segunda-feira, 5 de abril de 2010

ESCÂNDALOS NA IGREJA CATÓLICA

A Igreja Católica Apostólica Romana assiste nos dias de hoje ao espetacular aumento de denúncias envolvendo seus religiosos, acusados de praticarem a pedofilia (relações sexuais com crianças e adolescentes) em várias dioceses e instituições católicas ao redor do mundo.

Desde o início do ano, o Vaticano registrou 566 denúncias desse tipo, a maioria ocorrida em países europeus como a Áustria, onde recentemente surgiram os casos relatados. Em países como os Estados Unidos e a Irlanda, as indenizações às vítimas custaram à Igreja Romana milhares de dólares e geraram uma série de protestos públicos.

Na Áustria, a igreja afirma que indenizará as vítimas de abuso, ao mesmo tempo em que fornecerá serviços como atendimento psicológico. Recentemente, foi realizada uma missa de penitência em Viena, capital do país, na qual várias vítimas de abuso subiram ao púlpito para contar suas histórias.

No caso da Irlanda, uma investigação feita pelo governo daquele país afirma que milhares de crianças, a imensa maioria, do sexo masculino, sofreram abusos em instituições católicas (escolas e orfanatos), entre as décadas de 1930 e 1990. Segundo o documento, os abusos sexuais teriam sido "endêmicos" nesse período de 60 anos.

A questão da pedofilia na Igreja Católica, a medida que é investigada, sugere que esta é uma prática normal de uma imensa minoria de religiosos. 

A quantidade de casos denunciados, que já chega a casa dos milhares ao redor do mundo, sugere a necessidade do Vaticano de abordar o problema de forma mais profunda, não se limitando apenas a indenizar as vítimas de abuso.

Além da punição dos culpados identificados pelos crimes, será necessário alguma espécie de reforma entre o sacerdócio católica, que possa tornar impossível ou, pelo menos, diminuir essa prática. É importante perceber que isso já vem acontecendo, uma vez que as denúncias surgidas nos últimos anos, muitas vezes, fazem referência a casos ocorridos décadas atrás.
Hoje, a afirmação de que "a igreja é formada por seres humanos, e eles são passíveis de erros", apesar de correta, já não é mais suficiente.

Entre uma das medidas que deveriam ser tomadas, aparece a urgente necessidade de aprimorar o sistema de recrutamento, seleção e treinamento de religiosos e religiosas, de forma a tornar impossível a permanência na igreja de pessoas com tendência a cometerem crimes sexuais.

Outra possível medida é a permissão de que homens casados possam tornar-se padres, e não apenas agirem como ministros leigos.

Caso os escândalos continuem a ocorrer e serem denunciados, os ataques à Igreja Católica - o maior grupo cristão do planeta, seguido pelos pentecostais - aumentarão de intensidade e colocarão o catolicismo cada vez mais em descrédito, ameaçando seu futuro, uma vez que o Vaticano, que se arroga o direito de ser guia moral da humanidade, se vê forçado a admitir falhas morais tão hediondas entre os seus membros.
Uma eventual falência do catolicismo, hoje ainda improvável, só fará ainda mais mal ao cristianismo e as religiões organizadas.

Veremos....

Paz e Bem!

domingo, 4 de abril de 2010

A PÁSCOA, POR CAIO FÁBIO

PÁSCOA: ELE É O MEU ÊXODO E A MINHA ALEGRIA!

Na Páscoa verdadeira acontecem duas mortes: a do Cordeiro e daqueles por quem Ele morreu.

Na morte de Jesus eu não escapei da morte, eu morri com Ele, a fim de poder viver com Ele.

Se Jesus morreu, mas eu escapei de morrer com Ele, significa que Ele não morreu por mim...

Entretanto, Jesus morreu por mim independentemente de que eu tenha aceitado morrer com Ele, em Sua morte.

Assim a Graça principia...

Afinal, Cristo Jesus deu a vida por nós, sendo nós ainda alienados Dele por completo.

Todavia, uma vez que eu celebre a Páscoa como morte de Jesus, o Cordeiro, por mim, então, por tal consciência, segundo Paulo, eu devo também me considerar morto para o pecado e vivo para Deus.

É como tudo o mais que seja de Deus!...

Começa sempre unilateral, mas, depois que existe consciência e alguma fé, o que se diz aos discípulos é o seguinte: Você quer perdão..., mais perdão..., perdão sempre... — então, perdoe sempre, até 70 x 7 num único dia!

É por isto que somente os misericordiosos alcançam misericórdia sempre!

Entretanto, em Páscoas de Ovo... — não há lugar para a Cruz, e, muito menos, para se celebrar a nossa própria morte com Jesus.

Ninguém quer morrer...

Todo mundo quer viver, viver e viver.

