada um dos nossos destinos individuais.

Nas ruas e em todos os lugares, muitas pessoas usavam peças de roupa nas cores verde e amarelo, mas não vi muitos rostos alegres. Os bares ao redor do meu trabalho estavam quase vazios. Alguns, estavam até mesmo bem silenciosos.

Sim, a seleção ganhou o jogo. Mas perdeu os torcedores. 

Paz e Bem!

terça-feira, 15 de junho de 2010

DO UOL NOTÍCIAS: REFUGIADOS

Brasil acolhe mais de 4.200 refugiados de 74 nacionalidades, diz relatório da ONU

Refugiados urbanos já 
representam a metade dos casos assistidos pelo Acnur, veja as fotos

O Brasil tem hoje 4.294 refugiados de 74 nacionalidades, segundo os números divulgados nesta terça-feira (15) em Brasília pelo Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), vinculado ao Ministério da Justiça. Ao lado do Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), o órgão anunciou os números mais recentes sobre a situação do refúgio no Brasil e no mundo.
De acordo com o levantamento, entre os que se refugiaram no Brasil estão 39,3% que fugiram da Angola, o equivalente a 1.688 pessoas; 13,7% vieram da Colômbia (589); 9,8% da República Democrática do Congo (420); 6,03% da Libéria (259); além de 4,63 % do Iraque (199).

O que é refugiado?

Pessoas que fugiram do seu país cruzando uma fronteira internacional devido a fundado temor de perseguição por razões de raça, religião, nacionalidade, participação em grupos sociais ou opinião política, encontra-se fora do seu país de origem e não tem condições (ou não deseja) retornar à proteção daquele país
De acordo com as estatísticas nacionais atualizadas em junho deste ano, dos 4.294 refugiados, 3.895 obtiveram o abrigo em solo brasileiro por vias tradicionais e 399 se refugiaram no Brasil depois de tentar refúgio em, pelo menos, outro país. Por isso, esses entram na lista como reassentados.

Por vias tradicionais, entende-se por ganhar a proteção do governo brasileiro, segundo a Lei 9.474 de 1997, as seguintes situações: perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas e, por isso, encontra-se fora de seu país de nacionalidade e não possa ou não queira acolher-se à proteção de tal país e devido à grave e generalizada violação de direitos humanos que o obrigou a deixar seu país de onde nasceu para buscar refúgio em outro.

Nº de refugiados aumenta em 2009

Ainda segundo o relatório, 43,3 milhões pessoas em todo o mundo foram forçadas a se deslocar por causa de conflitos e perseguições até o final de 2009. Destas, apenas 251 mil retornaram para casa em 2009 – o menor número desde 1990.

Um de cada quatro refugiados no mundo procede do Afeganistão

Dos 15 milhões de pessoas no mundo reconhecidas como refugiados, 10,4 milhões estão sob os cuidados da Acnur, principalmente iraquianos e afegãos. "Um de cada quatro refugiados no mundo procede do Afeganistão (2,9 milhões) e estão localizados em 71 países, enquanto os iraquianos constituem o segundo grupo, com 1,8 milhão que buscaram proteção e refúgio em países vizinhos", assinala o relatório da ONU. O relatório ressalta ainda que os países em desenvolvimento abrigam em grande maioria (80%) dos refugiados, desmentindo mais uma vez "a noção que estão inundando as nações industrializadas".
Segundo o relatório Tendências Globais 2009, divulgado hoje mundialmente pelo Acnur, nos últimos dez anos, os retornos voluntários alcançavam a marca de cerca de um milhão por ano.
Um terço do total de refugiados no mundo corresponde aos palestinos que fogem dos ataques contínuos com israelenses --analisados pela UNRWA (sigla em inglês de United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees - agência da ONU que se dedica exclusivamente a estes casos). Outros dois terços ficam sob os cuidados do Acnur.
Devido a conflitos internos sem previsão de término em países como República Democrática do Congo, Paquistão e Somália, a África do Sul é o hoje o principal destino de solicitantes de refúgio no mundo – foram cerca de 220 mil novos pedidos no ano passado.
Na América, o país que mais recebe refugiados são os Estados Unidos onde, na última década, mais de 600 mil refugiados se naturalizaram norte-americanos.
O levantamento aponta ainda que os principais grupos de refugiados reassentados em 2009 vieram de Myanmar (24,8 mil), Iraque (23 mil), Butão (17,5 mil), Somália (5.500), Eritréia (2.500) e Congo (2.500).
Na avaliação do Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, a maioria dos refugiados do mundo tem vivido no exílio há cinco anos ou mais. “Inevitavelmente, esta proporção crescerá, uma vez que menos refugiados têm condições de retornar para casa”, afirma.

