sexta-feira, 4 de junho de 2010

DO UOL NOTÍCIAS: EVANGELIZAÇÃO NA COPA

Missão com 200 voluntários vai à Copa para "evangelizar" africanos e coreanos


“Conexão África”. Este é o nome da missão formada por 200 voluntários, de diferentes igrejas, que embarca nesta sexta-feira para Johanesburgo com o objetivo de “evangelizar” africanos, brasileiros e coreanos, entre outros que cruzarem pelo seu caminho. O grupo espera, também, um contato com os jogadores da seleção brasileira que abraçam a fé evangélica.
O líder da missão, ex-jogador de handebol Marcos Grava, já está na África do Sul. “Ainda não estabelecemos uma meta, mas nosso objetivo é evangelizar o maior número de pessoas possível”, explica Nelson Cortes dos Santos, diácono da Igreja Batista de Guianases, em São Paulo. Segundo ele, há integrantes de diferentes igrejas evangélicas na missão – além da Batista, Renascer (a mesmo do jogador Kaká), Universal e Presbiteriana, entre outras.
A exibição de mensagens religiosas está proibida pela Fifa em suas áreas, inclusive dentro dos campos. A medida foi tomada depois da Copa das Confederações, em 2009, em resposta à comemoração de alguns jogadores da seleção brasileira, que exibiram camisas com este teor ao final da última partida.
Nelson Cortes dos Santos organizava, na tarde desta sexta-feira, no aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos, o grupo de 200 voluntários que embarcaria para Johanesburgo, com escala em Madri. Há 14 pastores no grupo e tradutores especializados em inglês, francês, espanhol e, até, coreano. A missão espera abordar torcedores da seleção que enfrentará o Brasil em seu primeiro jogo na Copa.
Ao chegar em Johanesburgo, o grupo passará por cinco dias de treinamento, a respeito de segurança e cultura local. Estão previstas atividades de rua com idosos, crianças e eventos artísticos.
A viagem é fruto da ação de três grupos evangélicos, a Coalizão Brasileira dos Ministérios Esportivos, a Junta de Missões Mundiais e a Faculdade Batista de Teologia. Os voluntários que embarcam nesta sexta-feira vestiam agasalhos esportivos com as cores da seleção brasileira, em verde e amarelo.

FORÉVIS?!

Meu passado me condena, como diria o Mussum, dos Trapalhões.

Como todo mundo, inclusive você, leitor ou leitora, tenho amigos das antigas e tenho novos amigos.

No meu caso, por exemplo, fiz vários amigos na comunidade cristã que frequento, o Caminho da Graça. Aqui, neste blog, já escrevi sobre alguns deles, às vezes, usando os seus nomes, mas nem sempre.


Também tenho novos amigos feitos na ESP, onde estudei Sociologia anos atrás. E também já falei sobre alguns deles, em alguns momentos. 

Tenho um amigo, o Espuma, velho conhecido da ESP - fizemos os dois primeiros semestres do curso juntos no distante ano de 2001 - que não acredita que eu frequento o Caminho da Graça.

Não. Ele não acredita que me tornei cristão. Logo eu!

Bom, eu me defino como "quase evangélico" ou "cristão light". Isso significa que ainda bebo, ainda fumo  - algo no que ainda estou trabalhando - e não carrego uma Bílbia debaixo do braço, a não ser aos domingos à noite, quando vou ao Caminho.

Mas fico feliz com sua honestidade e também por ele não me ver como o estereótipo clássico de "crente". Afinal, na minha cabeça, o estereótipo de "crente" é uma péssima imagem. 

Mas estou interessado na questão espiritual. 

Leio sobre o assunto, converso sobre isso e tento viver algumas disciplinas espirituais diárias na minha vida. Oração, leitura da Bíblia - que pode ser apenas um livro com histórias, como pode ser algo mais também, dependendo da minha inspiração no dia - e comunhão, o que significa participar de uma comunidade com frequência. 