Mas não há vida em Jesus sem que eu aceite que a morte de Jesus quer ser a minha morte...

Este é o ensino de Paulo o tempo todo, à exaustão.

O convite da Páscoa existencial do Novo Testamento é para que nós nos conformemos com Jesus na Sua morte, a fim de obtermos superior ressurreição.

E mais:

No ensino de Paulo o morrer com Jesus, o aceitar as implicações de Sua morte, trazia como conseqüência a consciência de nossa morte para o viver segundo o capricho, o egoísmo, o “si-mesmo”.

Entretanto, Paulo diz: “Fazei morrer a vossa natureza terrena”... — e a descreve tal natureza como sendo aquilo que mata a alma e o espírito; a saber: maldade, luxuria, inveja, prostituição, amargura, ódio, gritarias e maldade no falar; entre tantas outras coisas.

Assim, a verdadeira Páscoa existencial, segundo o Evangelho, é todo dia; e é algo que a gente faz...

Existe a dimensão do “fazei” no Novo Testamento!

Está Tudo Feito para que, em mim, possa ser feito; e em tal tarefa sou colaborador de Deus, abrindo o ser para que a operação do Espírito não encontre o pior adversário da Graça, que é a nossa própria indisposição de aceitarmos a cura como morte... em Jesus.

Sim! Nossa cura é morrermos; a fim de que possamos provar a outra vida, que não é no além ainda, mas aqui e agora; já.

Hoje, mais do que nunca antes, por imposição do amor de Deus em meu favor na história, sei o que é estar morto enquanto se está vivo.

Antes de tudo..., para mim era como para mim é hoje em termos de compreensão. Todavia, não em termos de real entendimento.

O entendimento é um discernimento engendrado em nós pelo Espírito, em razão do casamento da Palavra e da Experiência. Ora, é isto que nos leva a gloriamos-nos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, experiência e esperança em plenitude.

Desse modo, tive que sentir na carne o significado de estar morto para o mundo, para todo o mundo e pra todo mundo, ao ponto de virar um fantasma, ao ponto de não ser conhecido nem pelos mais conhecidos, ao ponto de me perguntar: Mas como não vêem que eu sou ainda eu mesmo em Cristo?

Entretanto, dou muitas graças a Deus pela experiência da morte; e, creia, até me alegro quando, ainda hoje, sou tratado como morto — pois, aprendi como é grande a liberdade de um morto!

Na realidade me refiro de modo alegórico à minha experiência de morrer ante os sentidos do mundo [incluindo no mundo a “igreja”], pois, foi por ela, pela libertação do Super-Ego do Mundo sobre mim, que pude provar a alegria de outra vez servir a Deus como no principio de tudo: livre e alegremente.

Hoje sinto que já há grupos querendo diminuir a minha Páscoa em Jesus.

Sim! Já há pessoas querendo dizer que “expressões” devo usar ou não. Rsrsrs.

Tolos. Não vêem que estou morto para os caprichos de vocês!

Não queriam que eu voltasse a falar nunca mais!...

Agora querem me censurar em nome do pudor e das boas expressões da religião!...

É mais ou menos assim...

Antes gritavam:

Matemo-lo!

Como não mataram, então, dizem:

Vistamo-lo!

Ora, digo isto apenas para ilustrar o fato que, quando morremos com Jesus, quando nossa reputação, justiça-própria, glória, honra, e tudo quanto seja importante e elevado entre os homens, acaba para nós, então, aí é que começa a vida.

Com isto não recomendo a ninguém a experiência da busca de uma catástrofe. Apenas digo que é pelo querer, pelo fazer, pela decisão... que se pode, dia a dia, ir fazendo morrer a nossa natureza terrena; na mesma medida em que apenas nos gloriemos em Jesus, na Cruz, na Vida que é; e, assim, vivamos em novidade de vida; não segundo o mundo; não para chocar ninguém; mas apenas para dar o testemunho da nova consciência segundo a fé, que é pura para comer e beber com gratidão, e feliz para testemunhar somente pela alegria da libertação.

Todavia, saiba:

Uma das primeiras manifestações de que de fato morremos com Jesus, é o abdicar de toda importância humana que se contraponha à simplicidade do que seja a Verdade em Jesus.

E mais:

Os mortos já não têm mais divida alguma!

Quem serão os credores que entrarão na morte para cobrar ao morto? Sim! Se o morto morreu em Jesus, na Cruz?

Paulo diz: Aquele que morreu já não tem dívidas!

Assim, fique livre para andar livre; e isto só acontece quando se caminha exclusivamente segundo o Evangelho.

Desse modo, estou ressuscitado com Jesus. E, por causa Dele, a morte já não tem domínio sobre mim.

Todo dia é uma nova vida!