Apátridas

Apesar de o número oficial de apátridas (sem nacionalidade) ser de 6,6 milhões de pessoas, O Acnur trabalha com um número maior de pessoas nessa situação, de 12 milhões de pessoas nessa situação.
 

domingo, 13 de junho de 2010

VONTADE DE SER EREMITA

E então, eu me decepcionei. De novo. 

Na maior parte das vezes, todos os dias, eu tenho vontade de ter a coragem suficiente para morar em uma cabana no meio do mato. Eu plantaria a minha própria comida e a prepararia. 

Viveria sem telefone, celular, fogão & geladeira, internet e TV a cabo.

E, o melhor de bom, não teria mais que me cruzar com gente, falar besteirinhas inocentes ou comentar sobre o tempo e o trânsito no elevador.

Essa seria uma boa vida.

Mas não tenho a coragem e o apetite necessários para tal esforço. Eu provavelmente sentiria falta do History Channel e de um monte de outras coisas.

Sentiria falta dos amigos - aqueles poucos amigos de verdade - e de outras pessoas também, apesar da minha fama de durão.

Mas, eu não sou tão durão assim. E me decepciono.

Mas, como diria o meu pastor, só se decepciona quem espera alguma coisa de alguém, certo? Então, o segredo é não esperar nada de ninguém, certo?

Ah, mas como é difícil isso...!

Paz e Bem!
A RECEITA DE CURA DE ISAÍAS!

Isaías 58 nos diz que o que cura é o amor.
Não adianta ora, jejuar, se humilhar, odiar com devoção piedosa o inimigo, dedicar-se aos cultos de vigília e combate, ou qualquer outra coisa, pois, sem amor, nada terá proveito; posto que sem amor toda existência se torne doença.
O cenário que Isaías divisava era caótico.
Um povo que vivia cheio de crenças e nenhuma fé.
Além disso, era um povo que se acostumara a usar a crença como macumba para soluções de problemas.
Oravam por contenda e para buscar diante de Deus alguma vantagem sobre o próximo em qualquer coisa ou área da vida.
Por isto, diz o profeta, eles secaram.
Oravam e não eram respondidos.
Jejuavam e apenas emagreciam...
Buscavam vantagens, mas tornavam-se estéreis como um deserto.
Suas obras viravam ruínas em seus próprios dias...
Enquanto isto, eles, em sua insegurança, buscavam exercer controle e poder sobre os outros.
Por isto, prendiam, escravizavam, amarravam ao próximo ou o algemavam com cadeias de dependência ou de manipulação.
Então, vem Deus e diz:
Se vocês pararem de orar a oração do ódio, da contenda e da disputa, e se ao invés disso dedicarem-se a soltar as ligaduras da impiedade e a quebrarem toda dependência que vocês criaram ou que venham a encontrar posta sobre o próximo; e se vocês ao invés de se vingarem, tratarem o inimigo com bondade; e se abrirem a própria alma confessando fraqueza com os fracos, e se não fugirem do encontro com o próximo, o semelhante — então, Eu digo: Eu estarei com vocês de tal modo que serei glória nas costas de vocês e luz adiante de vocês; e serei Aquele que nem mesmo os deixará pedir ou clamar, pois, antes que o façam Eu já terei respondido; e antes que gritem..., Eu mesmo me adiantarei e direi: Ei! Eu estou aqui!
E mais:
Deus diz: Quando vocês começarem a curar o próximo e as relações de vocês com a vida, Eu mesmo curarei as doenças de vocês.
Desse modo, diz o Senhor:
Quem quer ser curado, ame; pois, quem cuidar das coisas do amor, esquecendo-se de si mesmo, esse será curado no caminho, enquanto liberta e cura outros.
Esta é a verdade do Evangelho de Deus para mim e para você!