O problema é que a maioria das pessoas que trilham esse caminho querem vender aos outros uma imagem de santo. Sinceramente, não estou preocupado com isso.
Honestamente, eu não sou nem um pouco santo. 

Mas estou fazendo o melhor possível ou, pelo menos, estou tentando, na medida em que oportunidades de se fazer escolhas vão surgindo.

Ontem, por exemplo, ajudei um amigo. Foi uma ótima experiência, a de poder fazer isso.

Cada vez mais, acredito que o resultado final, de ser ou não uma boa pessoa, se encontra na soma das pequenas escolhas do dia a dia. 

Ou seja, não espero salvar o mundo e nem a mim mesmo. 

As minhas escolhas são mais simples. Trabalhar bem ou não... Estar disponível às pessoas ou não... Pagar as contas em dia ou não... Cuidar bem do Bóris ou não...

No final, essas escolhas me informam sobre em que lado estou.

Paz e Bem!

UMA TARDE MUITO APRAZÍVEL

"Ué, mas você não ia ficar em silêncio?", pergunta o leitor fiel...

Sim, eu ia. Na verdade, fazia já algum tempo que eu planejava interromper o blog mais uma vez. Tenho feito isso com bastante regularidade, sempre com o mesmo objetivo. O de me concentrar no dia a dia.

O problema é que gosto de escrever; então...

Talvez fosse mais fácil se, de uma vez por todas, eu colocasse na cabeça que, para mim, escrever faz parte do dia a dia. Aí, eu seria forçado a parar de planejar esses intervalos.

Mas não vou planejar nada... Simplesmente, vou escrever quando me der vontade.

E a idéia é registrar fatos que considero interessantes. Ontem, durante o feriado, por exemplo, ajudei um amigo a fazer uma pesquisa para um trabalho da faculdade. 

Funciona assim: você vai até um bairro sobre o qual você não sabe nada, ou quase nada, e começa a andar. A proposta é que você ande por pelo menos dez ruas. Em uma folha de papel, você anota o nome da rua e o motivo pelo qual você decidiu ir por ali.

A idéia é fazer um estudo sobre o movimento à deriva, a perambulação por lugares desconhecidos, ao sabor do acaso e da sorte. 

Participei dessa pesquisa ontem, no bairro do Tremembé, na Zona Norte de São Paulo, colado à Serra da Cantareira. Além do meu amigo, o Espuma, ainda haviam mais três pessoas. 

Por alguns minutos, andei pelas ruas do bairro, escolhendo em quais esquinas virar e qual sentido seguir. Minhas escolhas de trajetos foram motivadas por razões bem simples: uma música ouvida na rua, um prédio, uma área verde ou um parquinho cheio de crianças.

Entrei por uma viela porque havia uma ponte que cruzava o poluidíssimo Córrego Tremembé; decidi caminhar por uma rua porque havia música sendo tocada no que descobri ser um bar. Encontrei um parquinho com crianças e o Tremembé Atlético Clube. 

Eu gosto de caminhar à deriva. Tenho ótimas histórias a respeito. Nessas perambulações, normalmente, eu travo conversar com completos estranhos, sobre vários assuntos.

Gosto de perambular e de bater-papo, de jogar conversa fora. 

Gosto de lugares desconhecidos e de amigos em potencial, mesmo que seja por alguns minutos.

Depois da pesquisa, fomos almoçar e traçamos um ótimo frango à passarinho com polentas. Como estávamos em cinco, e cinco mortos de fome, ainda pedimos uma "alheira", uma espécie de linguiça, e fechamos a refeição com um maravilhoso petit gateau.

Foi uma tarde de enorme aprazibilidade, como diria o Espuma. 

Paz e Bem!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

AVISO

Uma breve interrupção se faz necessária.

Por quatro dias, nenhuma postagem.

Por quatro dias, nenhuma palavra.

Por quatro dias, silêncio absoluto.