Nele, que é a nossa Páscoa,

Caio

LANÇADO NO BRASIL MAIS UM LIVRO DE GEORGE ORWELL

Atual, livro de George Orwell discute o sistema de classes

DANIEL BENEVIDES
Colaboração para o UOL

A cena ficou conhecida por meio do YouTube: George W. Bush cumprimenta um haitiano e, disfarçadamente, limpa a mão na camisa do colega Bill Clinton. No livro “O Caminho para Wigan Pier”, que acaba de ser lançado, George Orwell fala da barreira intransponível que é a repugnância física. Refere-se, justamente, à barreira entre ricos e pobres, brancos e negros. A vergonhosa atitude do ex-presidente americano parece corroborar a tese.

Orwell, mais conhecido pelas distopias de “1984” e “Revolução dos Bichos”, descreve nesse livro, genial precursor do novo jornalismo, a vida infernal dos mineiros da região norte da Inglaterra. Mas vai além, ao analisar com franqueza, expondo os próprios preconceitos, as diferenças culturais, sociais e econômicas das classes. Numa segunda parte, faz também uma crítica aos socialistas típicos da época, especialmente àqueles que se baseavam apenas nas teorias, mas também lança um apelo para que o verdadeiro socialismo, de “liberdade e justiça”, seja instalado.

Redenção
Escritor engajado e bastante atual, Orwell agia em parte por um impulso de redenção. Sua repugnância maior era com a própria classe, que descreve algo ironicamente como “a parte baixa da classe média alta”. Sentia-se culpado por ter nascido entre os privilegiados e opressores. A experiência que teve na Índia como policial do Império Britânico, em que presenciou corrupção, espancamentos e execuções, moldou sua consciência a tal ponto que fez com que abandonasse, ao menos temporariamente, não apenas o emprego bem remunerado, mas também sua confortável situação de ex-estudante de Eton, uma das escolas mais elitistas da Inglaterra.

Deixou tudo o que tinha na casa dos pais e partiu para as sarjetas, vivendo entre mendigos no final dos anos 20. A aventura é contada no excelente “Na Pior em Paris e Londres” (Companhia das Letras, tradução de Pedro Maia Soares). Foi a partir daí que decidiu investigar a incrível vida dos trabalhadores do carvão. Com seu imenso poder narrativo, descreve em detalhe as condições subhumanas da lide no interior das montanhas, algo muito próximo da imagem mental que fazemos do inferno. Há coisas que parecem mesmo de um outro mundo, que deixam o leitor incrédulo, de olhos arregalados.

A começar do caminho até o lugar onde é extraído o carvão. São em média cinco quilômetros no escuro, dentro de um túnel de apenas um metro e vinte de altura, precariamente sustentado por pequenas vigas de madeira, sujeito a desabamentos. O ar é quase irrespirável, adensado por partículas de carvão. O trajeto é feito com os joelhos e costas dobrados, uma posição que nenhum atleta, por mais forte que fosse, suportaria. 

Os mineiros, quase todos baixos, magros e musculosos, parecem feitos de uma fibra especial. Impressionado, Orwell descreve seus corpos “esplêndidos”, exercendo por sete horas seguidas o manejo de pás e picaretas num cenário enterrado no esquecimento do mundo, a quatrocentos metros da superfície.

Semelhanças dantescas
Qualquer semelhança com as cenas dantescas mostradas em Serra Pelada ou, mais indiretamente, nas reportagens sobre trabalho escravo não é mera coincidência. Convencido de que só a convivência íntima com o assunto que quer retratar pode levar a uma autentica compreensão daquele universo, Orwell dorme nas fétidas pensões dos trabalhadores, come a mesma comida suspeita e insuficiente, condiciona-se ao indigno sistema sanitário e vive a mesma resignação, como se o destino do oprimido não pudesse ser outro, tamanha a dificuldade de ascensão social.

Depois dessa longa viagem às entranhas da Terra, o escritor iria para as barricadas da Guerra Civil Espanhola, lutar ao lado os republicanos contra os fascistas liderados por Franco. Descobriu uma situação de disputas brutais entre a esquerda e o domínio sinistro de agentes soviéticos. Idealista, enfrentou as adversidades como pôde, até levar um tiro que atravessou sua garganta e quase o matou. Essa experiência é contada no emocionante livro “Homage to Catalonia”, que também deverá ser traduzido e complementa essa brilhante série de “documentários literários”.

ONTEM, AQUI E EM TODO LUGAR

Aos poucos, pedacinho por pedacinho, estou me apaixonando perdidamente. Não estou interessado em amores meia-bocas, já tive o suficiente disso. Quero tudo!

Ontem, quando eu já tinha perdido as esperanças de vê-la - ela está supergripada - recebi um telefonema, me convidando para um almoço.

