<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827</id><updated>2012-01-26T21:49:20.557-02:00</updated><category term='q'/><category term='qu'/><title type='text'>Confissões informais a desconhecidos</title><subtitle type='html'>Senhor, dai-me serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu posso, e sabedoria, para que eu saiba a diferença.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>971</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8711411807956075300</id><published>2011-04-01T17:25:00.000-03:00</published><updated>2011-04-01T17:25:34.779-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial; font-size: large; font-weight: 700;"&gt;A MORAL NÃO É A ÉTICA DOS EVANGELHOS&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Caio Fábio &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;O Gênesis do ministério de Jesus é tomar as “talhas que os judeus usavam para as  purificação” e enchê-las de vinho! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E mais: é inegável que Jesus  estivesse também dizendo que Nele, Deus  estava casando agora apenas com quem  queria talhas religiosas com vinho  novo, na pior das hipóteses; ; e, na melhor  delas, o que se deveria  fazer, era deixar de lado o vinho velho e seu odre roto  e pingantemente  misturado ao próprio vinho, pois, nesse estágio, já não se sabe  mais o  que é odre e nem tampouco o que é vinho! O que se deve fazer é começar   outra vez à partir de conteineres que se deixem curtir no vinho novo,  que de  acordo com o apóstolo João, não é novo, mas aquele que desde o  princípio  tivemos! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Sim, para Ele, aquele odre-vinho-vinho-odre—o da religião das  talhas de  pedra usadas para as purificações—era já um vinagre, que servia apenas   para ser bebido por aqueles que de tão acostumados que estão aos gostos  ruins,  já não sabem a diferença entre o gosto-gostoso e o  gosto-viciado. É para o  de-Lei-te de seus viciados consumidores que o  vinho-odre-odre-vinho serve ainda  como diversão, sendo que o juízo ao  próximo é o espetáculo! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Os  discípulos de Jesus, todavia, não devem perder tempo com essas  questões, e, por  isto, precisam partir resolutamente para buscar odres  mais adequados à sempre  auto-renovação desse Vinho Novo. Afinal,  ninguém que tenha se viciado no vinagre  dirá que o vinho novo é  excelente. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Ora, a Teologia Moral de Causa e  Efeito é a fabrica de Odres com Grife e  também a marmorearia onde são esculpidas  as talhas de pedra usadas  para as purificações! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O problema é que em  Jesus não dá para se fazer mais nenhum tipo de  aproveitamento dessa Industria  Religiosa e de suas Grifes e Selos  Autorizadas. E a razão é simples: ela está  para o Evangelho de Jesus  assim como um perverso e desumano traficante de  cocaína e heroína está  para o bom samaritano—digo: mal comparando, e, apenas, no  plano das  relatividades humanas, pois, espiritualmente, o meu exemplo é muito   menos grave que o contraste espiritual que tento expressar!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Dali,  infelizmente, nada se aproveitava, pois eles pensavam que fora dali nada mais  tinha valor. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A prova dessa impossibilidade de reutilização daquele  sistema de  pensamento e suas construções, alcança seu ápice quando Jesus diz que   aquele Templo seria derrubado e que dele não ficaria pedra sobre pedra.   &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; No entanto, para que não sejamos exaustivos demais na demonstração,   quero apenas que você compare os valores anti-téticos dos ensinos de  Jesus em  relação aos da Teologia Moral de Causa e Efeito, vigentíssima  em Seus dias, e,  infelizmente, no nosso tempo também!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E para isto, não precisamos ir além  do Sermão do Monte, ou do Abismo,  como eu explico que ele pode se tornar em O  Enigma da Graça!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A Teologia Moral de Causa e Efeito não pode praticar o  sermão do monte  porque ele inverte complemente os princípios de causalidades por  ela  ensinados. Jesus subverte radical e rupturalmente, de uma vez e para  sempre,  com essa lógica predatória. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Para Jesus os heróis da Graça eram os  anti-heróis da religiosidade que o circundava e dos valores por ela ensinados.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Para a Teologia Moral de Causa e Efeito, TMCE— como daqui para frente   chamaremos esse derivado natural da Teologia da Terra, filha religiosa  do  Sacrifício Competitivo de Caim —, o humilde de espírito era o lixo  da  espiritualidade; os que choravam eram vistos como  culpados-infelizes; os mansos  eram percebidos como desinteressados pelo  zelo que disputava o espaço no chão da  Terra; os que tem fome e sede  de justiça eram interpretados como seres  equivocados em suas  ignorâncias radicais, pois, a única justiça que os mestres  da TMCE  conheciam era aquela que eles mesmos decidiam. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Já os  misericordiosos eram os que tinham algo a esconder, daí se  protegerem sendo bons  com o próximo; os limpos de coração eram eles  mesmos— os membros daquela  confraria de amigos de Jó, é claro! afinal,  não enxergavam seus próprios  corações, pois só viam para fora de si  mesmos, e, também, não esqueçamos:  lavavam as mãos antes de comer!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Os pacificadores eram, em geral, considerados  amigos de hereges; os  perseguidos por causa da justiça, eram comum-mente aqueles  acerca de  quem eles patrocinavam o cartaz Wanted Dead or Alive! De preferência,   bem dead ! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E os injuriados e perseguidos figuravam, sobretudo, como foi  no caso  dos profetas, em sua lista de Most Wanted ! Esses, afinal, os Profetas,   eram sempre a sua pior desGraça, eram os mais terríveis subversivos! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O  seu “sal” não era para a Terra, era apenas uma produção egoísta e  independente  fadada a se petrificar em seus sa-Lei-ros inúteis. Afinal,  não se viam no papel  de dar gosto à vida, mas, ao contrário, o de  roubar-lhe todo o sabor!  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Luz do Mundo? Como? Eles não reconheciam nenhum outro mundo que não  fosse o deles! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Quanto a Jesus ter vindo para cumprir a Lei, eles se  perguntavam: Que  Lei? Afinal, Jesus era o des-cumprimento de suas “Leis” a fim  de poder  ser o único cumpridor da Lei da Graça em nosso lugar, para, então,   dizer: “Está Consumado”. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Até mesmo o des-cumprimento da Lei pelos  homens—todo aquele que...—,  Jesus trata com relatividade quanto a seus efeitos.  Ensina-la  erradamente, faz alguém ser pequeno; ensina-la corretamente e vive-la,   torna alguém grande no reino dos céus. Assim Ele está dizendo que não se  deveria  jamais ensina-la de modo adaptado e nem tampouco cumpri-la de  modo farisaico ou  religioso, pois, para Ele, a justiça excede as  exterioridades na direção de  dentro, pois, nasce no coração. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O que segue é uma des-construção total  de todas as “interpretações” da  Lei, especialmente as explicitamente defendidas  pelos discípulos da  teologia dos amigos de Jó, os escribas e fariseus dos dias  de Jesus e  seus confrades em nossos dias! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; “Não matarás”—era o que estava  escrito. Homicídio, todavia, é algo que  sempre começa, lentamente, nos ambientes  de causa e efeito das normas  adoecidas do coração, e tem uma progressão que vai  da ira sem motivo às  tentativas de des-construir o ser do próximo. Por isto, Ele  ensina que  todo homicida existencial precisar se livrar dos desejos de morte   durante o caminho, do contrário, duas coisas lhe acontecerão: ele nunca  mais  terá nenhuma razão para falar com Deus ou tentar cultua-Lo e,  também, esse homem  se tornará vítima de seu próprio ódio e se  alimentará de suas próprias carnes,  por muito tempo—pelo menos enquanto  o tempo for tempo! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O adultério, para  Ele, acontecia na cama—ou em qualquer outro  lugar—apenas depois de ter sido  praticado muito tempo antes no coração.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Portanto, os maiores adúlteros podem  nunca ter praticado um ato sequer  de adultério. É quando o fazer é um detalhe se  comparado ao permanente  estado de ser dos que nunca cometeram historicamente o  delito, mas que  vivem em permanente estado de imersão interior nos abismos e  dinâmicas  permanentes do adultério fantasioso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O interessante é que entre  o tema do Adultério e o do Divórcio, Jesus  introduz a questão das perdas  circunstanciais ou até mesmo de natureza  disciplinar-existencial, que eram nada  se comparadas aos ganhos que  certos “cortes e amputações” produzem para o bem do  ser. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E Sua preocupação maior quando fala do divórcio, não é com o   divórcio-em-si, mas com suas vítimas. Naquele caso, era sempre a mulher.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E  por quê? Porque naqueles dias ela era o objeto descartável em  questão, fruto da  dureza de coração de todos nós e todas as sociedades.  Ele trabalha contra expor  alguém a tornar-se “algo” apenas porque “sem  motivo” sua pessoa foi descartada.  A denuncia, portanto, recai sobre  aquele que “expõe” o outro a ser aquilo que  este não deseja ser. E  depois, o descartador, ainda faz pior: estigmatiza o  “outro” pelo que  ele mesmo decidiu: des-carta-lo! Assim, Jesus se insurge contra  a  estigmatização das desgraças causadas pela infelicidade humana. O que  era uma  total violação dos ensinos da TMCE! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Juramentos e promessas são por Ele  totalmente rejeitados. Primeiro  porque ninguém pode bancar nada em espaço ou  dimensão alguma da vida. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Depois, porque a única dimensão que vale diante de  Deus é a do Hoje. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Portanto, o que Ele espera é que as respostas do ser não  sejam  piedosas, necessariamente, mas, ao contrário, realidades verdadeiras,  como  “sim, significando sim” e “não, eqüivalendo a não”. Para Ele o  “maligno” morava  na fantasia que falsificava a realidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; “Olho por olho, dente por  dente”—era e ainda é a Lei áurea da TMCE. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Jesus, porém, a relativiza  para sempre, mostrando sua des-construção  como negação de seus princípios de  causa e efeito. Afinal, o que Ele  recomenda é o oposto daquilo quem em qualquer  Moral social, é chamado  de Direito. Ser Seu discípulo não implica em que se  obedeça tais Leis  de causa e efeito, podemos apanhar, ser obrigados, ser até  mesmo  altruisticamente abusados. Estamos livres para tal. Ou seja: Jesus   recomenda que não obedeçamos as Leis de causa e efeito a fim de podermos  ser  Seus discípulos. E isto inclui os inimigos, que são os que mais  poder tem de nos  desviar do curso da Graça e nos fazer cair nas guerras  patrocinadas pela TMCE. O  que eles esperam é uma reação de causa e  efeito. O que Jesus propõe é um efeito  (misericórdia) sem causa  equivalente! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E, assim, Jesus prossegue  des-construindo a Teologia Moral de Causa e Efeito. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; “Guardai-vos de  exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de  serdes vistos por eles;  doutra sorte, não tereis galardão junto ao  vosso Pai que está nos céus”.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Ora, esta declaração de Jesus nos des-monta de tudo o que a TMCE ensina  como verdade, justiça e piedade. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; “Perdoa as nossas dívidas assim como  nós perdoamos aos nossos  devedores”—é o golpe de misericórdia que Ele dá na  estrutura de  pensamento desse engano humano. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E pior: as causas de vida e  morte na Terra são aquelas cujos efeitos  são invertidos nos céus. O dinheiro  incluído no pacote das inversões de  valores. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E avisa sobre a não  causalidade entre o comportamento e a verdade do  ser, pois, a “luz que há em  ti”, segundo Ele, podem se tornar nossas  trevas. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Então, Jesus dá um  Xeque-mate! Tem-se que fazer uma opção sobre quem é o  nosso Senhor. E, sendo Ele  o Senhor, o que sobra é “aborrecer-se” e  “desprezar” o antigo senhor, e que  agora tem que ser coisa de nosso  perdoado passado. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Quando Ele fala das  ansiedades da vida e nos recomenda descansar na  Graça Providencial de Deus, o  que Ele também está fazendo é afirmar que  as “Leis de causa e efeito” estão  relativizados pela Graça da  Providência. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O grito que se faz ouvir em  objeção ao juízo contra o próximo, é curto e  decisivo. Juízo tem, quem se  enxerga. Juízo tem, quem não julga. E  juízo tem, quem sabe que por melhor que se  veja a si mesmo, jamais se  verá completamente. Por isto, é melhor não julgar a  alma do próximo  nunca. E a razão é simples: as medidas de nosso próprio juízo  estão  estabelecidas pelos nossos próprios critérios no julgamento que  exercemos  contra o próximo! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E mais: Ele recomenda que não se use nunca as pérolas  da verdade de  nosso ser para alimentar quem só gosta de babugem e depois se  volta  contra nós. A percepção da verdade não a banaliza e nem se faz suicida  por  ela! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Ao recomendar a oração, Jesus estabelece a quebra dos princípios de   causa e efeito. A oração é a devoção que em si quebra as Leis do carma. A  oração  anula a Teologia Moral de Causa e Efeito, pois, dela, até o  pecador sai  justificado. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Neste ponto Ele diz que a Lei e os Profetas não eram  inimigos entre si.  Ao contrário, os Profetas haviam sido os melhores interpretes  da Lei.  Ou seja: antes do Verbo haver se encarnado, foi nos Profetas que a Lei   encontrou sua interpretação e seu melhor cumprimento existencial. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Jesus,  porém, nos diz: &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam,  assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei e os profetas”. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O  “resumo” que Jesus faz de todo o seu ensino é horroroso para o  coração honesto.  Primeiro, porque ninguém, de fato, indo dos abismos da  alma à prática cotidiana,  consegue encarnar o tempo todo essa verdade.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Ao contrário: nós vivemos a  maior parte do tempo de modo oposto, pois,  uma das coisas que a Queda gerou em  nós foi um terrível poder de  auto-engano e auto-anestesiamento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A  segunda razão pela qual o “resumo” de Jesus é contra nós tem a ver  com sua  propositividade. Jesus propõe que tomemos a iniciativa sempre—  sem amargura, sem  troca e sem negociação—e tratemos o próximo, seja ele  quem for, do modo como  gostaríamos de ser tratados se estivéssemos no  lugar dele. E aqui não importa em  que lugar o outro está, pois, há  única pergunta a fazer é: “E se eu estivesse  nesta situação, como  gostaria de ser tratado?” Ou ainda uma única confissão de  fé a ser  declarada sempre: “Sistematicamente farei pelos outros aquilo que   desejo que os outros façam também por mim o tempo todo”. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Sem falar que  quando alguém não se trata bem costuma piorar no  tratamento com o próximo. Aqui  todos nós temos que humildemente assumir  nosso déficit de bondade e nossa  profunda capacidade de nos  anestesiarmos na vida. A prova disto é que o mundo é  como é—e, pior  ainda: a “igreja” é como é!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Então, Ele entra no Caminho  Estreito e adverte contra o Caminho Largo.  Ora, como nos enganamos! Pensamos  sempre que o Caminho Estreito é o dos  Fariseus e que o Caminho Largo e o dos  Publicanos e Pecadores. O  Caminho Estreito conduz a Vida, Ele diz.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Então, é fácil saber do que é que Ele está falando. Jesus só recomenda   como Caminho aquilo Ele viveu, e como amigos de caminhada, gente como  aquela com  a qual Ele conviveu. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Como podemos então pensar de modo inverso?  