Paz e Bem!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Bohemian Rhapsody

Queen

Composição: Freddie Mercury
Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality
Open your eyes
Look up to the skies and see
I'm just a poor boy
I need no sympathy
Because I'm easy come, easy go
A little high, little low
Anyway the wind blows
Doesn't really matter to me, to me
Mama, just killed a man
Put a gun against his head
Pulled my trigger, now he's dead
Mama, life had just begun
But now I've gone and thrown it all away
Mama, oh
Didn't mean to make you cry
If I'm not back again this time tomorrow
Carry on, carry on
As if nothing really matters
Too late, my time has come
Sends shivers down my spine
Body's aching all the time
Goodbye everybody, I've got to go
Gotta leave you all behind
And face the truth
Mama, oh, I don't want to die
I sometimes wish I'd never been born at all
I see a little silhouette of a man
Scaramouch, Scaramouch will you do the fandango
Thunderbolt and lightning, very, very frightening me
Galileo, Galileo
Galileo, Galileo
Galileo, Figaro, magnifico
But I'm just a poor boy and nobody loves me
He's just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity
Easy come, easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go
Let him go
Bismillah! We will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let me go
Will not let you go, let me go, never
Never let you go, let me go
Never let me go, oh
No, no, no, no, no, no, no
Oh mama mia, mama mia, mama mia let me go
Beelzebub has a devil put aside for me
For me (2x)
So you think
You can stole me and spit in my eye
So you think you can love me
And leave me to die
Oh baby, can't do this to me baby
Just gotta get out
Just gotta get right outta here
Oh, oh yeah, oh yeah
Nothing really matters
Anyone can see
Nothing really matters
Nothing really matters to me
Anyway the wind blows

RELATO DE UM SONHO

Eu o encontrei em uma esquina de um sonho. Até então, tudo muito bonito, tudo muito civilizado, tudo muito agradável.

De repente, sem felicidade alguma, lá estava ele parado.

- Olá!, ele abriu um sorriso amarelo, enquanto estendia a mão para mim. Eu continuei andando.

- OLÁ! ME IGNORAR NÃO VAI ADIANTAR ABSOLUTAMENTE NADA!, ele gritou.

Eu me virei, o que parecia algo inevitável de se fazer.
Ele vestia as mesmas roupas que eu. O mesmo rosto, os mesmos cabelos, o mesmo cavanhaque meio torto. A mesma voz e a mesma língua.

Mas o que realmente me incomodou foram seus olhos famintos. Eu conhecia aquela velha fome.

- O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? QUEM VOCÊ ACHA QUE ESTÁ ENGANANDO? 

Eu me mantive parado.

- PORRA, THIAGO, A GENTE SABE MUITO BEM COMO SÃO AS COISAS. 

Sim, eu sei do meu coração. Conheço cada fibra e alveólo. Sei de cada desejo não satisfeito, de cada medo, de cada vontade, de cada alegria e de cada decepção.

- E ENTÃO? 

Finalmente, eu cedi. "Você precisa gritar?", eu perguntei.

- EU SÓ GRITO PARA QUE VOCÊ ME ESCUTE, SEU IDIOTA. SEU FALSÁRIO. ESSA POSE DE BOM MENINO...

Ele parou um pouco, olhando em volta e sorrindo.

- E VOCÊ SABE MUITO BEM DO QUE VOCÊ É FEITO, CERTO? VOCÊ SABE QUEM VOCÊ É. NÓS SEMPRE O ADMIRAMOS POR ISSO.

- Eu resolvi mudar..., comecei. 

- PARA QUÊ? VOCÊ NÃO TEM DE MUDAR! NINGUÉM MUDA; AS PESSOAS SE ADAPTAM. PARA QUE MUDAR?

- Porque eu perdi demais. Não queria que as coisas continuassem daquele jeito.

Ele sorriu e se aproximou. 

E eu pude ver. E eu pude lembrar: noites insones, viagens e corridas no meio da madrugada. Batidas policiais, noites em boates e bares. Dinheiro, olhos enormes e retinas esbugalhadas. 

Mas eu só vi as coisas ruins. Não havia nada de interessante, charmoso ou atraente nelas. 

E ele percebeu isso. E, quando se deu conta, parou de sorrir e deu um passo para trás, com seus pés de bode. 