Eu havia planejado alguns passeios e encerrar o dia assistindo ao pôr do sol em uma praça em Pinheiros. Tinha separado uma manta na qual nos sentaríamos para ver o entardecer.

Mas, felizmente, choveu o dia todo.
Ao invés de passear e ver o sol, apenas almoçamos e fomos à minha casa. E namoramos a tarde toda, com beijos e abraços, e conversamos.

Adoro conversar com ela. Gosto de ver como ela é diferente de mim, mesmo que isso me assuste um pouco. Espero que o fato de eu não ser o tipo de cara com quem ela está acostumada não seja algo ruim, mas que me torne um pouco mais charmoso diante de seus olhos.
Estou ficando apaixonado, o que não é bom, já que sei a cara de bobo que faço quando estou caído por alguém. Nos olhos dela, castanhos como os meus, procuro sinais da mesma bobeira.

Encontro um pouquinho, aqui e ali, de vez em quando.

Mas sou paciente, ou aprendi a ser paciente. E, mesmo que não nos casemos e tenhamos dois filhos lindos, o que importa?

Tive tudo o que quero ontem à tarde. Ela, abraçada e feliz, ao meu lado.

Paz e Bem!

A PÁSCOA, POR THIAGO FUSCHINI

A Páscoa, pelo menos para aqueles de nós que se definem como cristãos, começou há milhares de anos, em um manhã exatamente como essa, mais ou menos na mesma hora em que escrevo estas linhas. Agora, são 5h46 da manhã de 4 de abril, Domingo de Páscoa.

Da minha minúscula varandinha, posso admirar o nascer do sol por entre as nuvens escuras e o céu que já começa a clarear aos poucos.

Há cerca de dois mil anos, um pequeno grupo de mulheres, mais ou menos a essa hora, em uma mesma manhã de domingo, preparava-se para visitar o túmulo de um homem que havia sido brutalmente assassinado na sexta-feira. Elas iriam cuidar do corpo do homem morto, já que ele havia sido sepultado às pressas. 

Quando chegaram ao local, perceberam que o corpo havia desaparecido, que o túmulo estava vazio. Pouco depois, receberam a notícia de que ele havia ressucitado, de que escapara da morte. 

Para essas mulheres, saber que Jesus, a quem haviam seguido durante poucos anos, havia ressucitado dos mortos era a melhor notícia de todas. Elas partiram dali e contaram a outros discípulos o que haviam visto e ouvido.

No Evangelho de Mateus, a narração desse episódio afirma que a ressurreição de Jesus, evento que alterou a ordem do universo, já que um homem voltara da morte, foi acompanhada de tremores de terra e que os mortos voltaram a caminhar pelo mundo. Segundo Mateus, pessoas falecidas há muito retornaram a Jerusálem e foram vistar por várias testemunhas.
Este fato marca o início do Cristianismo. 

Entretanto, a Páscoa, identificada pela palavra Pessach, tem origem na tradição judaica e remonta à época em que Moisés libertou o povo judeu da escravidão no Egito. Todos os anos, eles comemoravam essa data, que era impossível de ser esquecida.

A Páscoa, muito mais do que a troca de chocolates, tem a ver com libertação e, mais ainda, com ressurreição, com a possibilidade de recomeços e segundas chances. 

Acredito que a libertação, em qualquer uma das infinitas formas que pode assumir, só possa ter incício a partir do momento em que constatamos que somos prisioneiros de algo.
E somos prisioneiros de muitas coisas. 

Vícios, hábitos, erros, apegos e comportamentos nos aprisionam e escravizam. Muitas vezes, com o passar do tempo, a repetição diária de vícios e hábitos chega a nos transformar, uma vez que eles se tornam a nossa natureza. 

Afinal, somos aquilo que fazemos.

Entretanto, o relato bíblico nos afirma que existe possibilidade de libertação e, ainda mais, o texto - no qual milhões de pessoas encontraram inspiração para transformar suas vidas - nos diz que a renovação é possível. A renovação bate à nossa porta. Ontem, hoje e sempre.

A Páscoa, em seu sentido verdadeiro ou, melhor ainda, em uma de suas realidades possíveis, como símbolo da vitória sobre a escravidão e sobre a morte, significa a confirmação dessa possibilidade. 

Nunca é tarde demais. E tudo é possível.

Paz e Bem!

AS ELEIÇÕES DE OUTUBRO E O PLEBISCITO

Teremos eleições em outubro. 

Neste pleito, serão eleitos os novos ocupantes da Presidência da República, dos governos estaduais, senadores e deputados. Aos poucos, as coisas vão ficando mais claras, com candidaturas definidas e "programas" esboçados.