Nele, que nos cura pelo exercício do amor,

Caio

ACHADOS E PERDIDOS

Hoje, depois de um bom tempo evitando e dando voltas por aí, resolvi assistir a série de TV Lost.
Na verdade, esta não e a minha primeira tentativa. Anos atrás, passei alguns dias com uma pessoa, assistindo a primeira temporada de série inteira.

E, hoje, eu resolvi assistir de novo. Para isso, aluguei o capítulo final da primeira temporada e dois DVDs da segunda temporada. 

Todo mundo conhece a premissa inicial de Lost: um bando de pessoas, passageiros de um vôo, sobrevivem a um acidente de avião, para se encontrarem em uma ilha pra lá de misteriosa. 
E, então, passam a fazer tudo o possível para conseguirem sobreviver.

Nos próximos dias, talvez, eu resolva escrever mais sobre isso, na medida em que eu for conhecendo a ilha um pouco melhor.

Paz e Bem!

COMO SE EU FOSSE FLOR, VOCÊ ME CHEIRA

Eu conheço um homem que foi viciado em drogas por vários anos. Hoje, há cerca de um ano, ele está limpo. Esta postagem é uma forma de escrever sobre o tema - o nosso principal problema de saúde pública no momento - e também de celebrar sua vitória.
Não fornecerei detalhes sobre sua identidade, uma vez que não estou autorizado a isso. Apesar disso, fornecerei todos os detalhes que são realmente necessários.

O vício em drogas é uma doença, adquirida pelo uso contínuo de alteradores de consciência, sejam eles quais forem. Cada viciado tem sua droga de escolha. No caso do homem que conheço, era a cocaína.

A doença tem alguns sintomas comuns a todos: progressiva perda de interesse por tudo o que não seja a droga (ou relacionada a seu uso ou a formas de conseguí-la) e a decadência mental e física. 

A pessoa sobre quem escrevo iniciou o uso há pouco mais de dez anos. No período, ele experimentou ácido, cocaína, maconha, crack, lança-perfume e álcool. 

Mas a sua droga de preferência era a cocaína.

A compra era feita por duas formas principais: um traficante que fornecia a droga aos seus clientes por meio de entregas; e a visita a pontos de venda em vários pontos de São Paulo.   

No começo, o uso era social, mas, com o tempo, a pessoa sobre quem escrevo decidiu que era melhor usar a droga em casa, já que as quantidades consumidas eram cada vez maiores.

O uso de drogas lhe custou amizades, a perda de empregos e, obviamente, dinheiro. 

Há cerca de um ano e meio, com o rompimento de um relacionamento amoroso, ele decidiu parar. Como o seu uso de drogas não era público, e ele não queria que a sua família soubesse disso, a opção por se internar em uma clínica de desintoxicação não era viável.

Assim, ele decidiu cortar a seco. Simplesmente interrompeu o uso.
No primeiro mês, ajudado por um amigo, ele utilizou um medicamento para ajudar a  suportar a abstinência. O uso do remédio foi suspendido ao final deste mês.

Como em todos os casos, os primeiros meses de abstinência (total, uma vez que ele não passou a usar outras drogas) foram os piores; como em todos os casos, aconteceram recaídas.