- Não, não... Não são pés de bode. Isso é apenas uma projeção psicológica sua, que está sonhando, ele começou a explicar, sem gritar agora. 

Eu avançei. E ele recuou, indeciso sobre o que fazer. 

Aos poucos, ele deixou de ter o meu rosto e os meus cabelos. Meu cavanhaque desapareceu e se misturou com os pêlos do peito. 

Finalmente, ele desistiu de se parecer comigo. Não adiantava mais. Eu e ele éramos totalmente diferentes.

E não éramos amigos.

Então, eu acordei. 

Paz e Bem!

DO UOL NOTÍCIAS: PRESERVACIONISMO

Cientistas tentam salvar espécie de 76 milhões de anos

Conservacionistas estão tentando salvar, na República Dominicana, um dos mais estranhos e mais antigos mamíferos da Terra - o Hispaniolan solenodon.
A equipe do projeto "The Last Survivors" ("Os Últimos Sobreviventes", em português) busca descobrir como exatamente esse animal conseguiu durar 76 milhões de anos, enquanto todas as outras formas e vida ao seu redor foram extintas.
Para compreender como o Hispaniolan solenodon sobreviveu por tanto tempo, é preciso voltar no tempo, mais especificamente, 76 milhões de anos atrás. Esse era o período em que dinossauros caminhavam pela Terra.
A essa altura da História, um pedaço de terra ligado à grande massa que hoje forma a América do Norte se desprendeu, levando consigo alguns mamíferos que se alimentavam de insetos - os ancestrais do solenodon.
Esse pedaço de terra acabou formando a ilha de Hispaniola - que abriga a República Dominicana e o Haiti.
Onze milhões de anos depois de a ilha ter começado a se afastar do supercontinente, a devastação atingiu seus arredores: um asteróide ou um cometa de dimensões colossais caiu na Terra no norte do que hoje é conhecido como Península de Yucatán, o que, segundo cientistas, extinguiu os dinossauros que até então dominavam o mundo.
Extinção
O impacto causou fortes aumentos de temperatura e tsunamis gigantes. Mais tarde, o planeta foi envolvido em escuridão, o que foi devastador para várias espécies. Mas, enquanto os dinossauros e várias outras espécies pré-históricas desapareceram, o Hispaniolan solenodon sobreviveu.
Algumas dezenas de milhões de anos depois, esse animal voltou a vencer adversidades. Primeiro, ao sobreviver às altas temperaturas do Período Eocênico e, mais tarde, à Idade do Gelo.
A chegada dos seres humanos ao Caribe, há seis mil anos, também apresentou um desafio à espécie. Antes da chegada do homem, havia cerca de 25 espécies de mamíferos terrestres na ilha. Desses, apenas o Hispaniolan solenodon e um tipo de roedor sobreviveram.
Sobrevivência
A chave para esse mistério pode estar em cavernas escondidas na floresta tropical dominicana.
Ao vasculharem cavernas da região, os cientistas perceberam a falta de ossos do Hispaniolan solenodon, enquanto fósseis de outras espécies que hoje são extintas eram muito mais comuns.
"Isso levanta uma série de perguntas importantes", disse Sam Turvey, da Sociedade Zoológica de Londres, que está trabalhando no projeto.
"Porque essas espécies desapareceram enquanto eles sobreviveram? Quais eram as diferenças ecológicas chaves entre essas espécies?"
A resposta pode estar na versão atual do animal. "Há um conceito de que o Hispaniolan solenodon é um 'fóssil vivo', porque parece ter retido algumas características, potencialmente ancestrais", disse Turvey.
Uma dessas características é a ranhura em seus dentes, que permite que ele injete veneno em suas presas, traço único entre os mamíferos atuais.
O tamanho do Hispaniolan solenodon também pode ter contribuído para sua sobrevivência, especialmente durante a chegada de Cristóvão Colombo à ilha, em 1492.
Na época, ratos que estavam no navio invadiram a ilha, causando caos entre as espécies existentes lá.
Se fosse menor, o Hispaniolan solenodon, que é do tamanho de um coelho, provavelmente teria sido devorado pelos ratos. Se fosse maior, poderia virar presa de humanos.
Os cientistas esperam que descobertas sobre as razões da sobrevivência da espécie ajude a evitar sua extinção nos dias atuais.

terça-feira, 1 de junho de 2010

NO CENTRO E ARREDORES

Ontem, eu e o Tom, também conhecido como Agressivo Palmeirense da Periferia, fizemos um tour cultural pelo Centro de São Paulo. 