Tenho a tentação de escrever sobre o tema já há algum tempo, mas estou me segurando. Em grande parte, o meu voto já está decidido, fruto principalmente de minhas convicções ideológicas e de preconceitos vários. 

Para algum leitor desavisado que ainda não sabe, eu esclareço: normalmente - e isso já tem mais de dez anos - eu voto no PT e em outros partidos de esquerda, mesmo que possamos discutir se existem partidos de esquerda no Brasil.

Como afirmei acima, estou me segurando. Mas algumas palavras já podem ser ditas. 
Esta eleição que ocorrerá em alguns meses é fundamental para que qualquer projeto de Brasil possa ser esboçado. 

Em primeiro lugar, o pleito de outubro marca o fim da Era Lula (2002-2010), independentemente da eleição de Dilma Roussef à Presidência, ou da vitória de José Serra, candidato da oposição.

Em termos políticos, isso significa uma espécie de plebiscito entre o modelo proposto pelo PSDB, implementado na Era FHC (1994-2002) e o projeto do PT, atualmente sendo desenvolvido.

Nós teremos a opção de fazer uma escolha entre os dois modelos.

Aqui, neste momento, não vou tentar comparar os dois projetos, uma vez que não tenho a capacidade de oferecer uma análise completa e, muito menos, imparcial.

Entretanto, tenho certeza de que é isso que estará em jogo em outubro. Daí a importância de nós, os eleitores, levarmos esse fato em consideração e tentarmos, mesmo que seja apenas uma vez, de votar com o estômago, ou seja, com base em ódio e preconceito. 

Esta eleição, apesar da nossa eterna falta de bons políticos - o que parece quase uma contradição em termos - e de programas definidos, é realmente importante para o futuro do país, algo que deveria ser o nosso principal motivo na escolha de candidatos. 

Nos próximos meses, a escolha dos lados será acentuada e ficará clara, tanto na sociedade em geral, como na imprensa e demais meios de comunicação. E, no Brasil, a imprensa, as empresas e o Estado agem como cabos eleitorais de seus candidatos. Não existe imparcialidade.

Com o tempo, o discurso dos dois principais candidatos também ficará claro. Até o momento, Dilma Roussef reverbera as posições de Lula e do PT; enquanto Serra permanece calado, deixando o papel de interlocutores homens como Aécio Neves e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. 

Hoje, será publicado em muitos jornais um artigo de FHC sobre as eleições. Em sua visão, que é obviamente partidária, o ex-presidente reconhece a importância do pleito de outubro, comparando-o, inclusive, ao movimento pelas Diretas Já, na década de 1980. 

Em parte, como sempre, ele tem razão. Apesar de sua visão partidária, comprometida com o seu candidato, FHC está certo em atribuir grande importância ao que acontecerá em outubro, como tentei expor acima.

Ontem, o instituto de pesquisa Vox Populi anunciou que a diferença entre Serra e Dilma diminuiu. Neste levantamento, Serra tem 34% das intenções de voto, enquanto Dilma surge com 31%. A diferença de três pontos percentuais, caso seja real, confirma um empate técnico entre os dois candidatos, o que já era de se esperar.

Em pesquisa divulgada pelo Datafolha há uma semana, Serra teria 34%, enquanto Dilma estaria bem abaixo, com 27% das intenções de voto. 

Alguma dessas pesquisas está errada; entretanto, elas apontam a tendência a um empate entre os candidatos, tendência que deve se confirmar, ou não, nas próximas semanas. 

Aqui, neste encerramento, reitero a importância dessas eleições e de que gostaria de acreditar que nós faremos a melhor escolha.

Paz e Bem! 

sábado, 3 de abril de 2010

A PÁSCOA, POR LUCAS TAVARES

A Páscoa é sempre o momento de renovar.
Os homens antigos associavam esta data - embora provavelmente ainda não
tivessem a palavra Páscoa em suas línguas primevas - à primavera e ao
renascimento da Deusa, nome que atribuíam à Mãe Natureza.
Os hebreus, nas reminiscências do êxodo do cativeiro egípcio, revivem-se
enquanto nação ao celebrar a busca pela terra prometida por Iahweh.
Jesus, o Mestre que legou ao Ocidente os principais valores que todos
deveríamos seguir, ensinou-nos a importância de morrer para uma vida e
renascer para uma boa nova  - uma realidadade de amor, tolerância,
compreensão e fraternidade.
Meus caros irmãos e irmãs,
Em todas estas crenças antigas, o sentido perene é um só e universal: como
a natureza, temos que renascer e nos harmonizar interior e exteriormente. A
busca pela terra prometida ou a ressureição são, ao fim e ao cabo, a mesma
mensagem. A terra prometida é a paz que devemos cultivar dentro de nós para
que dê frutos que alimentem nossos semelhantes em uma vida de boas novas.
E a ressureição só acontece para aqueles que aceitam sacrificar os
sentimentos menores por ideais maiores.
Que esta Páscoa, independentemente de crenças, seja então um momento de
renascimento interior para todos!
São meus os votos fraternos e sinceros.