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; É que somos discípulos da TMCE e não o sabemos. O Caminho Estreito, na   Terra, para Jesus, era justamente aquilo que os fariseus chamavam de  Caminho  Largo. E o que Jesus chamava de Caminho Largo era aquilo que os  fariseus  chamavam de Caminho Estreito. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O Caminho é Jesus, e o jeito de ser, é  também o Dele!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Chega então a vez dos “falsos profetas que se apresentam  disfarçados de  ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores”. E que ironia.  Jesus diz  que se deve observar causa e feito apenas nas produções do ser.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Isto porque, na utilização do Nome de Jesus com fins lucrativos e   roubadores— ou mesmo pela simples e mera auto-sedução narcisista que o  poder de  encantar e seduzir com o sobrenatural faz nascer como doença  em muitos— não há  uma relação de causa e efeito entre o ser-devorador  (os lobos) e os milagres que  acontecem do lado de fora quando o lobo  fala usando o nome de Jesus. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Não  há nada no mundo espiritual que negue mais as relações de causa e  efeito que  essa inversão. A Graça de Deus é livre para des-conhecer o  suposto  “cordeiro-lobista” e levar a Graça do Cordeiro a quem quiser e  como bem desejar.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Todavia, que ninguém faça disso a evidência de sua salvação. A salvação   é conhecer e ser conhecidos por Deus, em Jesus. E mais: é produzir o  fruto que  dessa verdade de ser nasce agora naturalmente de modo  sobrenatural. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A  conclusão Dele nos põe diante da necessidade de escolhermos de duas   alternativas, Um Fundamento para a nossa vida. Ou o alicerce de Rocha ou  o  alicerce das regiões arenosas. A emoção cristã, em geral, quando lê  isto aqui é  também pervertida. Pensamos na Rocha com categorias  farisaicas, com suas  manifestações de rigidez, e, sobretudo, de  imutabilidade-morta, sem vida e,  portanto, estática!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Assim, lemos a des-construção da Teologia Moral de  Causa e Efeito feita  por Jesus, no Sermão do Monte para, então, no final,  voltarmos às  emoções patrocinadas pelas Tábuas da Lei de Pedra. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Então,  transformamos o Sermão do Monte em Lei, e, por essa razão, ele,  no mesmo  instante, se torna o Sermão do Abismo, pois, como Lei ele  apenas nos enferma  ainda mais profundamente por dentro, mas não nos  resolve como pessoas, nem  dentro e nem fora—pois em ambas as “locações”  o Sermão do Monte se mostra  inviável: dentro, porque sabemos o quão  anti-natural ele é para a nossa própria  natureza atual, caída; e fora,  porque nossas existências, desde o intimo até ao  comportamento,  inviabilizam sua pratica, isto se não estivermos falando de   amestramento na conduta, mas da honestidade de quem quer ser conforme  sabe que  deveria ser, e não é! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E a maioria de nós existe nesse limbo entre o véu  e a revelação, entre  as Pedras das Leis e a Graça de Pedra. Mas poucos sabem da  Graça da  Rocha e da Rocha da Graça.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E por quê?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Porque nós não  cremos, de fato, que Jesus é a Pedra Angular—não o Jesus  de nossas invenções,  mas o do Evangelho—e nem tampouco cremos que é em  Sua Graça que temos a Rocha da  Nossa Salvação! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A Rocha é essa Palavra da Graça, que quebra os carmas,  destroi os  destinos, arrasa as certezas, desmonta os esquemas, a fim de que  aquele  que se gloria, glorie-se no Senhor. De outra sorte, onde estaria nossa   confiança? Na fé no Deus de toda Graça ou na nossa capacidade de sermos  o  alicerce de nós mesmos?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A Graça é onde o poder se aperfeiçoa na fraqueza,  daí ser o estarmos  fundados nessa Rocha o que nos faz, mesmo em fraqueza,  vencermos as  ondas, os ventos e os açoites das tempestades , e, não tendo do que   gloriar, pomo-nos em pé e dizemos: &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Jesus, obrigado por teres feito o  Caminho Largo o Suficiente para eu  passar! E obrigado, porque na minha fraqueza  teu poder se aperfeiçoou  e, assim, tendo provado de todos os tempos, épocas e  estações da vida,  aqui estou para dizer, mais uma vez: ‘Para quem irei? Só Tu  tens as  Palavras da Vida Eterna!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A Rocha é a Graça e a Graça é a Rocha. E  a Palavra é a Vida que se vive  buscando em fé alcançar e conquistar aquilo que  já nos alcançou,  embora nós ainda não a tenhamos plenamente conquistado!  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E quem é Esse que deve ser Aquele que é o nosso Caminho? E que Caminho é  esse? e que Rocha é essa?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Jesus é Caminho, Sua Palavra-Encarnada é a  Rocha, e Sua Graça é a Lei do caminhar!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Jesus é aquele que quando se vê  no Pai recebendo um filho—qualquer  filho—de volta, de antemão avisa: “Não  esperem de mim nada menos que  uma festa regada ao melhor vinho, pois os pecados  já foram lavados com o  melhor Sangue!”. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Nesse Caminho com Ele, que é um  tabernáculo em movimento, tem de tudo:  demônios de todos os tipos, tempestades,  perplexidades, interesses  escusos, certezas satânicas, exageros desnecessários,  zelos homicidas,  familiares em pânico, medo de trair, frágeis certezas de jamais  trair,  traição explicita e implícita, negação e morte ! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Mas, para além  disso tudo, vê-se que no Caminho com Ele, os ventos  cessam, as ondas se  abrandam, as Leis fixas do universo são  relativizadas, os demônios sabem quem  Ele é e quem somos Nele; e,  assustados reconhecemos Quem Ele É!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Nesse  Caminho as maiores demonstrações de fé vêm de fora da religião,  e, também  ouve-se a ameaça freqüente que Ele faz para que não se julgue  segundo a  aparência, mas conforme a reta justiça, pois, não raramente,  o que é elevado  entre os homens é abominação diante de Deus. Por essa  razão, tanto “malandros  arrependidos” quanto “réus confessos” podem  encontrar seu repouso. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E,  para além de tudo isto, a gente vê a morte sendo morta  definitivamente na  Ressurreição. Todavia, nele também se aprende que se  o Verbo entrou no mundo  pelas entranhas de uma virgem, Ele, no  entanto, saiu da morte ante o olhar de  uma mulher,  ex-possessa-prostituta! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Assim, a Encarnação des-instala a  Moral e a Ressurreição põe o  ser-moral no papel de ouvinte provocado, pois, tem  que crer no  testemunho da Graça nos lábios de quem não gostaria que tivesse sido   escolhida, se acontecesse no dia de Hoje—não para dar testemunho do fato  da  Ressurreição! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Do ponto de vista de uma moral-marketeira-publicitária  Madalena seria  uma testemunha que não seria selecionada, afinal, ela não tinha  nenhuma  credibilidade. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Nesse Caminho ninguém é perfeito, mas é da boca  de crianças de peito e de pecadores quebrantados onde Ele enxerga louvor.  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Sim, nesse Caminho você aprende o que é não estar nem varrido nem   ornamentado, porém, sabendo que se a festa já começa com o melhor vinho,  que  esperar então? Algo menos que a Ressurreição?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Nesse Caminho a gente  aprende que Ele nos conhece pelo nome, mesmo no  dia seguinte àquele no qual o  tenhamos negado—então, choramos amarga e  docemente! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A Graça é a Lei do  Caminho! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E, logo se percebe, porque Ele mostra, que o Caminho é Ele  mesmo, é ser  dele e ser conhecido por Ele, e que isto nos tira todo medo, e nos   conduz à Verdade, e que é somente nela que se pode experimentar a Vida.   &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Então você olha e o vê em você! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Você já não vive?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Não!  Ele vive em você!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E quem tentará tomar para si esse ser-tabernaculo que  se move pelo e no Caminho?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Quem? &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Não esqueça, o Mais Valente, é o  que faz Mais Valer!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; No Caminho, Ele nos garante sempre! Pois é também  apenas no Caminho que  somos salvos de nos tornarmos parte de uma geração  perversa e que  espreita como ave de rapina a alma de seu próximo!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; No  Caminho, “o diabo”, está amarrado e suas possessões na casa do  coração são  saqueadas pelo Mais Valente! E “ele” está “amarrado” porque  o “escrito de  dívidas que havia contra nós e que constava de  ordenanças” foi irreversivelmente  “rasgado e encravado na Cruz”.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Nós, por isto, estamos para sempre  livres!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E quando se fala assim, se diz que a salvação humana só acontece  num  embate de Deus contra Deus, onde o próprio Deus seja o Réu-Justo, sendo   julgado pelo Justo-Juiz, o qual, sendo também o Advogado do réu-réu— o  homem—,  possa oferecer o Réu-Justo como substituto em lugar do réu-réu.  Assim é que o  Réu-Justo—aquele que recebe o castigo da mais absoluta  justiça divina contra o  réu-réu—pode ser, Ele mesmo, também, o Advogado  do réu-réu.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E, em toda a  História só há um lugar onde Deus enfrenta Deus, num  combate onde Deus ganha e  Deus perde; onde o réu é condenado e  absolvido; onde Aquele que é o Justo é  feito o Injusto; o que não teve  pecado, é feito pecado em favor do homem e de  Deus! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Somente na Cruz de Cristo Deus-enfrenta-Deus, e Deus se aniquila e  se  supera a um só tempo . Na Cruz, Deus vence a Si mesmo e Sua Misericórdia   prevalece sobre o Seu próprio juízo; sendo Suas palavras finais a  respeito desse  Combate, as seguintes: “Está consumado!” &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Ou seja: “Esta luta acabou”.  Mas para os “amigos de Jó” a luta continua  e a alma tem que sofrer todos os dias  a dor de acusações que só a  tornam menos alma e mais feia!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Nós, todavia,  não negociaremos, nem por um momento, a libertação que o  Evangelho de Cristo nós  trouxe de uma vez e para sempre da Teologia  Moral de Causa e Efeito!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Foi  para esses—os discípulos da TMCE—a quem Paulo disse: “Quanto ao  mais, ninguém me  moleste, pois eu trago no corpo as marcas de Jesus”. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; “Sem fé é impossível  agradar a Deus”. E sem Deus-contra-Deus é  impossível haver uma fé que justifique  o homem diante de Deus e que  traga a justiça de Deus para a consciência humana.  E essa certeza não  vem com explicações racionais. Ela é filha de uma inerente e   incompartilhável certeza de harmonia com Deus, mesmo no caos! E é filha  da  presença da Cruz sobre nós! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Aos amigos de Jó, o Evangelho diz que o  Senhor Jesus contou uma parábola:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Propôs também esta parábola a alguns  que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros:  &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o  outro, publicando. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo,  desta forma: Ó Deus,  Graças te dou porque não sou como os demais homens,  roubadores,  injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas  vezes  por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O publicano,  estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os  olhos ao céu, mas batia  no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim,  pecador! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Digo-vos que este  desceu justificado para sua casa, e não aquele;  porque todo o que se exalta será  humilhado; mas o que se humilha será  exaltado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Somente “os amigos de  Jó” podem ler o Evangelho de Jesus e continuar  pensando como os fariseus. A  Ética do Amor—que é a única ética do  Evangelho— nega todos os pressupostos da  Teologia Moral de Causa e  Efeito. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; A Graça inverte os pólos da Ética,  que, em Cristo, se vincula não à  Moral, mas à obediência amorosa a Deus; e se  expressa como resposta da  consciência do amor à inconsciência do próximo, mesmo  que seja o  inimigo! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E só assim se pode estar livre para agir desse modo,  porque quem vive  na Graça também já não tem mais nada a provar. Afinal, ou é ou  não é! e  também não depende nem de quem quer nem de quem corre, mas de usar Deus   de misericórdia para com esse ser humano! para conosco! os que nos  entregarmos  em fé!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Conforme o apostolo João, a si mesmo se purifica, no amor, todo  aquele  que tem em Jesus sua esperança. Dessa forma, o Evangelho insiste em que   se ande no Caminho da Vida, cuja Porta é Estreita—embora esteja aberta a  todos—e  que nos põe sobe a Lei do Amor. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Sim! o Evangelho insiste em que a Lei do  Amor é o melhor de todos os fundamentos para a vida! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E isto, para agora  usarmos outra imagem, nos faz ramos da Videira  Verdadeira, tornando-nos, assim,  pela prática da palavra-amor, Seus  ramos-discípulos. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; E dessa Videira são  cortados apenas os ramos que se auto-excluem pela  presunção de pensarem que o  ramos pode dar fruto de si mesmo. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; À esses, a Videira diz: “Sem mim nada  podeis fazer!!!” &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Assim, somos chamados a mamar o amor de Deus e a  crescermos Nele na  frutificação do amor e da misericórdia praticada uns aos  outros. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Isto fará com que o mundo nos odeie! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Afinal, o mundo,  incluindo sobretudo a moral religiosa, é feito de  todos os ramos que  auto-engaram-se crendo que o ramo pode produzir  fruto de si mesmo! &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; O  mundo são todos os ramos que não vivem da seiva da Videira, por isto secam e são  lançados ao fogo. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Todo aquele que não depende da seiva da Graça que da  Videira Verdadeira  procede—não importa quem ele seja—, jamais produzira o fruto  que  permanece, pois, este, é o fruto do amor e da vida que brota do  casamento do  ramos com a Videira-Jesus!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; Esses não são nunca amigos de Jó, pois, na  Graça, foram feitos amigos  de Jesus, pois, à esses, Ele disse tudo o que tinha  ouvido de Seu  Pai-Agricultor:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; “Quem me ama, guarda os meus mandamentos;  assim como eu amo o Pai e  guardo os Seus mandamentos. E os mandamentos, são um:  que vos amais uns  aos outros, assim como eu vos amei.” &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8711411807956075300?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8711411807956075300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/04/moral-nao-e-etica-dos-evangelhos-caio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8711411807956075300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8711411807956075300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/04/moral-nao-e-etica-dos-evangelhos-caio.