Fomos à Praça da República e suas imediações e a Galeria do Rock - onde finalmente realizei meu sonho de consumo de comprar camisetas com estampas do Bob Marley e do Martin Luther King Júnior. 

Ainda não usei nenhuma das duas, por pura falta de oportunidade. 

Na Galeria do Rock


A desculpa oficial para o passeio foi a proposta de visitarmos a Fonte Editorial, editora e livraria especializado em material religioso - predominantemente evangélico e protestante. Apesar do Tom ter uma idéia bastante firme sobre os livros que estava procurando, não resisti e dei algumas sugestões. 

Encerramos o passeio com um almoço meio chumbrega na Churrascaria Boi na Brasa, em Santa Cecília, nas imediações da famigerada Escola de Sociologia e Política (ESP), onde cumpri pena por quatro anos, com o derradeiro objetivo de alcançar uma graduação em Ciências Sociais.

Foi lá que me apaixonei por Antropologia e por Religião. E onde fiz boas amizades, que perduram até hoje.

Outras coisas aconteceram por lá também, como já se sabe.

Bom, estou graduando o Tom na arte da perambulação, que, basicamente, consiste em andar por aí sem rumo, ao sabor do acaso.

Ao sabor do acaso, por exemplo, encontramos um sósia do Osama Bin Laden (a foto já esta neste blog, em uma postagem anterior) e também o Irmão Fidélis, da Toca de Assis.

Tom e o Irmão Fidélis

Ao sabor do acaso, algumas coisas bacanas podem acontecer. Mas é necessário se deixar levar.

Paz e Bem!

AH, A ACADEMIA!

Está QUASE lá. Graças a Deus, o semestre está terminando. 

Eu DETESTO o mundo acadêmico, com sua pompa e arrogância, com sua incapacidade de se conectar ao mundo real dos pobres mortais que leem apenas um ou dois livros por ano, por absoluta falta de tempo, já que os mortais comuns estão esmagados por uma massacrante rotina de trabalho pesado.

Professores e estudantes caminham de lá pra cá, de mãos dadas, arrotando teorias e ideias, incapazes sequer de pensarem por um momento em darem RESPOSTAS reais a um mundo de problemas de verdade. 

Quem tem tempo para filosofia quando o mundo parece desabar? Eu não tenho. 

Eu apenas assisto a tudo, cansado e enjoado. 

Não combino com esse mundinho. Sou real demais para isso.

Mas, meses atrás, eu me propus a fazer isso. E vou fazer. Alguns leitores - e amigos, principalmente - sabem que eu não desisto fácil. Pelo contrário, preciso ser forçado a desistir.

Apesar de tudo, continuo.

Paz e Bem!

Somebody To Love

Jefferson Airplane

When the truth is found to be lies
And all the joy within you dies
Don't you want somebody to love
Don't you need somebody to love
Wouldn't you love somebody to love
You better find somebody to love
When the garden flowers baby are dead yes
And your mind is full of red
Don't you want somebody to love
Don't you need somebody to love
Wouldn't you love somebody to love
You better find somebody to love
Your eyes, I say your eyes may look like his
But in your head baby I'm afraid you don't know where it is
Don't you want somebody to love
Don't you need somebody to love
Wouldn't you love somebody to love
You better find somebody to love
Tears are running ah running down your breast
And your friends baby they treat you like a guest
Don't you want somebody to love
Don't you need somebody to love
Wouldn't you love somebody to love
You better find somebody to love