Lucas Tavares
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O Lucas é um dos meus novos velhos amigos. Já trabalhamos juntos, como jornalistas, e já bebemos juntos também.

Recebi esse texto por e-mail e, como sempre divulgo o que os amigos escrevem, pedi sua permissão para publicá-lo aqui no blog.

Obrigado, Lucas, por deixar fazer isso!

Paz e Bem!


ORKUT, A VITRINE SOCIAL

Descobri o Orkut graças a uma ex-namorada, alguns anos atrás. Já tive dois ou três perfis, e o atual, uso há mais de um ano.

Há alguns meses, admito, tornei-me um usuário diário o que, se o Orkut fosse algum tipo de droga, me transformaria em um viciado.

Eu gosto do meu perfil por vários motivos. Lá, as pessoas podem encontrar um pouco de mim, já que me resolvi a tentar ser honesto. Por exemplo, hoje eu quase não apago mais os recados que me enviam. Afinal, em tese, não tenho nada a esconder.
As pessoas que estão por perto, e só amigos têm acesso ao conteúdo particular do Orkut (fotos e recados, por exemplo), já sabem do que sou feito e, mesmo assim, resolveram ficar.

Antigamente, anos atrás, eu tinha verdadeiro horror a tirar fotos. Hoje, até que gosto e pretendo comprar uma câmera digital em breve, já que pretendo tirar fotos de tudo e de todos.

Os vídeos e as comunidades nas quais estou inscrito dizem bastante sobre mim, sobre meus gostos e até algumas opiniões a respeito de várias coisas. 

A tentação agora é de escrever um ou dois parágrafos me descrevendo, falando de mim, coisa que faço sempre, mesmo que consiga manter uma certa aparência de falsa humildade. Mas estou aprendendo a controlar os primeiros impulsos, o que me permite fazer algumas coisas de forma diferente.

No Orkut, exercitamos uma espécie de vitrine social. Escolhemos as melhores fotos, textos inspiradores e fingimos que somos aquela pessoa sempre alegre, sempre pra cima, todos os dias. Bom, leitor, se você é assim, eu fico feliz por você, apesar de uma pontada de dúvida ("será mesmo?", eu penso cá com meus botões) surgir na minha mente.

No Orkut, estamos meio que tentando vender um peixe. O nosso, é claro. E, no meu caso, admito que não se trata de um robalo ou garopa. Estou mais pra um baiacu, aquele peixe que incha quando você o tira do mar e que não presta pra se comer.

Lá, eu respondo todas as mensagens que me são enviadas, mesmo que seja paulada. E sou democrático: adiciono todas as pessoas que querem ser meus amigos, mesmo que nunca mais troquemos mensagens virtuais.

Apesar de estar tentando vender meu peixe, ou talvez justamente por isso, falo pouco de mim lá e as fotos, com algumas exceções, são registros de eventos com amigos, pessoas que retomaram sua importância para mim, depois que andei afastado por alguns anos.

Graças a Deus, não era tarde demais para alguns!

Paz e Bem!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

DA "OVELHA MAGRA"

Eu sei em quem tenho crido
 
"Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam.
Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
Mas, de fato eu vos afirmo, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.
" (I Coríntios 15.12-20)