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-4995635256643377947</id><published>2011-03-30T08:18:00.000-03:00</published><updated>2011-03-30T08:18:15.224-03:00</updated><title type='text'>O RACISMO NOSSO DE CADA DIA</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Aqui, no Brasil, nós não temos de enfrentar o flagelo do racismo. O brasileiro não é racista. Segundo o escritor e humorista Millôr Fernandes, nossa “democracia racial” está fundada no fato de que, aqui, no Brasil, “o negro sabe o seu lugar”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Infelizmente, isso parece ser verdade. Aqui, o negro parece saber o seu lugar na sociedade – e isso facilita as coisas para essa entidade fantasmagórica chamada “elite branca”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Uma nota pessoal: eu faço parte da “elite branca” por direito de nascença. Sou branco, heterossexual, com formação superior e de classe média alta. Ainda assim, graças aos meus pais, fui educado para abominar qualquer manifestação de racismo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Ao mesmo tempo, quando percebo que algum comentário ou atitude de minha parte possam ser vistos como racistas, eu tento corrigir isso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fTLD3Q_IzIw/TZMQtDXpFmI/AAAAAAAAAp8/oEh3VxOSuJA/s1600/racismo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" src="http://3.bp.blogspot.com/-fTLD3Q_IzIw/TZMQtDXpFmI/AAAAAAAAAp8/oEh3VxOSuJA/s400/racismo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Acredito que isso se pode falar da maioria das pessoas: muito poucos brasileiros são abertamente racistas. Aqui, entre nós, o preconceito deslavado tem outros alvos preferenciais, como a mulher, o gay, o nordestino e o pobre, por exemplo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Graças a Deus, não somos racistas, certo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Entretanto, alguns fatos teimam em contradizer o mito da “democracia racial brasileira”, uma terra mágica, na qual, independente da cor de sua pele, todos os homens (e mulheres) são iguais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Segundo artigo do jornalista Mino Carta, publicado na revista &lt;b&gt;&lt;i&gt;Carta Capital&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: “Em 2002, foram assassinados 46% mais negros do que brancos. Em 2008, a porcentagem atingiu 103%. Em outras palavras, para cada três mortos, dois tinham a pele escura. Na Paraíba, morrem 1.083% mais pretos. Em Alagoas, 974%. E, na Bahia dos blocos de Carnaval, 440%.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Ou seja, aqui, a violência policial atinge preferencialmente negros pobres. Eu, que sou branco e uso óculos, passo incólume por &lt;i&gt;blitzes&lt;/i&gt; da Polícia Militar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Recentemente, no dia 28 de março, o programa &lt;b&gt;&lt;i&gt;CQC&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, da Rede Bandeirantes, divulgou um comentário do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), no qual respondendo à uma pergunta da “cantora” Preta Gil, no quadro “O Povo quer saber”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Questionado sobre qual seria sua reação se seu filho namorasse uma negra, Bolsonaro soltou a seguinte pérola: &lt;i&gt;"Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;No dia seguinte, segundo o &lt;i&gt;UOL Notícias:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;“Uma representação assinada por 20 deputados do PSOL, PCdoB e PDT foi protocolada na noite desta terça-feira (29), na Mesa Diretora da Câmara, pedindo que a Corregedoria da Casa investigue o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por comentários racistas feitos em programa de televisão, exibido no último dia 28. Caberá agora ao presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), encaminhar a solicitação à corregedoria.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Na mesma representação, os deputados pedem também que Jair Bolsonaro seja destituído pelo seu partido, o PP, da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. De acordo com a presidente da comissão, deputada Manuela D'ávila (PCdoB-RS), que também assinou a representação, uma pessoa que não defenda os direitos humanos não deve atuar na comissão voltada para esse fim”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;Mas, graças a Deus, nós não somos racistas, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-4995635256643377947?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/4995635256643377947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-racismo-nosso-de-cada-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4995635256643377947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4995635256643377947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-racismo-nosso-de-cada-dia.html' title='O RACISMO NOSSO DE CADA DIA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-fTLD3Q_IzIw/TZMQtDXpFmI/AAAAAAAAAp8/oEh3VxOSuJA/s72-c/racismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-3211046044524629315</id><published>2011-03-28T23:15:00.000-03:00</published><updated>2011-03-28T23:15:05.721-03:00</updated><title type='text'>GABRIELA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, no início da noite, recebi uma mensagem de texto me informado que a minha segunda sobrinha, a Gabriela, veio ao mundo. Filha muito esperada de Diego e Suelen.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu, o tio porra-louca, mando beijos e abraços de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que ela tenha toda a alegria e o amor que houverem nessa vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gabi, Bem-Vinda!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Graça, Paz &amp;amp; Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-3211046044524629315?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/3211046044524629315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/gabriela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3211046044524629315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3211046044524629315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/gabriela.html' title='GABRIELA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-5245239488101039959</id><published>2011-03-28T11:16:00.001-03:00</published><updated>2011-03-28T15:41:12.506-03:00</updated><title type='text'>HOMENAGEM A JOSÉ COMBLIN</title><content type='html'>&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;Faleceu ontem, pela manhã, o teólogo José Comblin, um dos expoentes da Teologia da Libertação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TXE7vC6Xwko/TZCX3ul427I/AAAAAAAAAp4/hm0-DFNC8b0/s1600/comblin.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-TXE7vC6Xwko/TZCX3ul427I/AAAAAAAAAp4/hm0-DFNC8b0/s400/comblin.jpg" width="304" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;Comblin  era de origem belga, mas viveu muitos anos radicado no Brasil, no  sertão da Paraíba, onde ajudou a organizar movimentos populares ligados  às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;Comblin, que foi um dos líderes na luta contra as ditaduras militares na América Latina, tinha 88 anos de idade&lt;span class="text_exposed_hide"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A  ação cristã vai buscar a pessoa esquecida, a pessoa que não cabe dentro  das estruturas e das categorias e coloca essa pessoa no centro da  atenção. Trata-se de um descobrimento da pessoa negada pela sociedade  estruturada e estabelecida". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A libertação não consiste numa  mudança de estruturas sociais, o que teria por conseqüência a pura  substituição de certos grupos dominantes por outros sem mudar o valor  fundamental que é a segurança. Uma humanidade livre é uma humanidade que  se deixa interpelar por todas as pessoas que não lhe oferecem nenhum  interesse, nenhum valor, que não oferecem nenhum poder novo, nenhuma  garantia, mas apenas riscos e ameaças de perturbação".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;Trechos extraídos do livro "A Ação Cristã", publicado pela Editora Paulus. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-5245239488101039959?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/5245239488101039959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/homenagem-jose-comblim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5245239488101039959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5245239488101039959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/homenagem-jose-comblim.html' title='HOMENAGEM A JOSÉ COMBLIN'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-TXE7vC6Xwko/TZCX3ul427I/AAAAAAAAAp4/hm0-DFNC8b0/s72-c/comblin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1030694397972366213</id><published>2011-03-28T09:33:00.000-03:00</published><updated>2011-03-28T09:33:40.135-03:00</updated><title type='text'>MACBETH: UM ESTUDO SOBRE O MAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há muitos anos, sou fã do dramaturgo inglês William Shakespeare. Em sua obra, admiro os temas abordados: amor, ambição e ciúme, por exemplo. E também adoro a forma como ele os trata, com palavras inesquecíveis, que ficam gravadas na mente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre os trabalhos de Shakespeare que admiro, está em destaque a tragédia &lt;i&gt;Macbeth&lt;/i&gt;, escrita provavelmente entre 1603 e 1607. Nesta peça, temos um estudo sobre o mal que se esconde no coração humano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-l3n_nCYQd_0/TZB-i-OiIjI/AAAAAAAAApw/W8624aOdVTA/s1600/MacbethArt2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-l3n_nCYQd_0/TZB-i-OiIjI/AAAAAAAAApw/W8624aOdVTA/s400/MacbethArt2.jpg" width="340" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; A história é razoavelmente simples: depois de uma batalha contra rebeldes, os generais (&lt;i&gt;thanes&lt;/i&gt;) Macbeth E Banquo estão retornando à corte de Duncan, rei da Escócia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meio do caminho, durante a noite, ambos encontram três bruxas, provavelmente a &lt;i&gt;Hecatae &lt;/i&gt;das lendas gregas. As bruxas, então, saúdam o general vitorioso: "Salve, Macbeth, thane de Glamis!", diz a primeira mulher. "Salve, Macbeth, thane de Cawdor", grita a segunda. "Salve, Macbeth, rei da Escócia", completa a última das bruxas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Segundo Shakespeare, na época haviam três generais (thanes), que obedeciam a uma ordem hierárquica. Macbeth, como Thane de Glamis, estaria em uma posição intermediária. Acima dele, hierarquicamente, estariam o Thane de Cawdor e o Rei.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O general Macbeth, que havia retornado de um massacre de camponeses rebeldes, entende a saudação das bruxas como uma premonição de seu futuro. Um dia, ele será Rei.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo em seguida, como que a confirmar as palavras das bruxas, Macbeth é informado de que foi promovido a Thane de Cawdor, uma vez que o nobre que ocupava este posto havia sido preso por traição e executado.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E isso basta. A partir desse encontro com as três entidades, a mente de Macbeth passa a ser comandada por essa obsessão. Ele se tornará Rei da Escócia um dia, afinal. Este é seu destino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UDJnWhnOEYg/TZB-TGNtxpI/AAAAAAAAAps/F2W8k7dTGsk/s1600/macbeth1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-UDJnWhnOEYg/TZB-TGNtxpI/AAAAAAAAAps/F2W8k7dTGsk/s400/macbeth1.jpg" width="321" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Orson Welles como &lt;b&gt;Macbeth&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com suas ambições alimentadas por sua esposa, Lady Macbeth, o general, por fim, assassina o Rei Duncan, seu primo, enquanto este pernoitava em sua casa. A profecia das três bruxas se realiza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas Macbeth, agora Rei da Escócia, não se sente seguro em sua nova posição. Tomado de desconfiança, assassina Banquo, seu amigo, por este saber do encontro com as bruxas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-S1oMbOW7HY0/TZB_z4T4L5I/AAAAAAAAAp0/vBOxj_V-faE/s1600/luis-melo1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://1.bp.blogspot.com/-S1oMbOW7HY0/TZB_z4T4L5I/AAAAAAAAAp0/vBOxj_V-faE/s400/luis-melo1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Macbeth, depois de assassinar Duncan.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Cena de &lt;b&gt;Trono de Sangue&lt;/b&gt;, de Antunes Filho, com Luis Mello.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E Macbeth continua inseguro, o que resulta em um banho de sangue. E vemos o rei , e antes, sua esposa, serem devorados pela culpa que sentem pelos seus crimes, até o seu final trágico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Macbeth&lt;/i&gt;, a peça, mostra como um homem normal, o general Macbeth pode ser corrompido por uma simples sugestão. E que, uma vez aceita a "necessidade" de se cometer um ato hediondo - no caso, o assassinato de Duncan - o mal se aloja em seu coração definitivamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto dessa interpretação dessa peça de Shakespeare. &lt;i&gt;Macbeth&lt;/i&gt; é um estudo literário sobre os mecanismos do mal, sobre a forma como o mal atua em nossas mentes e corações, até nos transformar em pessoas completamente diferentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; No caso do general, que, aparentemente, até o primeiro encontro com as bruxas, era um homem razoavelmente decente, bastou uma sugestão para que ele se corrompesse.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a peça mostra até que ponto - a que distância - essa corrupção pode chegar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mais informações a repeito da peça, visite &lt;b&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Macbeth&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Graça, Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1030694397972366213?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1030694397972366213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/macbeth-um-estudo-sobre-o-mal.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1030694397972366213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1030694397972366213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/macbeth-um-estudo-sobre-o-mal.html' title='MACBETH: UM ESTUDO SOBRE O MAL'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-l3n_nCYQd_0/TZB-i-OiIjI/AAAAAAAAApw/W8624aOdVTA/s72-c/MacbethArt2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-2274730863385879603</id><published>2011-03-27T07:20:00.004-03:00</published><updated>2011-03-27T07:39:08.441-03:00</updated><title type='text'>UM NAZISTA EM ATIBAIA (SP)</title><content type='html'>&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Depois do fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), as potências vencedoras do conflito - EUA, Inglaterra e a ex-URSS - começaram uma nova batalha: caçar, identificar e punir oficiais nazistas envolvidos no massacre de mais de seis milhões de judeus na Europa. Estima-se que a guerra tenha custado mais de 45 milhões de mortes.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para escapar da prisão e da provável execução, vários militares alemães emigraram para outros países fora da Europa, onde viveram com nomes falsos. Para o Brasil, provavelmente com o apoio do governo Dutra, um provável simpatizante do nazi-fascismo, fugiram homens como Gustav Franz Wagner, Josef Mengele e Franz Stangl.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esses são os conhecidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Gustav  Franz Wagner, nascido em Viena (Áustria), em 1910,&amp;nbsp; foi&amp;nbsp; integrante da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Schutzstaffe&lt;/i&gt;l, ou apenas SS, nazista, e ficou famoso como comandante do campo de concentração de Sobibor, na Polônia, onde morreram  250 mil judeus. Ele era conhecido como "A Besta".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cafZcSqFnWk/TY8NfivdhII/AAAAAAAAApg/MDUn5LVf5P4/s1600/images1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-cafZcSqFnWk/TY8NfivdhII/AAAAAAAAApg/MDUn5LVf5P4/s400/images1.jpg" width="281" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Gustav Wagner, "A Besta"&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por sua entusiasmada participação no extermínio de civis desarmados, ato que requer grande coragem, como sabemos, Wagner recebeu a condecoração &lt;i&gt;Cruz de Ferro&lt;/i&gt; do regime nazista. Mas, com a derrota alemã na guerra, foi condenado à morte&lt;i&gt; in absentia&lt;/i&gt; (apesar de sua ausência), no Julgamento de Nuremberg.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Eup1PrPVOwE/TY8PMSFe9KI/AAAAAAAAApo/hmIppfXG8Zc/s1600/Sobibor.death.camp_pic.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-Eup1PrPVOwE/TY8PMSFe9KI/AAAAAAAAApo/hmIppfXG8Zc/s400/Sobibor.death.camp_pic.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Prisioneiros judeus em Sobibor (Polônia)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas, a esta altura do campeonato, Wagner, agora conhecido como Gunther Mendel, já criava animais e hortaliças em um pequeno sítio nos arredores de Atibaia, na Grande São Paulo. Ele tinha recebido um visto de residência permanente no Brasil em 12 de abril de 1950.