Com o tempo, o auto-controle voltou e as recaídas pararam, por serem desnecessárias. Hoje, a droga - e nem mesmo a vontade de usar - fazem mais parte de sua vida. 

Infelizmente, apenas parar de usar não é suficiente. Com o tempo limpa, a pessoa normalmente percebe que a sua vida está bagunçada e ela começa a fazer as coisas funcionarem novamente.

Segundo esta pessoa que conheço, dar início à reconstrução da  vida é a melhor parte do processo de recuperação. E ela é permanente, uma vez que se pára de usar drogas.

A droga é um problema de saúde pública hoje. Infelizmente, as autoridades ainda o tratam como uma questão policial. Ou seja, basta apenas prender traficantes e diminuir a quantidade de droga disponível no mercado. Isto, em um mundo ideal. No nosso mundo, que não é ideal, policiais são responsáveis pelo tráfico de drogas. 

A droga - e as pessoas que as vendem - estão apenas satisfazendo uma necessidade. Enquanto as autoridades não perceberem isso, e não partirem dessa premissa para lidar com o problema, a doença seguirá se alastrando.

Hoje, por exemplo, jornais e revistas noticiam que o crack - droga obtida a partir da produção e refino de cocaína - antes consumida apenas por pessoas pobres, é uma das drogas favoritas da classe média.

Isso mostra que o problema está se alastrando.

Soluções como prisões e a criação de clínicas de desintoxicação e grupos de auto-ajuda, como os Narcóticos Anônimos, por exemplo, não resolverão o problema, uma vez que eles atingem apenas o viciado em seus últimos estágios. 

Ou seja, essas soluções atingem apenas o final da equação. 

Ainda assim, Paz e Bem!

sábado, 12 de junho de 2010

I LOVE REGGAE!

Eu amo reggae music!

Hoje, eu comprei um CD em uma loja aqui perto de casa, na Avenida Lins de Vasconcelos. Sim, lojas de CDs são raridades, dinossauros à beira da extinção, mas...


Bom, o CD em questão, The best of Jamaica, é uma seleção de 21 canções de reggae das antigas, com direito a UB40, Shaggy e Pato Banton.
Você se lembra desse povo? 

Eu não me lembrava e tive uma grata surpresa, ao ver que conhecia a maioria das músicas, mesmo sem saber seus nomes.

Apenas um registro de uma pequena alegria, paciente leitor, ou leitora.

Paz e Bem!

ZONA 13 & TRANSMETROPOLITAN

Uma leitora - ou leitor, apesar dessa possibilidade ser cada vez mais remota hoje -  deste blog, que, infelizmente, insiste em seu anonimato, fez um baita elogio: segundo essa pessoa, o que escrevi sobre a HQ Transmetropolitan trouxe à sua memória um conto que escrevi anos atrás, intitulado Zona 13.

Depois de ler o comentário, eu pensei um pouco. Não consegui encontrar semelhanças... Mas, depois, ao parar de tentar adivinhar quem seria essa pessoa, eu pensei um pouco melhor e, realmente encontrei alguns pontos em comum.
Vamos a eles, então...

Tanto a personagem do meu conto, um traficante de armas do século XXIV, como o jornalista de Transmetropolitan decidiram se isolar do mundo. O jornalista foi morar na montanha. O meu amigo, se isolou em uma câmara de animação suspensa. 

Ambos são forçados a voltar. Jerusálem, por um contrato. O meu, porque está morrendo.

Para ambos, o mundo parece sujo, agressivo e absurdamente violento. No conto que escrevi, no futuro, não existem mais países, mas zonas comerciais controlados por grandes conglomerados empresariais.

Não somos cidadãos; somos consumidores.
Existem outros traços paralelos que podem ser estabelecidos entre os dois trabalhos, mas vou ficar por aqui, por enquanto. 

Agradeço a comparação. Seja você quem for, de todo o coração.

Paz e Bem!