Romances, livros, filmes, documentários, alguns bem, outros nem tão bem intencionados assim, tentam de todas as formas convencer-me, hoje, de que aquele que confesso ser o meu Senhor não ressuscitou. Que a crença que os cristãos professam não passa de mais uma lenda absorvida pela história como uma ficção que ganhou status de verdade e dogma religioso através de perseguição e imposição política.
O que estão gritando a plenos pulmões, de cima dos telhados da mídia e dos guetos neo-pagãos, é que a Igreja tomou emprestado figuras mitológicas e forjou sua própria divindade. Transformando um homem comum, que teria passado desapercebido pela história não fosse sua personalidade carismática, em Deus.
Comparam o homem Jesus a Buda, Moisés, Mohamed, Merlym, Maytréia e tantos outros “iluminados” que passaram e passarão pela nossa história, afirmando que há tanta salvação em Jesus Cristo como nestes outros homens.
Negam o pecado, o Bem e o Mal personalizados em alguma divindade ou lados opostos, dizendo aos seus prosélitos e vocacionados: um ou outro não importa, você é seu próprio deus, dono de si mesmo e de suas atitudes. Para provar suas “verdades” e afirmações oferecem o poder de dobrar as forças da natureza para seu próprio interesse, disponibilizando “segredos antigos” e o contato sobrenatural com “mestres espirituais” que dão aos iniciados nos mistérios da magia e da mediunidade a possibilidade de verem materializados a resposta imediata de seus deuses, invocações e encantamentos.
Alguns mais inflamados anunciam o fim do cristianismo como religião histórica. Proclamam um retorno às antigas tradições e se auto-intitulam os verdadeiros arautos do Criador ou da Criadora, como preferem outros.
Nesta desacreditada páscoa, especialmente, quero convidá-lo(a) a refletir sobre o profundo significado e verdade que há nela. Mais do que uma disputa de verdades ou de ideologias e sistemas de crenças religiosas para saber quem está com a razão. Mais do que uma briga política entre cristãos e não cristãos, precisamos estar aptos a dar respostas seguras, mesmo diante de refutações muito bem arquitetadas, sobre o “porque cremos”. Esta resposta não está somente na letra, no texto bíblico estudado. Ele é importante e essencial, é nossa regra de fé e conduta, mas é necessário trazer esta verdade de Deus revelada na Palavra para nossa existência. Do contrário nossa experiência religiosa será rebaixada a uma mera filosofia ou mitologia. Aqueles que experimentam sua fé apenas de ouvir falar e possuem pouca ou nenhuma vivencia com Deus no seu dia-a-dia terão muita dificuldade para dar respostas satisfatórias aos crescentes questionamentos e afirmações que fazem ao cristianismo atualmente.
Mais do que uma resposta ou defesa apologética da fé cristã, baseada simplesmente no conhecimento histórico, o que precisamos hoje é experimentar a presença real e poderosa de Deus, conhecer Deus e fazê-lo conhecido como Ele realmente o é. Há no mundo uma infinidade de “vozes divinas”, cada uma delas chamando para si a qualidade de verdade. Algumas dessas deidades apresentam sinais e maravilhas para reivindicar e comprovar este status. O desatento e desorientado poderá enganar-se facilmente e deixar-se ser engolido pelo sinal apresentado, mas aquele que consegue reconhecer a doce e realmente poderosa voz de Deus saberá onde encontrar a verdade.
Conhecimento por conhecimento, revelação por revelação, sinal por sinal, nada se compara à autoridade e ao poder da ressurreição no nome de Jesus Cristo, que subjuga principados, potestades, dominadores e espíritos imundos nas regiões celestiais. Que quebra toda e qualquer cadeia de engano, que descortina o entendimento, leva cativo ao senhorio de Cristo os nossos pensamentos e nos purifica e livra de todo pecado e maldade.
Sim, antes de procurarmos contra-argumentos aos questionamentos que recebemos é preciso resgatar o senhorio, autoridade e poder de Cristo em nossa vida e mente através da entrega quebrantada e submissa. Nós não somos os primeiros a precisar responder a este tipo de afirmação feita pelos que não crêem. Desde o início da era cristã, existem aqueles que afirmam não haver redenção em Cristo Jesus, tentando anular a ressurreição. O Apóstolo Paulo os confrontava não somente no conhecimento ou argumento da palavra, mas principalmente no poder de Deus, e aqui é onde saímos da esfera do conhecimento humano, natural, para o agir e convencer poderoso do Espírito Santo. É a ação do Espírito de Deus que convence o homem do pecado, da justiça e da salvação em Cristo Jesus.
Certamente a Igreja, você e eu, precisamos retomar o caminho da comunhão em santidade com o Pai. A verdadeira revelação de Deus brota nestes momentos de entrega e submissão à sua vontade. Somente a santidade em amor consegue manifestar e revelar sem barreiras o poder de Deus, e enquanto houver pecado em nossos púlpitos e altares, haverá dificuldade de convencer o mundo do seu próprio pecado e da justiça do Senhor.
Minha oração é para que nesta páscoa haja uma profunda revelação do poder da ressurreição do Senhor em sua vida. Desejo que sua experiência com Deus seja não somente no conhecimento intelectual, de ouvir falar, mas principalmente no andar com Ele, em espírito e em verdade.
Eu creio na ressurreição e na Vida Eterna, creio no Sangue do Cordeiro que tira o pecado do mundo, creio porque tenho experimentado desta realidade do Senhor. É vontade de Deus relacionar-se pessoalmente com cada um de nós, como sinal da graça e do seu Reino, como manifestação da justiça e misericórdia Dele em nós. Permita-se ser envolvido por esta verdade.
Jesus Cristo ressuscitado e vivo lhe abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Nota importante:
Jesus ensinou a dar de graça o que recebemos de graça. Se esta mensagem, de alguma forma, lhe fez bem, então provavelmente ela poderá fazer bem para outras pessoas que você conheça.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

A PÁSCOA, POR CARLOS BREGANTIM

Em poucos minutos, terão início os momentos cruciais da "Semana Santa". Gostaria de registrar aqui alguma espécie de reflexão a respeito, mas me faltam palavras.
Ainda não consegui inventar uma nova voz e, infelizmente, ainda repito alguns dos meus velhos chavões. 