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YDCBaUiP9x8/TY8Ntj4R0xI/AAAAAAAAApk/ZP3NEP_XjjU/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-YDCBaUiP9x8/TY8Ntj4R0xI/AAAAAAAAApk/ZP3NEP_XjjU/s400/images.jpg" width="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Wagner, já idoso, quando morava em Atibaia (SP)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Wagner, ou Mendel, foi preso pelo Departamento de Ordem Política e Social (Deops) de São Paulo,&amp;nbsp; durante as investigações sobre uma festa em homenagem a Hitler, da qual teria participado. Depois disso, ele foi reconhecido por sobreviventes de Sobibor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Importante ressaltar que o Deops era a polícia política da ditadura militar brasileira e que, em seus porões, centenas de estudantes, trabalhadores, religiosos e membros da luta armada anti-ditadura foram torturados e mortos sem piedade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apesar de Wagner ter sido reconhecido como um dos carniceiros alemães, o governo brasileiro terminantemente se recusou a extradita-lo, apesar das solicitações de Israel, Áustria e da então Alemanha Ocidental.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Aparentemnte, nós gostamos de torturadores e assassinos em massa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em 1980, dois anos depois de ter sido reconhecido por sobreviventes de Sobibor como comandante do campo, Wagner cometeu suicídio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em entrevista à rádio BBC inglesa, em 1979, Wagner, quando perguntado sobre se sentia remorsos pelos seus atos - o gerenciamento administrativo do extermínio de 250 mil pessoas - afirmou: "Eu não tinha sentimentos. Aquilo virou apenas outro trabalho. À noite (no campo), nós nunca discutíamos o nosso trabalho. Nós só bebíamos e jogávamos cartas". &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Texto esxrito com informações da revista &lt;b&gt;&lt;i&gt;Época &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;e do &lt;i&gt;website&lt;/i&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;Wikipedia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-2274730863385879603?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/2274730863385879603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/um-nazista-em-atibaia-sp.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2274730863385879603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2274730863385879603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/um-nazista-em-atibaia-sp.html' title='UM NAZISTA EM ATIBAIA (SP)'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cafZcSqFnWk/TY8NfivdhII/AAAAAAAAApg/MDUn5LVf5P4/s72-c/images1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-5097772209655198938</id><published>2011-03-26T19:42:00.002-03:00</published><updated>2011-03-26T19:42:35.303-03:00</updated><title type='text'>CAIO FÁBIO FALA SOBRE SEXO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;A presente entrevista foi publicada numa revista destinada ao público punk.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Segue na íntegra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;---------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;-----Original Message----- &lt;br /&gt;From: Silas Fiorotti  &lt;br /&gt;Sent: quarta-feira, 15 de outubro de 2003 15:37 &lt;br /&gt;To: caio fabio &lt;br /&gt;Subject: ENTREVISTA COM CAIO FÁBIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;Olá, rev. Caio Fábio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Fico muito agradecido por sua atenção. Segue abaixo as perguntas da entrevista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Lembro  o senhor que esta edição do Fanzine vai falar sobre sexo, e caso tenha  alguma colaboração extra, pode enviar que será muito útil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;Um forte abraço e que Deus abençoe!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;Silas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;ENTREVISTA COM CAIO FÁBIO SOBRE SEXO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;1)  Esta edição do Fanzine fala sobre sexo, então é inevitável fazer  algumas perguntas. Qual a função do sexo? E qual o lugar que ele deve  ocupar em nossas vidas, e que importância ele tem pra nós?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: Sexo é a expressão da vida como prazer e sabor. É o ápice da  capacidade de sentir, trocar e experimentar todos os sentidos em  plenitude. Sexo é bem mais que as pessoas imaginam. É mais que a  penetração e as trocas físicas. Pouca gente sabe o que é a experiência  sexual em plenitude. A objetização do ato quase sempre impede a viagem  ao êxtase e à plenitude do prazer. O mergulho nas águas profundas dessa  experiência demanda mais do que corpo. Demanda alma e espírito  desinibidos e livres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Sem profunda intimidade e espiritualidade, nunca haverá êxtase no sexo., mas apenas, no máximo, orgasmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;O sexo mexe com a essência humana, por isso sua objetização nos dissolve e sua supressão nos achata. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Sexo  é parte essencial da vida e do crescimento humano de qualquer pessoa  saudável. As exceções existem. São os seres celibatários. Tais exceções,  não tendo sido estabelecidas pela repressão, devem ser tratadas como  vocações a serem respeitadas, desde que haja voluntariedade e  espontaneidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;2) O senhor foi um dos primeiros evangélicos a falar sobre sexo em seus  livros, e com uma linguagem acessível e próxima dos jovens cristãos, e  sem ser doutrinária. A igreja evangélica tem se mantido como uma  instituição extremamente repressora e vem colhendo muitos frutos  contrários aos esperados. Por que os líderes evangélicos (você também se  encaixa nisso), não contam suas experiências, percalços e frustrações  na adolescência e juventude, e contextualizam a função do sexo para os  nossos dias, ao invés de recorrerem a correlações diretas com passagens  bíblicas que diziam respeito a sociedade judaica de no mínimo 20 séculos  atrás?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: Meu primeiro livro sobre o tema foi infantil. Foi escrito aos 22 anos  de idade e após o "trauma da conversão". Como “antes” eu poderia ser  incluído na categoria dos "dissolutos"—minha atividade sexual começou  muito precocemente—, com a conversão fiz um movimento inconscientemente  pendular. Fui para o pólo oposto. Então saiu um livro meu que eu não  recomendo para ninguém, chamado "Abrindo o Jogo Sobre o Namoro". Aquele é  um livro que deve ser lido ao contrário: quase tudo o que digo que não  pode é justamente aquilo que a "conversão" fizera supressão em mim.  Assim, minhas "proibições pessoais" viraram cartilha. Em três anos no  máximo eu estava querendo tirar o livro do "mercado". Ele não condizia  nem com a Bíblia e nem a condição humana. Depois disso, entretanto, fiz  palestras que viraram livros, e que são infinitamente mais próximos do  mundo real. Mas tudo foi um processo. Sexo é tema de neurose no  ocidente, e na comunidade evangélica ele atinge o clímax de sua  expressão como enfermidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Eu  perdi a virgindade com cinco anos de idade. Minha babá de 13 anos fez o  serviço. Daí eu ter crescido sem nunca dissociar a mim mesmo da  experiência sexual. O que acontece aos meninos aí pelos 15 ou 16 anos já  estava instalado em mim desde sempre. O mais está contado em meu livro  "Confissões de um Pastor". Não posso ser acusado de "falta de  contextualização" na minha abordagem sobre sexo e sexualidade desde os  25 anos de idade. E, no meu site, o &lt;a href="http://www.caiofabio.net/"&gt;www.caiofabio.net&lt;/a&gt;,  tais expressões de "contextualização" atingiram sua plenitude até aqui.  Quanto aos "frutos" que a igreja evangélica está colhendo, só posso  dizer que são coerentes com a lógica da doença que nela se instalou:  quanto mais reprimido for o consciente, mais tarado e adoecido será o  inconsciente. A igreja evangélica é o “ente social” sexualmente mais  enfermo que eu conheço no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;3) Promiscuidade sexual, relações homossexuais, com animais, objetos,  masturbação, enfim; até onde o uso do corpo é normal e sadio, e segundo o  padrão de quem?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: Sobre esses temas eu recomendo uma visita ao meu site, especialmente à  seção de Cartas. Lá trato de tudo, e do mais aberto possível,  respeitando os limites da mídia em questão, a Internet. Lá só não  publico minhas respostas às questões mais cruentas, como é o caso, por  exemplo, de pessoas com a fixação em relacionamento com animais. E  também poupo as pessoas das respostas sobre os “fetiches” sexuais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Os limites para o corpo estão estabelecidos não nele mesmo, mas na alma. O corpo aceita quase tudo. A alma não. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Desde  o Éden que a mente humana cogita a possibilidade de encontro com  animais. Foi Adão quem percebeu a "impossibilidade" de que isso gerasse  algo sadio, e também à sua própria altura—conforme o Gênesis, e antes  mesmo da Queda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;É  interessante que na narrativa bíblica da criação,a mulher vem como  resultado do homem não ter encontrado um par que lhe servisse. E não  encontrou, sobretudo, porque no sexo há mais que possibilidade de  acoplagem de pedaços do corpo. Tem que haver encontro de seres, de  almas, de imaterialidades. Violar esse valor trás dês-construção para  qualquer alma humana. Pecado é escolher, conscientemente, a doença como  modo de viver. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Mas  quando mecanismos de "bestialidade", por exemplo, se instalam numa  pessoa, nada ajudará tal individuo a sair desse buraco se não for  justamente o oposto dele; ou seja: a total dês-tensão, que é o que  desmobiliza a compulsão, a tara. Tenho casos de pessoas que buscavam  animais para ter relações sexuais—gente de igreja e líderes—, e que só  ficaram livres da compulsão depois que foram ajudadas a ver que aquilo  não era moral, era psicológico. E que o "pecado" não é contra Deus, é  contra elas mesmas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;A  noção de pecado só ajuda um ser humano em duas perspectivas: quando ele  consegue enxergar aquilo contra ele mesmo e como doença; e, sobretudo,  quando ele fica sabendo que pode ter paz para caminhar até entrar na Paz  em relação à questão. Ou seja: quando você tira a Lei e apresenta a  Graça à pessoa, e ela descansa. Ora, tal descanso não dilui o ser, mas  ao contrario, o fortalece para tratar a si mesmo sem os rigores da  condenação do inferno, que quando presentes drenam toda sua energia para  a construção do que seja bom. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Só  então o indivíduo caminha para a pacificação e para a saúde. Nunca a  repressão fará uma alma melhor. Somente a consciência descansada promove  essa elevação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;4) As campanhas falam para usarmos camisinha , para evitarmos as dst´s.  Até onde essas campanhas seriam verdadeiras, e o que deveria ser feito  sobre o assunto?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: As campanhas são importantes. A "igreja" não fala do assunto porque  parte de uma lógica farisaica. Ele entende que falar significa  estimular. Então, a fim de manter o "moralismo" não ajuda a impedir  males bem maiores, e que atentam contra a vida. É o tal do "coem o  mosquito e engolem o camelo", acerca do qual Jesus falou. Nosso mundo  não é ideal. É apenas real. E enquanto a "igreja" não parar de falar de  um mundo que não existe na terra, ela vai estar apenas sendo a mais  terrível e desumana participante dos processos que trabalham contra a  realidade e a vida. A omissão da "igreja", sempre presa à sua própria  imagem, é o pior ídolo que é cultuado dentro dela mesma. A "igreja"  cultua a si mesma: sua imagem e sua própria arrogância como  "representante" de Deus. Jesus é apenas o pretexto para o culto de si  mesma e para o rigor ascético da "igreja". Ele diz glorificar a Jesus,  mas não se dá conta de Ele é um estranho para ela, e que se entrasse  porta à dentro sem dizer que era Ele mesmo, seria expulso logo a seguir.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;5) Muitos cristãos defendem a teoria de que todo casal deve gerar pelo  menos um filho para multiplicação da descendência. Essa interpretação  das Escrituras já não estaria ultrapassada para os nossos dias,  principalmente pela superpovoação do planeta e pela condição  sócio-econômica de muitos casais; sem falar na miséria? Não seria muito  mais justo a adoção, já que a descendência hoje não implica ter o mesmo  sangue?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: Ora, essa é uma idiotice "católica". Nesse sentido os "evangélicos"  são menos neuróticos. Pessoalmente esta sempre foi a minha tese. Gênesis  2: 24-25 nos diz que homem e mulher deixam pai e mãe, se unem, e  tornam-se uma só carne. Isto é casamento. O "crescei e multiplicai" foi  falado numa terra onde não havia humanos. Nos dias de hoje seria: "Gerai  responsavelmente, e adotai generosamente". Eu tenho uma filha adotada. E  sei que não existe diferença. O sangue é menos que um detalhe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;6) O senhor teve um caso extraconjugal que lhe rendeu a exclusão do rol  dos grandes líderes evangélicos. Eles não mereciam você e escolheram  você como um bode expiatório, ou você se entregou para o sacrifício?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: Eu não tive um caso extraconjugal. Tive um relacionamento conjugal.  Meu "casamento formal", aos 19 anos, foi muito mais um caso  "extra-conjugal" que o "acontecido", e que "escandalizou" a tantos. Veja  como uma coisa é a “aparência” e outra é a “verdade do coração”. Quanto  ao "bode" ou ao "cordeiro"—qualquer deles vão para o "sacrifício".  Creio que fui um pouco de ambos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;De  um lado o "bode" carregou a projeção das doenças e sombras de uma  comunidade que fala de luz, mas prefere as trevas; fala de verdade, mas  prefere a mentira; fala, mas vive de "imagem". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;De  outro lado, houve a opção de não deixar a minha vida presa ao circo das  imagens, ao presépio das falsidades e das farsas. Ninguém me flagrou  fazendo nada. Eu contei. E, pela misericórdia de Deus, sobrevivi até  aqui às conseqüências. Mas não há nenhuma "messianidade" no meu ato. O  fiz por mim mesmo. Não pedia a Deus que aquele fosse um ato "vicário", e  nem tampouco o fiz num acesso de altruísmo, visando abrir caminho para  milhões que vivem no jugo da mentira. O que vem acontecendo depois, com  milhares e milhares de pessoas me procurando para "abrirem" o coração, é  pura continuidade da Graça de Deus. Mas não foi premeditado por mim.  Quanto ao "rol dos grandes lideres", nunca estive lá por conta própria.  Fui e sou um caso de tirania da Graça de Deus. Passei a vida falando as  coisas que aqui digo, e quanto mais as digo, as faço e as falo, mas sou  ouvido. Até os meus "inimigos" sabem que o que estou dizendo corresponde  à realidade. Eles não gostam apenas porque fazem parte dessa "coisa",  não porque possam contestá-la, ou dizer que estou exagerando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;7) Depois de ter seu nome envolvido num escândalo político que denegriu  sua imagem, qual a lição que você tirou de tudo isso? E o que você diria  pra quem está começando um trabalho social hoje e se vê obrigado a  lidar com burocracia e política?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: Nunca confie em nenhum político. Nem nos melhores. E, especialmente,  nos mais ideológicos. Esses são os que mais cultuam as suas próprias  imagens, e o deus deles pode se camuflar com as roupagens da "ética";  mas, ainda assim, não passa de culto à imagem. Nesse caso sim, mesmo  reconhecendo que um homem com minha consciência não poderia ter si  permitido ir até onde me foi insistentemente solicitado, sei que a  responsabilidade pelo "desfecho" foi de "alguns amigos", políticos, e  que me atormentaram durante meses insistindo em que eu "apurasse" para  eles a história. No final fiquei sozinho, e tenho poupado o nome deles  até hoje. E por que? Porque aprendi que antes de ser cristão o sujeito  tem que aprender a ser homem, e também que cada um faça na vida as suas  próprias retratações. As minhas estão feitas. As deles, Deus sabe, ainda  estão todas por serem feitas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;8) Valeu pela entrevista e que Deus continue te abençoando. Fale o que quiser.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;R: Gostaria que quem quer que deseje aprofundar esses temas e muitos outros, visitasse o meu site &lt;a href="http://www.caiofabio.net/"&gt;www.caiofabio.net&lt;/a&gt;. Temos tido um quantidade assombrosa e espontânea de visitações, e há um processo novo sendo deflagrado à partir dele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;Caio&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-5097772209655198938?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/5097772209655198938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/caio-fabio-fala-sobre-sexo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5097772209655198938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5097772209655198938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/caio-fabio-fala-sobre-sexo.html' title='CAIO FÁBIO FALA SOBRE SEXO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-2673525589867834234</id><published>2011-03-25T12:17:00.000-03:00</published><updated>2011-03-25T12:17:08.498-03:00</updated><title type='text'>MAIS DO MESMO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A inevitável verdade de que fiquei mais velho - e sigo envelhecendo devagar, um segundo por vez - não parece assim tão assustadora.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, eu me prefiro assim, modelo 2011, do que, por exemplo, a versão de 2009. Sem papas na língua, dois anos atrás, eu estava um caco.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns poucos amigos se lembram disso e, como são bons amigos, não comentam nada sobre isso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Nossa, Thiagão! Você está com uma energia boa!", alguns amigos, e amigas, mais espiritualistas, arriscam, de vez em quando.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, eu decidi me importar com as coisas que realmente fazem diferença de um tempo pra cá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, sim, isso é bom!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Graça, Paz &amp;amp; Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-2673525589867834234?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/2673525589867834234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/mais-do-mesmo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2673525589867834234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2673525589867834234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/mais-do-mesmo.html' title='MAIS DO MESMO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-2773284782110630556</id><published>2011-03-24T06:17:00.001-03:00</published><updated>2011-03-24T06:18:48.421-03:00</updated><title type='text'>35 ANOS DEPOIS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje é meu aniversário de 35 anos. Ou seja, nasci em 24 de março de 1976, por volta das 10 horas da manhã, em Santos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se chovia ou fazia sol. E pouco importa. Hoje faz sol. Na verdade, eu acho que vai fazer sol, porque são seis horas da manhã e ainda não amanheceu; o sol apenas se insinua, por enquanto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu gostaria muito de escrever algo profundo e comovente. Ou, que eu pudesse, como Júlio César, o primeiro a tentar construir o Império Romano - tarefa que coube ao seu afilhado, Augustus, afirmar algo como: Vini, Vidi, Vici! (Vim, Vi e Venci, em latim).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas não posso. E não sei se vou poder, algum dia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário, eu digo, como Bob Marley, um dos meus heróis pessoais: "Lord, I gotta keep on movin".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, eu tenho de continuar me movendo... Seja pra fente, pra trás, ou em círculos... Mas tenho de continuar me movendo, mesmo quando chega aquela vontade imensa de ficar quieto, em silêncio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizem que devemos contar nossas bençãos - e agradecer a Deus por elas -&amp;nbsp; todos os dias, especialmente no dia de nosso aniversário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um coração agradecido é um coração saudável. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tenho as bençãos públicas, coisas sobre as quais eu posso falar e escrever; mas tenho também algumas bençãos particulares, que devem ser mencionadas em solidão, ou para uma ou duas pessoas especiais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, eu não tenho muito a escrever neste aniversário. Sou um projeto ambulante. E isso é bom...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim! Eu estava certo: o sol saiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-2773284782110630556?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/2773284782110630556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/35-anos-depois.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2773284782110630556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2773284782110630556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/35-anos-depois.html' title='35 ANOS DEPOIS'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-2035924944401861670</id><published>2011-03-21T09:49:00.000-03:00</published><updated>2011-03-21T09:49:05.831-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-kfJiGfmsZRw/TYdJFc36Z3I/AAAAAAAAApc/EyLtVX6KxOk/s1600/shrek-gato-con-botas1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="351" src="https://lh3.googleusercontent.com/-kfJiGfmsZRw/TYdJFc36Z3I/AAAAAAAAApc/EyLtVX6KxOk/s400/shrek-gato-con-botas1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-2035924944401861670?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/2035924944401861670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/blog-post_21.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2035924944401861670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2035924944401861670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/blog-post_21.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-kfJiGfmsZRw/TYdJFc36Z3I/AAAAAAAAApc/EyLtVX6KxOk/s72-c/shrek-gato-con-botas1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-4634016734127952046</id><published>2011-03-20T10:15:00.002-03:00</published><updated>2011-03-20T10:31:06.591-03:00</updated><title type='text'>SE PUDER, LEIA COM OLHOS AMOROSOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, pela manhã - na verdade, desde ontem, para ser honesto - eu resolvi romper um relacionamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os motivos para o rompimento, mesmo que pessoais, podem ser resumidos a uma simples frase: eu não posso e não vou esperar por algo que parece que não vai acontecer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, no fundo, no fundo, o problema tem a ver com a minha impaciência e essa mania de querer ver tudo resolvido assim que possível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, resoluções nem sempre dependem só de nós.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma nota pessoal: Sei que você lê este &lt;i&gt;blog&lt;/i&gt; e sei que você sabe sobre o que estou falando. E eu sinto muito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, existe uma chance mínima de que a minha impaciência - se vista com olhos carinhosos - possa lhe motivar a fazer algo que, espero, você queira fazer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou não...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe, um dia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda assim, com todo o carinho, Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-4634016734127952046?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/4634016734127952046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/se-puder-leia-com-olhos-amorosos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4634016734127952046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4634016734127952046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/se-puder-leia-com-olhos-amorosos.html' title='SE PUDER, LEIA COM OLHOS AMOROSOS'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8215193424415702112</id><published>2011-03-20T08:17:00.001-03:00</published><updated>2011-03-20T08:18:29.391-03:00</updated><title type='text'>A CONVERSÃO DE SAULO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-wY6T0sVHf98/TYXhNWTN_tI/AAAAAAAAApY/rGH-6Xfnzco/s1600/caravaggio-the-conversion-of-saul-1600-large-on-ground.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="https://lh4.googleusercontent.com/-wY6T0sVHf98/TYXhNWTN_tI/AAAAAAAAApY/rGH-6Xfnzco/s640/caravaggio-the-conversion-of-saul-1600-large-on-ground.jpg" width="512" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A conversão de Saulo, segundo Michelangelo Caravaggio, pintor italiano do século XVI. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saulo, mais tarde conhecido como o apóstolo cristão Paulo, era um judeu, da seita dos Fariseus, responsável pela caça e extermínio dos cristãos, que, em sua opinião, eram uma "seita malévola".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se encaminhava à cidade de Damasco, Saulo foi cegado por uma visão de Jesus - "Saulo, por que me persegues", Ele teria dito - e sua vida nunca mais foi a mesma.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu acredito nessa história, pois ela é improvável. Ou, melhor dizendo, se não tivesse acontecido - e sabemos que a existência de Paulo, como personagem histórico, é inegável - seria impossível simplesmente inventá-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8215193424415702112?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8215193424415702112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/conversao-de-saulo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8215193424415702112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8215193424415702112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/conversao-de-saulo.html' title='A CONVERSÃO DE SAULO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-wY6T0sVHf98/TYXhNWTN_tI/AAAAAAAAApY/rGH-6Xfnzco/s72-c/caravaggio-the-conversion-of-saul-1600-large-on-ground.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-7280546337082368386</id><published>2011-03-19T21:42:00.000-03:00</published><updated>2011-03-19T21:42:53.255-03:00</updated><title type='text'>DO JORNAL AGORA: EDUCAÇÃO TUCANA EM SP</title><content type='html'>&lt;h1 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Piora o desempenho de estudantes em português&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div id="articleBy"&gt;  &lt;b&gt;Caio do Valle&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do &lt;b&gt;Agora; matéria publicada em 19 de março de 2011.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Piorou o desempenho dos alunos do 3º ano do ensino médio da rede  estadual em língua portuguesa no ano passado, mostram os resultados do  Saresp (avaliação do governo estadual) divulgados ontem pela Secretaria  de Estado da Educação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-bdRK_VwHvio/TYVMwp5G2CI/AAAAAAAAApU/V1rtN6r_1EY/s1600/jose-serra_professores.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="280" src="https://lh6.googleusercontent.com/-bdRK_VwHvio/TYVMwp5G2CI/AAAAAAAAApU/V1rtN6r_1EY/s320/jose-serra_professores.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Serra durante a greve dos professores. Ele é do Bem!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; No comparativo com 2009, a queda foi de 8,9 pontos, passando de 274,6  para 265,7 --a avaliação vai de 0 a 500. Estudantes do 9º ano do ensino  fundamental também apresentaram recuo na disciplina: a pontuação deles  caiu de 236,3 para 229,2 pontos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; A tendência de retração nos índices é verificada em quatro das seis  pontuações divulgadas pelo governo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, no caso dos estudantes  do 3º ano do ensino médio, cresceu o percentual dos que tiveram  desempenho considerado "insuficiente" em conhecimentos de português --os  que estão nesse nível subiram de 29,5% há dois anos para 37,9% agora. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-7280546337082368386?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/7280546337082368386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-jornal-agora-educacao-tucana-em-sp.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7280546337082368386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7280546337082368386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-jornal-agora-educacao-tucana-em-sp.html' title='DO JORNAL AGORA: EDUCAÇÃO TUCANA EM SP'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-bdRK_VwHvio/TYVMwp5G2CI/AAAAAAAAApU/V1rtN6r_1EY/s72-c/jose-serra_professores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8680410624399110166</id><published>2011-03-19T21:12:00.000-03:00</published><updated>2011-03-19T21:12:32.575-03:00</updated><title type='text'>E, NO CHILE...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-1bUW3X0Zu-0/TYVGTEbszxI/AAAAAAAAApQ/pKq9RhGAJrE/s1600/obama.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="https://lh6.googleusercontent.com/-1bUW3X0Zu-0/TYVGTEbszxI/AAAAAAAAApQ/pKq9RhGAJrE/s640/obama.jpg" width="494" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8680410624399110166?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8680410624399110166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/e-no-chile.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8680410624399110166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8680410624399110166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/e-no-chile.html' title='E, NO CHILE...'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-1bUW3X0Zu-0/TYVGTEbszxI/AAAAAAAAApQ/pKq9RhGAJrE/s72-c/obama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-6155618809768255115</id><published>2011-03-19T21:06:00.000-03:00</published><updated>2011-03-19T21:06:40.335-03:00</updated><title type='text'>DESSERVIÇO PÚBLICO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-FXQb7RWczPc/TYVEjOGKRRI/AAAAAAAAApM/Ek4umFMTxhQ/s1600/kassab.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="291" src="https://lh4.googleusercontent.com/-FXQb7RWczPc/TYVEjOGKRRI/AAAAAAAAApM/Ek4umFMTxhQ/s640/kassab.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;A nova cédula vigente na cidade de São Paulo.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Ela visa facilitar a exploração do povo pelo transporte "público".&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-6155618809768255115?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/6155618809768255115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/desservico-publico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6155618809768255115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6155618809768255115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/desservico-publico.html' title='DESSERVIÇO PÚBLICO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-FXQb7RWczPc/TYVEjOGKRRI/AAAAAAAAApM/Ek4umFMTxhQ/s72-c/kassab.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-4934399983155003269</id><published>2011-03-19T18:58:00.001-03:00</published><updated>2011-03-19T19:02:19.999-03:00</updated><title type='text'>DEUS E O DINHEIRO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A proposta deste texto é oferecer algumas considerações sobre as relações entre a Espiritualidade - entendida como um exercício constante em busca de Deus - e o Dinheiro, aqui, visto como o apego ao conforto material, e a consequente busca por acumulação de bens e posses.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-mRt0wHEdBRA/TYUjWeLLXnI/AAAAAAAAApE/Iu2LoF1GBAA/s1600/dinheiro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="363" src="https://lh6.googleusercontent.com/-mRt0wHEdBRA/TYUjWeLLXnI/AAAAAAAAApE/Iu2LoF1GBAA/s400/dinheiro.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo que esta postagem não tenha como objetivo mais do que oferecer algumas ideiais iniciais sobre o tema, e isso de forma absolutamente despretensiosa, tendo como base apenas reflexões pessoais, sobre as quais eu sou inteiramente responsável, seria interessante o autor se posicionar a respeito. Logo, é o que vou fazer agora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha opinião, estritamente pessoal, tem como base duas premissas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira: o dinheiro é malévolo por sua própria natureza.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, a segunda: entretanto, apesar disso, não é possível viver sem dinheiro na atual sociedade, em que somos obrigados a sobreviver.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira premissa é uma afirmação categórica que, neste momento, com base em minha experiência pessoal, não permite contradições.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O dinheiro é malévolo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa premissa contradiz a noção, tão comum hoje em dia, de que as coisas - dinheiro, sexo e distrações, por exemplo - não são ruins em si mesmas, mas o que pode ser pernicioso ou prejudicial seria o uso que se faz delas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, essa noção de que o dinheiro pode ser algo bom, dependendo de como dele fazemos uso, penetrou nas mentes e corações de todos. Até mesmo das igrejas "cristãs".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, Jesus Cristo, cujos ensinamentos deveriam ser a espinha dorsal de qualquer grupo que se defina como "cristão", afirmou: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;"Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem  corroem e onde ladrões escavam e roubam mas ajuntai para vós tesouros no  céu, onde nem traça nem ferrugem corroem e onde ladrões não minam nem  roubam: Para onde está o teu tesouro, aí estará o seu coração também.