Por isso, ao invés de cansar os leitores com algo que, honestamente, vai acabar não tendo muito sentido, eu vou optar por transcever aqui um texto do meu pastor e meu amigo Carlos Bregantim. 

Boa Páscoa!

Paz e Bem!

JESUS DE NAZARÉ, O CRISTO DE DEUS, NOSSA PASCOA
  
Sempre que chega esta chamada "semana santa", faço uma releitura dos últimos dias do meu Senhor, Jesus de Nazaré, narrados nos evangelhos.

Mateus, Marcos, Lucas e João usam lentes diferentes para descrever os mesmos episódios, digo, as cenas secundárias do momento apoteótico da crucificação e em seguida da ressurreição do Senhor.

São muitos os detalhes e, cada um deles merecem observações de acordo com a percepção de quem lê.

Já fiz estes exercícios muitas vezes ao longo destes anos que leio as Escrituras Sagradas e, tento usar lentes diferentes para observar e ganhar as percepções mais variadas, sobre as circunstancias daqueles últimos dias de Jesus, o Cristo de Deus.

Gosto, na verdade, impacta-me os títulos que são dados a Jesus, enquanto vamos lendo as narrativas dos evangelistas.

Esta semana, pensando nestes títulos e, claro, mais que os títulos, o que de fato o Senhor é, emocionei-me imaginando os passos dEle ao lado dos amigos, discípulos e seguidores distantes.

Imaginei a Eternidade e, um instante em que a Trindade Eterna conclui um acordo que implicava em, Um desceria e viraria gente e seria o Redentor da humanidade.

O Trio do Amor decidiu que o Filho, a Segunda Pessoa da Trindade Santa, encarnaria e, isto se daria do modo mais comum, isto é, se contentaria em ser formado como homem a partir do útero de uma mulher.

Nascer, crescer, ser formado homem na companhia de uma família de humanos simples.

O Rei dos reis crescendo numa carpintaria.

O Príncipe da Paz sendo levado pelas mãos ao templo e a todos os lugares onde seus pais o levava.

O Amado do Céu sendo batizado pelo primo ermitão.

O Maravilhoso Conselheiro sendo inquirido, interrogado desde os primeiros dias do seu ministério.

O Pai da Eternidade limitado ao corpo de um humano e ao espaço insignificante dos humanos.

O Justo sendo o tempo todo questionado e percebendo duvidas até entre os seus melhores amigos.

E, a medida que a plenitude do tempo chegou, a Verdade Eterna se curva e lava os pés dos amigos que, a partir daquela noite viveriam as piores complexidades de alma e se tornariam, traidores, duvidosos, temerosos e carregados de pavor.

A Vida seria presa por soldados cruéis sob os olhares apáticos e medrosos dos amigos.

A Pedra de Esquina seria interrogada e julgada culpada.

A Agua da Vida receberia cusparadas, murros e bofetões e vinagre pra beber.

O Santo de Israel, o Rei dos reis, o Pão da Vida carregaria pelas ruas de Jerusalém a Cruz e levaria sobre si, o pecado de todo mundo.

O Alpha, O Omega, o Cordeiro Eterno, o nosso Mediador se entregaria e escandalosamente morreria pendurado na Cruz.

O Verbo Divino seria sepultado e tido como morto definitivamente.

Ninguém a não ser Ele, o Caminho, sabia que ressuscitaria.

E pra desgraça eterna do inferno e todos os seus moradores, mas, para nossa eterna felicidade Jesus, o Cristo de Deus ressuscitou.

O Seu próprio Poder fez com que saísse e deixasse o túmulo vazio para sempre.

Apareceu aos amigos e a muitos.

Subiu aos Céus e está assentado a destra do Pai.

E, como prometeu, virá outra vez e nós o celebraremos e ai, cantaremos uma canção ou muitas canções.

Talvez uma delas será esta, FORMOSO ÉS, AMADO MEU. TU ÉS A FONTE DA MINHA VIDA E O DESEJO DO MEU CORAÇÃO.

Formoso És:

Em meu coração há uma canção
Que demonstra minha paixão
Para meu Rei e meu Senhor
Para aquele que me amou

Formoso és, meu Senhor
Formoso és tu, amado Deus
Tu és a fonte da minha vida
E o desejo do meu coração
Feliz Pascoa.

Graça, paz & todo bem a você, sua família e os seus queridos todos.

Bjs.

Carlos Bregantim