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e  amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir  a Deus e às riquezas".&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd style="text-align: right;"&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd style="text-align: justify;"&gt;(Evangelho de Mateus 6:19-21,24)&lt;/dd&gt;&lt;dd style="text-align: justify;"&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto citado, que reproduz um discurso de Jesus - e que pode ser encontrado, com pequenas modificações no Evangelho de Lucas, Capítulo 16, Versículo 13 - não permite dúvidas ou interpretações divergentes, por mais que se queira torçer o que o Cristo disse para justificar os nossos pecadinhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-fNW2TNIWZiw/TYUlttzWR-I/AAAAAAAAApI/OV1DvZwJPMg/s1600/Mammon.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh6.googleusercontent.com/-fNW2TNIWZiw/TYUlttzWR-I/AAAAAAAAApI/OV1DvZwJPMg/s400/Mammon.jpg" width="358" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;O demônio Mamon, segundo o ocultista francês Cllin de Plancy (Século XIX)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o &lt;b&gt;&lt;i&gt;Wikipedia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;&lt;b&gt;Mamon&lt;/b&gt; é um termo, derivado da Bíblia, usado para descrever  riqueza material ou cobiça, na maioria das vezes, mas nem sempre,  personificado como uma divindade. A própria palavra é uma transliteração  da palavra &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hebraica" title="Hebraica"&gt;hebraica&lt;/a&gt;  "Mamom" (מָמוֹן), que significa literalmente "dinheiro". Como ser,  Mammon representa o terceiro pecado, a Ganância ou Avareza, também é um  dos sete princípes do Inferno. Sua aparência é normalmente relacionada a  um nobre de aparência deformada, que carrega um grande saco de moedas  de ouro, e "suborna" os humanos para obter suas almas. Em outros casos é  visto com uma espécie de passáro negro (semelhante ao Abutre), porém  com dentes capazes de estraçalhar as almas humanas que comprara.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, em sua fala, Jesus identifica o Dinheiro a partir de uma associação com Mamon, um demônio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, o mais importante: para Jesus, o Dinheiro não se parece com Mamon; o Dinheiro não tem características semelhantes ao tal demônio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O Dinheiro é Mamon.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O caráter diabólico, perverso, do Dinheiro pode ser claramente visto no dia a dia, quando passamos por mendigos na rua, quando vemos crianças morrendo de fome, quando nos horrorizamos com guerras, torturas e massacres. Ou trabalhadores escravizados a uma rotina desumana de trabalho, que os transforma em máquinas movidas a pornografia, anti-depressivos, álcool e drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso são ofertas ao Deus-Dinheiro. Nós somos o sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, apesar do caráter perverso do Dinheiro, tente viver sem ele nessa sociedade!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto formos governados pela ideia de que todas as coisas do mundo precisam ser trocadas, enquanto todas as nossas necessidades forem mercadoria, não haverá muita escapatória, infelizmente.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda assim, Paz e Bem!&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-4934399983155003269?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/4934399983155003269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/deus-e-o-dinheiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4934399983155003269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4934399983155003269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/deus-e-o-dinheiro.html' title='DEUS E O DINHEIRO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-mRt0wHEdBRA/TYUjWeLLXnI/AAAAAAAAApE/Iu2LoF1GBAA/s72-c/dinheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-171289285602906079</id><published>2011-03-18T22:50:00.000-03:00</published><updated>2011-03-18T22:50:24.649-03:00</updated><title type='text'>LA SUPERLUNA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-dA2v-sa1vxI/TYQLkjFGl2I/AAAAAAAAAo8/9JGoNtTVSxE/s1600/Nova+imagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="408" src="https://lh5.googleusercontent.com/-dA2v-sa1vxI/TYQLkjFGl2I/AAAAAAAAAo8/9JGoNtTVSxE/s640/Nova+imagem.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos próximos dias, a lua chegará mais perto da Terra, permitindo aos astrônomos - profissionais e amadores - uma melhor visão do astro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, sábado, será o dia em que a Lua estará mais perto do planeta. A última vez em que ocorreu o fenômeno - batizado de "Superlua" pelos cientistas - foi em março de 1993. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta foto foi tirada por minha amiga Meiry, da Espanha, na cidade de Tordera, nas proximidades de Barcelona.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Paz e Bem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-171289285602906079?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/171289285602906079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/la-superluna.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/171289285602906079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/171289285602906079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/la-superluna.html' title='LA SUPERLUNA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-dA2v-sa1vxI/TYQLkjFGl2I/AAAAAAAAAo8/9JGoNtTVSxE/s72-c/Nova+imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-2791383639181593285</id><published>2011-03-18T04:14:00.000-03:00</published><updated>2011-03-18T04:14:42.061-03:00</updated><title type='text'>CAIO FÁBIO: NADA SABENDO, MAS ENTENDENDO TUDO!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;NADA SABENDO, MAS ENTENDENDO TUDO!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;i&gt;Caio Fábio &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Jesus  disse que a revelação do Pai acerca do Reino de Deus, era dada aos  pequeninos, aos simples, aos ensináveis na pureza, aos capazes da  emoção, aos sem deuses na alma, aos que buscam a paz, aos que não se  vergam ante a perseguição, e nem temem a justiça injusta, pois, preferem  ser os marginais da vida, a estarem num centro de poder que seja poder  da morte, ou daquilo que faz matar a alma daquele que o pratica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Então  Ele diz que os sábios, os entendidos, os escribas, os senhores do  saber; tanto religioso, quanto ético, estético, filosófico, político; ou  ainda que seja uma suprema inteligência; justamente por tais poderes, a  maioria não O conheceu; pois creram tanto no saber que aprende, que se  deixaram apreender no aprender, e por isso não conheceram o tipo de  saber que só conhecem os humildes; pois deram tanta importância aos seus  próprios pensamentos e lógicas, que não se entregaram às asas do  imponderável; pois eram tão conscientes do que era justo, que não  perceberam que a justiça é singular, e não se deixa produzir em série;  pois eram tão ávidos de conhecimento que vieram a esquecer da Fonte de  Todo Saber; pois julgaram tanto que eram elevados pela via da elevação  de seus próprios valores e interesses, que perderam o simples valor de  ser, que é amar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Assim...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Bem-aventurado  seja todo aquele que aprenda sem saber; que cresça sem parar; que pare  sem ficar; que trabalhe no descansar; que descanse no seu trabalhar; que  faça a paz em seu andar; que perdoe sem se vangloriar; que vença sem  declarar; que se levante sem em ninguém pisar; que faça orações que só o  Pai conheça; que dê ofertas e faça favores que fiquem ocultos até de  sua própria memória auto-meritória; e que veja a Deus em cada carinha  humana da Terra; bem como em todos os seres vivos; e em toda a criação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Amém!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-2791383639181593285?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/2791383639181593285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/caio-fabio-nada-sabendo-mas-entendendo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2791383639181593285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2791383639181593285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/caio-fabio-nada-sabendo-mas-entendendo.html' title='CAIO FÁBIO: NADA SABENDO, MAS ENTENDENDO TUDO!'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-7241223484639883792</id><published>2011-03-18T04:11:00.000-03:00</published><updated>2011-03-18T04:11:47.860-03:00</updated><title type='text'>CAIO FÁBIO: GÊNESIS E APOCALIPSE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-large; font-weight: 700;"&gt;O GÊNESIS DO APOCALIPSE                                     &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Caio Fábio &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;Gênesis e Apocalipse  se parecem muito, pois, tanto o principio quanto o fim, mostram as  mesmas coisas, apenas em escalas diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Deus não tem que fazer nada  para julgar o mundo. Ele criou todas as coisas como Natureza; ou seja:  como aquilo que é um sistema de auto-renovação, e evolução em total  adaptabilidade. Portanto, aquilo que como natureza é vida, também pode  ser morte e auto-extinção; pois, se caminha sem intervenções  conscientes, vai sempre na direção da adaptação e da reinvenção de si  mesma; todavia, quando sofre intervenções conscientes, como a dos  humanos, o ciclo natural se quebra, e a natureza desvanece sob nossas  vaidades contra ela. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E mais: ela se torna mutante  contra nós: nascem cardos e abrolhos; e os partos se enchem de dores, o  mundo se complexifica com roupas e coberturas, e o trabalho exaustivo  de lavrar a terra com o suor do rosto, acabou por, no curso dos  milênios, gerando o quadro anti-natural que hoje se vê. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O fato é que homem e  natureza não conseguem se entender; ou melhor: o homem, de um modo  geral, nunca enxergou, discerniu ou compreendeu sua dependência  fundamental daquilo que se chama Natureza. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na realidade, é que a  capacidade de vê-la “de fora” — que é o que acontece com o homem —, dá a  ele a falsa idéia de que como ele a enxerga, ele não faz parte dela.  Como se natureza fosse apenas a parte da criação que não manifesta  consciência própria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De fato, a Natureza não tem  consciência individual. Todavia, o sistema natural carrega um poder  vital inconsciente; o qual, como sistema, é capaz tanto de acolher a  harmonia, quanto também tem o poder de abalar, numa revolta que cresce  na medida do agravo que contra ela é perpetrado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No Gênesis é o encontro do  homem com uma Natureza Proibida aquilo que o faz cair. Deus não fez  nada. Foi a Natureza das coisas — “nossa” e da “natureza” —, aquilo que  aconteceu como ira de Deus que julgou os homens; isso pela violação da  Natureza Proibida. Assim, foi o homem quem criou sua própria queda,  quando decidiu entrar na Natureza Proibida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Poder comer de tudo, “menos  de uma Árvore”, que era de Conhecimento do Bem e do Mal, era poder  perceber que há um limite do homem na própria Natureza. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O mais foi desconstrução  espiritual e psicológica que a invasão, pelo homem, da Natureza  Proibida, gerou tanto na Natureza quanto no próprio homem. Pois, na  mente, a Natureza das coisas é que a mente seja governada pela própria  natureza da mente. E está é, mais que tudo, psicológica. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dessa forma, a Árvore do  Conhecimento do Bem e do Mal não existia como tal fora do homem, mas  apenas na natureza de sua própria mente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nesse sentido, pode-se  dizer, que nós fazemos sempre, como seres que existem da e na Natureza,  aquilo que será nossa própria morte e juízo, sempre que em nossa  natureza mental deixamos de obedecer nossos limites na Natureza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No Apocalipse é assim  também. A natureza faz todo o trabalho de juízo conforme o padrão contra  ela praticado, apenas porque não sendo ela mesma e sem intervenções  anti-naturais (coisa que somente o homem consegue realizar), sua  natureza, nesse caso, é se desconstruir; posto que sua harmonia é em si  tão grande, que todas as alterações que nela são feitas, acabam por se  transformar numa espécie de desígnio do caos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Os poderes são abalados!”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No Apocalipse, a maior parte  dos juízos são naturais; e são revoltas dos céus agindo na natureza  aquilo que carrega a “ira do Cordeiro”. Daí o Apocalipse ser todo  marcado por catástrofes naturais no ar, no mar, nos rios, na vegetação, e  mediante catástrofes que sacodem a Terra de seu eixo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De fato três são as  denuncias do Apocalipse: contra os que não adoram ao Cordeiro (antes se  entregam aos domínios das Bestas humanas e seus sistemas de domínio e  morte), contra os que escravizam e manipulam a alma dos homens, e contra  os que destroem a Terra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O fato é que a “ira do  Cordeiro” apenas deixa que os “anjos da natureza” (dos rios, dos mares,  do ar, e das vegetações—todas essas menções feitas no próprio texto do  Apocalipse), potencializem aquilo que sistematicamente os humanos  praticam contra a Natureza; ou, no dizer bíblico mais comum, contra a  criação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Assim, no começo, a desgraça  se deflagra a partir da invasão humana da Natureza Proibida. E, no  final, é uma espécie de revolta sistêmica e ecológica aquilo que carrega  o juízo do Cordeiro sobre a raça humana. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Foi a invasão da Natureza  Proibida aquilo que tirou do homem toda a capacidade de ser parte da  natureza, posto que uma vez que ele comeu da Natureza Proibida, ele foi  tomado pelo surto de, como Deus, não ser parte da Natureza; e, assim, a  violentou “de fora”, esquecido de que ele é Natureza também, e depende  dela para ser quem é na Terra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Desse modo, a presente  devastação é apenas a manifestação com cara apocalíptica do estender de  mão que um dia comeu e interviu na Natureza Proibida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O tal Conhecimento do Bem e do Mal foi o que nos desconectou do sentido natural da vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Desse modo, o comer de uma  árvore foi o que nos levou a destruir quase todas elas; assim como foi a  invasão da Natureza Proibida aquilo que hoje nos volta como Veto da  Natureza contra a presença humana na Terra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A Natureza está gemendo.  Fenômenos como o Tsunami e o Katrina, são apenas os primeiros espasmos  de um parto que a Natureza não sabe como evitar, pois, esse filho ela  quer abortar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Jesus chamou isto de  “principio das dores”. E, sem dúvida, não havendo um arrependimento em  relação a Deus, ao que o homem faz ao homem, e quanto ao que ele mesmo  faz à Natureza, o resultado inevitável, sem mão divina, mas apenas como  conseqüência do homem ser como ele é —, é o próprio juízo que hoje já  todos vislumbram.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-7241223484639883792?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/7241223484639883792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/caio-fabio-genesis-e-apocalipse.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7241223484639883792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7241223484639883792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/caio-fabio-genesis-e-apocalipse.html' title='CAIO FÁBIO: GÊNESIS E APOCALIPSE'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1379523696610437373</id><published>2011-03-17T23:37:00.001-03:00</published><updated>2011-03-17T23:37:58.088-03:00</updated><title type='text'>ESSAS POUCAS LINHAS DE HOJE...</title><content type='html'>Não, anjo!&lt;br /&gt;Hoje, você não vai encontrar nada de novo por aqui; estou cansado, estou calado.&lt;br /&gt;Só umas poucas linhas, curtas e breves, que inevitavelmente eu dedico a você. &lt;br /&gt;"Estou calado"...Não é bem verdade, né?&lt;br /&gt;Para ser honesto, tento até mesmo não falar demais. &lt;br /&gt;Como posso estar calado se penso em você todos os dias, muitas das minhas horas?&lt;br /&gt;Compro um livro pensando em você; escrevo algumas linhas pensando no que você vai achar. Se vai gostar, acabo deixando como está...&lt;br /&gt;Se penso que não, apago e lembro de você de novo, até a inspiração chegar.&lt;br /&gt;As palavras, minhas poucas linhas, são sobre você. Saudade do que tivemos, andamos e dormimos. Saudades do que ainda vamos fazer.&lt;br /&gt;Mesmo longe, mesmo complicada, mesmo difícil, não me parece impossível!&lt;br /&gt;E você?&lt;br /&gt;Será que você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz &amp;amp; Bem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1379523696610437373?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1379523696610437373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/essas-poucas-linhas-de-hoje.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1379523696610437373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1379523696610437373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/essas-poucas-linhas-de-hoje.html' title='ESSAS POUCAS LINHAS DE HOJE...'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-6749539473418709940</id><published>2011-03-17T14:19:00.000-03:00</published><updated>2011-03-17T14:19:40.187-03:00</updated><title type='text'>DA CARTA MAIOR: EMIR SADER E O ANTICOMUNISMO DAS ELITES</title><content type='html'>&lt;h1&gt;O espectro Lula&lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Emir Sader, na Carta Maior &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O anticomunismo é o ultimo refúgio das elites  brasileiras em pânico. Cada vez que vêem seus interesses e seus  privilégios em perigo, apelam para o expediente do “espectro do  comunismo”. Foi em seu nome que se fizeram as piores coisas na história  brasileira, incluído o golpe de 1964, perpetrado pelo suposto risco que o  comunismo traria para a democracia, para instaurar a pior ditadura que o  Brasil já conheceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que se apela de novo para o “espectro do  comunismo”? Porque essas mesmas elites passaram do desespero ao  desalento, ao verem seus candidatos serem derrotados pela terceira vez  em seguida e se darem conta que o país – que sempre consideraram deles –  escapar entre seus dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fantasma que assusta as elites  dominantes se chama Lula. Conseguiram contorná-lo por muito tempo, até  que o fracasso do presidente dos seus sonhos – FHC – acabou abrindo  espaço para que Lula fosse eleito, em 2002. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula começou sob os  olhares confiantes dos que consideravam que ele não seria capaz de  controlar uma herança econômica de depressão profunda e prolongada, além  de descontrole inflacionário, endividamento alto, déficits da balança  comercial e de pagamentos, reservas baixas e cartas de compromisso  assinadas com o FMI que comprometiam a soberania nacional e a  possibilidade de fortalecer o Estado e desenvolver politicas sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em  seguida, quando se deram contra das precauções com que o Lula assumia,  passaram a atacá-lo por supostamente tomar de assalto o aparelho de  Estado pelos partidos de esquerda, pelos sindicatos. Tentaram a  derrubada do governo em 2005, mas ao temer as reações populares,  trataram de deixá-lo sangrar até ser derrotado nas eleições de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Derrotados,  o editor chefe de um dos jornais da direita dava murros na mesa  enquanto andava, raivoso, em torno dela, na reunião do comitê de redação  da empresa, gritando: “Onde é que nós erramos. Onde é que nós erramos?”  (O mesmo personagem que tinha interpelado Lula em almoço na redação da  sua empresa sobre como ele pensava governar o Brasil, se não sabia falar  inglês?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiveram que conviver com o Lula por dois mandatos e,  pior (para eles), um presidente que foi recebendo apoios populares de  forma crescente e inédita, na mesma medida em que a velha mídia perdia  credibilidade e audiência. E passava a diminuir, pela primeira vez, a  desigualdade que as elites tinham produzido como característica marcante  do Brasil, rompendo com todos os dogmas que essa mesma elite jurava que  eram inalteráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espectro que assusta as elites dominantes  hoje, no Brasil, não é outro, senão o espectro Lula. O das camadas  populares que passaram a ter seus direitos minimamente garantidos, que  passam a ter consciência que um deles pode chegar a governar o Brasil e o  faz de maneira incomparavelmente superior do que todos os anteriores  representantes daquelas elites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula tira o sono das elites e dos  seus ventríloquos na velha mídia. Acreditaram nas pesquisas e se  jogaram por inteiro atrás do seu candidato contra Dilma, até que tiveram  que se ater à realidade de que o Brasil mudou  - apesar deles.  Resta-lhes acenar velhos fantasmas como o “espectro do comunismo”,  quando o medo deles é do Lula, é medo do povo, é medo da democracia, é  medo do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-6749539473418709940?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/6749539473418709940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/da-carta-maior-emir-sader-e-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6749539473418709940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6749539473418709940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/da-carta-maior-emir-sader-e-o.html' title='DA CARTA MAIOR: EMIR SADER E O ANTICOMUNISMO DAS ELITES'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-2511748318932829359</id><published>2011-03-16T06:39:00.000-03:00</published><updated>2011-03-16T06:39:09.081-03:00</updated><title type='text'>EU: EGO, CORPO &amp; ESPÍRITO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As antigas tradições espirituais, e algumas delas sobrevivem até os dias de hoje, e continuarão a existir muito tempo depois de palavras como "tecnologia" e "internet" terem se tornado incompreensíveis,&amp;nbsp; afirmam que o ser humano é composto de três elementos: corpo, alma e espírito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O corpo é a criatura material, feita do pó da Terra, formado por ossos, sangue, músculos e carne. E ele deixará de existir um dia, pouco importando os avanços científicos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Não somos feitos para durar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A alma é a combinação de nosso intelecto e de nossos sentimentos, nossas paixões e nossos vícios. E ela também deixará de existir após a morte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-ER63mU-S--g/TYCCLtHlnFI/AAAAAAAAAow/pGgKGkzkn7E/s1600/da+vinci.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="377" src="https://lh4.googleusercontent.com/-ER63mU-S--g/TYCCLtHlnFI/AAAAAAAAAow/pGgKGkzkn7E/s400/da+vinci.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Se quisermos usar um vocabulário diferente para esta definição, podemos dizer que a alma corresponde ao nosso pequeno e egoísta "Ego".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já o Espírito, este, sim, permanecerá. Só o Espírito, a face de Deus em nós, continuará a existir depois que tudo mais já tiver perdido sua função, e tiver desaparecido na escuridão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não sou meu corpo; eu não sou meu Ego. Mas, infelizmente, eu também não sou o meu Espírito, ainda.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo grandes mestres espirituais -&amp;nbsp; pertencentes às mais variadas tradições possíveis, variadade essa fruto do nosso esforço desesperado de nos religarmos a Deus - cabe ao ser humano, seja ele macho ou fêmea, aniquilar o Ego, na esperança de que o Espírito possa surgir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Sim, o Ego, nossas vontades, nossos desejos, nossas poucas ideias sobre tudo, precisam ser aniquiladas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Aquele que, por amor a Mim, perder a sua vida, salvá-la-á", afirmou o Cristo (Evangelho segundo Mateus, 16:25). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se de uma escolha, de uma opção, mesmo que nos oferecer escolhas e possibilidades não seja uma das melhores ideias possíveis.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-kLXzgyOgA5g/TYCEw4OqarI/AAAAAAAAAo0/wZCxKcPLTfw/s1600/Dore.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-kLXzgyOgA5g/TYCEw4OqarI/AAAAAAAAAo0/wZCxKcPLTfw/s1600/Dore.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E toda a escolha nessa arena deve ser baseada na fé, ou seja, na absoluta certeza de realidades que ainda não podemos ver ou entender. E a fé, se cultivada, cresce, como demonstrado alegoricamente por Jesus na Parábola do Grão de Mostarda (Evangelho segundo Mateus, capítulo 13, versículos 31 e 32):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Jesus propôs-lhes outra parábola: «O Reino do Céu é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. É  a mais pequena de todas as sementes; mas, depois de crescer, torna-se a  maior planta do horto e transforma-se numa árvore, a ponto de virem as  aves do céu abrigar-se nos seus ramos".&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo da História humana, as diferentes tradições religiosas criaram sistemas por meio dos quais é possível ao homem progressivamente desligar-se do Ego e partir em busca do Espírito, este comprendido como a verdade última.&amp;nbsp; &lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meditação, contemplação, jejum, oração e serviço aos pobres são alguns dos exemplos de exercícios espirituais propostos para alcançar esse objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Mais, em breve.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Paz e Bem!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-2511748318932829359?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/2511748318932829359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/eu-ego-corpo-espirito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2511748318932829359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2511748318932829359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/eu-ego-corpo-espirito.html' title='EU: EGO, CORPO &amp; ESPÍRITO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-ER63mU-S--g/TYCCLtHlnFI/AAAAAAAAAow/pGgKGkzkn7E/s72-c/da+vinci.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1336355848498507659</id><published>2011-03-14T15:19:00.002-03:00</published><updated>2011-03-14T16:07:51.332-03:00</updated><title type='text'>A IMITAÇÃO DE CRISTO: TENTAÇÕES &amp; DISTRAÇÕES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No início do século passado, o escritor grego Nikos Kazantzakis, autor de &lt;i&gt;&lt;b&gt;A última tentação de Cristo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, escreveu em seu prefácio ao livro: &lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A substância dual de Cristo, o anseio tão humano, tão super-humano, que o homem tem de alcançar Deus, foi sempre um impenetrável mistério para mim. Minha maior ansiedade e fonte de toda alegria e de toda angústia desde a minha juventude foi o incessante e impiedoso conflito entre o espírito e a carne. E a minha alma é o local onde estas duas armadas se combatem e se encontram.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Aqui, de uma bela forma literária, está descrito o conflito comum a todas as pessoas. Ou pelo menos, a batalha que, em algum dia todos nós teremos de enfrentar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo a tradição cristã, ancorada na Bíblia, Jesus Cristo Homem enfrentou todas as nossas tentações, entretanto, sem cair em pecado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta forma, Cristo sabe muito bem das nossas lutas e dos nossos esforços contra o pecado - compreendido como um ato que nos separa ainda mais de Deus - assim como está familiarizado às nossas vitórias e derrotas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grande parte das tradições religiosas que existe no mundo de hoje compreende este conflito a partir da necessidade do ser humano de superar a sua natureza animal, relacionada à busca de satisfação de nossas necessidades básicas - alimentação, abrigo e sexo, por exemplo - e a tentativa de alcançar uma esfera superior, onde o ser humano não existe apenas para realizar estas necessidades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando essas necessidades nos dominam e tornam-se o principal combustível da existência, então, estamos diante do pecado. E o pecado se torna real a partir da tentação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-L5Z08hmnXak/TX5bzOe7-UI/AAAAAAAAAoo/Q2ljLBW8o5Q/s1600/1573982.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="385" src="https://lh6.googleusercontent.com/-L5Z08hmnXak/TX5bzOe7-UI/AAAAAAAAAoo/Q2ljLBW8o5Q/s400/1573982.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tentação é de nossa produção: nós lhe damos forma, sabor, perfume e cores, com base em nossos desejos. A tentação nunca é branca-e-preta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conflito, então, reside na luta entre nossas duas naturezas: uma animal e outra, espiritual.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ajudar seus devotos a vencerem esta batalha, sistemas religiosos ao longo da História criaram um arsenal de técnicas - de oração e de ascetismo - reunidas em torno do termo genérico "exercícios espirituais".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Budismo, por exemplo, propõe o desapego e a meditação. O Hinduísmo, em sua versão brâmane clássica, a completa ausência de confortos e bens materiais. &lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Cristianismo, religião que tão bem soube aliar sua origem oriental com a filosofia ocidental, criando uma nova visão do mundo, que se tornou política-econômica-militarmente hegemônica, sempre houve a compreensão de que os bens materiais - e o dinheiro, principalmente - eram malévolos. Desta forma, foi possível a existência de movimentos ascéticos ao longo de toda a história da Cristandade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns grupos cristãos, como os cátaros - grupo que existiu na França medieval, até ser cruelmente exterminada pela Inquisição católica, acusada de heresia - por exemplo, propunham a separação completa entre o devoto e o resto do mundo, ainda que os cátaros vivessem em comunidades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra possibilidade é o monasticismo, onde o cristão, o monge,&amp;nbsp; se propõe a buscar a Deus em solidão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em última instância, a proposta cristã é de que o devoto - aquele que crê -&amp;nbsp; busque imitar a Cristo em sua vida cotidiana, em todas as atividades que exerça em seu dia a dia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com base em minha modesta experiência pessoal, posso afirmar que isso é extremamente difícil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia a dia, enfrentamos uma série de distrações e outros problemas, que nos ocupam a mente. E a mente ocupada demais, ao contrário do que diz o ditado popular, também pode ser uma forma de derrapar nas estradas da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, obviamente, a principal dificuldade que qualquer pessoa enfrenta é a da tentação, aqui entendida como o desejo de fazer aquilo que não se deve fazer. Aquela vontade quase irresistível de fazer aquilo que prometemos a nós mesmos que iríamos manter distância...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meu caso, que, felizmente, conheço minhas limitações, a resposta é simples: eu não enfrento as tentações; eu fujo delas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei do meu coração. E sei muito bem dos tipos de desejos e vontades que se escondem nele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, atravesso a rua quando vejo a tentação sorrindo na próxima esquina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1336355848498507659?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1336355848498507659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/imitacao-de-cristo-tentacoes-distracoes.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1336355848498507659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1336355848498507659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/imitacao-de-cristo-tentacoes-distracoes.html' title='A IMITAÇÃO DE CRISTO: TENTAÇÕES &amp; DISTRAÇÕES'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-L5Z08hmnXak/TX5bzOe7-UI/AAAAAAAAAoo/Q2ljLBW8o5Q/s72-c/1573982.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-4496699413312592777</id><published>2011-03-14T06:17:00.000-03:00</published><updated>2011-03-14T06:17:07.179-03:00</updated><title type='text'>DO CONVERSA AFIADA: O CRISTO QUE VIVE ENTRE NÓS</title><content type='html'>&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;em&gt;O Cristo que vive entre nós &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Mauro Santayana&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;O papa Bento 16, na biografia  de Cristo que acaba de publicar, decretou, de sua cátedra, que Cristo  separara a religião da política. Mais do que isso, participa de um dos  equívocos de São Paulo – porque até os santos se enganam – o de que, se  Cristo não ressuscitou de entre os mortos, “vã é a nossa fé”.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cristo  ressuscitou dos mortos, não em sua carne perecível, mas em sua grandeza  transcendental. O papa insiste – e nessas insistências a Igreja sempre  se perdeu – em que o corpo de Cristo ainda existe, em toda a fragilidade  da carne, em algum lugar, ao lado de Deus. Com isso, o Santo Padre  separa Cristo da humanidade a que ele pertence, e o situa no espaço da  mitologia dos deuses pagãos. &lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;A afirmação mais grave do Papa,  de acordo com o resumo de suas idéias, ontem divulgadas, é a de que  política e religião são instituições separadas a partir de Cristo. A  própria história do Vaticano o desmente. A Igreja Católica – e todas as  outras confissões religiosas – sempre estiveram a serviço do poder  político, e em sua expressão mais desprezível. Para não ir muito longe  na História – ao tempo da associação entranhada entre os reis, os  imperadores e o Vaticano, durante a Idade Média -, bastam os exemplos de  nosso século. Os documentos existentes demonstram o apoio da Igreja a  ditadores como Hitler, considerado, por Pio XII, como “um&amp;nbsp; bom  católico”. Mais recentemente ainda, houve a “Santa Aliança”, conforme a  denominou o jornalista norte-americano Bob Woodward, entre o antecessor  de Ratzinger e o presidente Reagan, dos Estados Unidos, com o propósito  definido de acabar com a União Soviética. Por acaso não se trata de uma  escolha política do Vaticano a rápida canonização do fundador da Opus  Dei, como santo da Igreja, e o esquecimento de grandes papas, como João  23, e de mártires da fé, como o bispo Dom Oscar Romero, de El Salvador? &lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;A religião sempre esteve na  origem&amp;nbsp; e na inspiração da política, e, em Cristo, essa identidade comum  se torna ainda mais nítida. O campo da razão em que a fé e a política  se encontram é o da ética. A ética é uma exigência da fé em Deus e do  compromisso com a vida humana. A política, tal como a identificaram os  grandes pensadores, é a prática da ética. A ética política significa a  busca do bem de todos. Nessa extrema exegese do que seja a ética, como o  fundamento da justiça, a boa política é a da esquerda, ou seja, da  visão de igualdade de todos os homens. &lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Em Cristo, a fé é o instrumento  da justiça. Quem quiser confirmar esse compromisso político de Cristo,  basta ler os Atos dos Apóstolos, e verificar como viviam as primeiras  comunidades cristãs, unidas pela absoluta fraternidade entre seus  membros, enfim, uma sociedade política perfeita. Ao negar a essencial  ligação entre a fé cristã e a ação política, o papa vai além de seu  velho&amp;nbsp; anátema contra a Teologia da Libertação, surgida na América  Latina, um serviço que ele e Wojtyla prestaram, com empenho, aos  norte-americanos. Ele se soma aos que, hoje, ao separar a política da  ética da justiça, decretam o fim da esquerda. &lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Esse discurso – o de que não há  mais direita, nem esquerda – vem sendo repetido no Brasil. Esquerda e  direita, ainda que a denominação venha da França revolucionária de 1789,  sempre existiram. Na Palestina, no tempo de Jesus, a esquerda estava  nos pescadores e pecadores que o seguiam, e a direita nos “fariseus  hipócritas”, que, no Sinédrio, e a serviço dos romanos, o condenaram à  morte.&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;O papa acredita que a Igreja  sobreviverá à crise que está vivendo. Isso é possível se ela renunciar a  toda sua história, a partir de Constantino, e retornar ao Cristo que  andava no meio do povo,&amp;nbsp; perdoava a adúltera, e chicoteava os mercadores  do templo. O&amp;nbsp; Cristo que ressuscitou&amp;nbsp; dos mortos está ao lado&amp;nbsp; dos que  vêem a fé como a realização da justiça e da igualdade, aqui e agora. &lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-4496699413312592777?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/4496699413312592777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-conversa-afiada-o-cristo-que-vive.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4496699413312592777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4496699413312592777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-conversa-afiada-o-cristo-que-vive.html' title='DO CONVERSA AFIADA: O CRISTO QUE VIVE ENTRE NÓS'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-5409866861681536899</id><published>2011-03-13T21:34:00.002-03:00</published><updated>2011-03-13T21:42:53.936-03:00</updated><title type='text'>E, À NOITE, NO CAMINHO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este noite, a reunião no Caminho da Graça - pequena comunidade cristã da qual faço parte há mais de dois anos, por mais incrível que isso possa parecer - foi especial. Hoje, o nosso amigo Carlos, coordenador do grupo, voltou das férias - merecidas e muito aguardadas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, a reunião teve um gostinho de reencontro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o Brega voltou empolgado, descansado e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Caminho da Graça, como diz o Brega, tentamos reler os Evangelhos, na tentativa deaplicar os ensinamentos do texto sagrado no "chão da vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, no aqui. E no agora. Não em alguma "dimensão espiritual" que não tenha nada a ver com a vida que tem de ser vivida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tema da pregação foi o capítulo 12, versículo 37, do Evangelho de Lucas. Eis o texto, segundo o &lt;b&gt;&lt;i&gt;Portal da Bíblia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;"Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre  vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes  lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua exposição sobre o texto, Carlos concentrou-se na ideia do "servo vigilante". &lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem... E o que significa ser "vigilante"?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Carlos, em sua exposição, um dos sinônimos para "vigilante" seria o adjetivo "prudente". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pessoa "prudente" é aquela que consegue controlar os seus impulsos - aquelas coisas que se movem no coração - de forma a não ter de tomar nenhuma decisão precipitada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui, "precipitada" é um sinônimo para "desastrosa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bem! E o que nos leva a ser precipitados? Bom, eu só posso falar de mim mesmo, não posso falar sobre os outros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, o que me torna precipitado são as paixões do meu coração. Coisas que quero fazer, ter e possuir , e que me fazem mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, sem detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu sei do meu coração e sei dos meus desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-CHEvwFhjHnI/TX1jVUcKhDI/AAAAAAAAAok/dgpXthzdS_w/s1600/Bem-nventuran%25C3%25A7as.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-CHEvwFhjHnI/TX1jVUcKhDI/AAAAAAAAAok/dgpXthzdS_w/s1600/Bem-nventuran%25C3%25A7as.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas Bem-Aventuranças (Evangelho de Mateus, capítulo 5, versículos&amp;nbsp; 3 a 10), Jesus nos oferece um programa de vida - na verdade, muito mais do que isso, ele nos oferece a imagem de uma pessoa que lhe é agradável...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda melhor, uma pessoa feliz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto, segundo a excelente tradução da Sociedade Bíblica do Brasil, afirma: &lt;br /&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas que choram, pois &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus"&gt;Deus&lt;/a&gt; as consolará.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ELE as deixará completamente satisfeitas.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas que têm misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas que têm o coração puro, pois elas verão a Deus.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas que trabalham pela paz, pois Deus as tratará como seus filhos.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;Felizes as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus, pois o Reino do Céu é delas.&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;Segundo o &lt;i&gt;&lt;b&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;as bem-aventuranças nos ensinam o fim último ao qual Deus nos chama: o Reino de Deus, a visão de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus"&gt;Deus&lt;/a&gt;, a participação na natureza divina, a &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida_eterna" title="Vida eterna"&gt;vida eterna&lt;/a&gt;, a filiação divina, o repouso em Deus. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tento orientar minha vida segundo esses ensinamentos de Jesus, entre outros. Em alguns dias, eu consigo. Quando eu consigo, eu derrapo, sendo orgulhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu não consigo, me lembro de qu, sozinho, não posso conseguir nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, sou forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-5409866861681536899?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/5409866861681536899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/e-noite-no-caminho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5409866861681536899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5409866861681536899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/e-noite-no-caminho.html' title='E, À NOITE, NO CAMINHO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-CHEvwFhjHnI/TX1jVUcKhDI/AAAAAAAAAok/dgpXthzdS_w/s72-c/Bem-nventuran%25C3%25A7as.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-6534226969728832285</id><published>2011-03-13T13:23:00.001-03:00</published><updated>2011-03-13T13:24:11.256-03:00</updated><title type='text'>HOJE, NA IBAB</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, pela manhã, estive na Igreja Batista da Água Branca (Ibab), na Barra Funda, zona oeste da capital.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Ibab se define como uma igreja que tem como objetivo "levar o Evangelho todo, ao homem todo", e um de seus principais pastores é Ed Rene Kivitz, autor de grandes livros cristãos, como &lt;b&gt;&lt;i&gt;Vivendo com propósitos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Outra Espiritualidade&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto-base bíblico para a pregação de Kivitz hoje foram os versículos&amp;nbsp; 33 a 36 do 11º capítulo da Carta de Paulo aos Romanos, considerada um dos principais textos do cristianismo primitivo. Nesta carta, endereçada aos cristãos que viviam em Roma, Paulo define alguns dos principais pontos do que significa ser "cristão".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O texto, retirado do&lt;i&gt; website&lt;/i&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;Bíblia Online&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; afirma:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de  Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus  caminhos!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Porque quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em sua pregação, Kivitz argumentou contra os "profetas do Fim do Mundo" que pululam por todos os cantos, sempre que desastres - sejam eles causados pelo homem ou sem que tenham qualquer interferência humana - aparecem nas manchetes dos jornais do mundo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mais recente desastre explorado à exaustão pela imprensa foi o &lt;i&gt;tsunami &lt;/i&gt;(onda gigante) que devastou parte do Japão, há poucos dias.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros exemplos: as chuvas que destruíram a região serrana do Rio de Janeiro, no início do ano, e a revolta no mundo árabe, que está revolucionando países como o Egito, a Tunísia e, logo, logo, a Líbia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Para o cristão - na verdade, para qualquer pessoa que tenha uma concepção religiosa que faça parte de sua visão do mundo, seja ela qual for - a ocorrência de desastres naturais e convulsões sociais, coloca uma questão fundamental: Porque Deus permite que tais coisas aconteçam?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui, em última instância, trata-se entender por que Deus, que é onipotente, ou seja, pode fazer qualquer coisa, permite que existe sofrimento, uma vez que a maioria das religiões o definem como um Deus Amoroso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, se Deus governa o universo, porque existe dor e morte? Se ele pode impedir tudo isso e não o faz, então, Deus não se importa, logo, ele não é amoroso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, se Deus se importa, mas não pode impedir o sofrimento, então, na verdade, ele não é onipotente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que não podemos - eu, com certeza, sou totalmente incapaz disso - oferecer respostas à este questionamento, uma vez que Deus é, como diria Rudolf Otto, "O Totalmente Outro".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E tentar comprendê-Lo é um exercício de futilidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então? O que fazer?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já há algum tempo, pessoalmente, eu deixei de me interessar por tentar "entender" Deus, e optei por uma fé mais simples, alicerçada na minha experiência pessoal e, também, no convívio frequente com alguns amigos que tentam trilhar o mesmo caminho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E não opto pela compreensão total. Eu opto pela fé.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em sua pregação de hoje, Kivitz defendeu a tese de que "Deus não faz tudo o que pode. Ele faz tudo o que o Amor permite".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu escolho acreditar nisso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-6534226969728832285?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/6534226969728832285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/hoje-na-ibab.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6534226969728832285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6534226969728832285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/hoje-na-ibab.html' title='HOJE, NA IBAB'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-3671551859214738738</id><published>2011-03-13T06:41:00.000-03:00</published><updated>2011-03-13T06:41:10.972-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-oitq2APeAhM/TXyRIQf-XLI/AAAAAAAAAog/6dA1A_et_vI/s1600/veja_mente.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh4.googleusercontent.com/-oitq2APeAhM/TXyRIQf-XLI/AAAAAAAAAog/6dA1A_et_vI/s400/veja_mente.jpg" width="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-3671551859214738738?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/3671551859214738738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3671551859214738738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3671551859214738738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/blog-post.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-oitq2APeAhM/TXyRIQf-XLI/AAAAAAAAAog/6dA1A_et_vI/s72-c/veja_mente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-3753195160157117684</id><published>2011-03-13T06:29:00.002-03:00</published><updated>2011-03-13T06:29:24.859-03:00</updated><title type='text'>CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; 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O quartel-general do tucanato que lhe faz – e sempre fará – oposição, como a senhora bem sabe. Por formação, sou jornalista e sociólogo, mas, movido pelo meu interesse em sobreviver, já que tenho de pagar contas e ingerir alimentos para tanto – me tornei professor de idiomas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Bom, agora nos conhecemos um pouco melhor. Bem pouco, eu admito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ainda assim, acho que preciso lhe confessar algo: não votei na senhora no primeiro turno das eleições passadas. Entretanto, digitei “13” no dia 31 de outubro último. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Durante os dois turnos, fiz campanha sistemática contra o candidato da Direita Que Ousa Dizer Seu Nome, o Sr. José Serra. E peguei gosto pela coisa, uma vez que ainda me divirto acrescentando fotos de gosto duvidoso do ex-candidato, juntamente à legendas engraçadinhas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ou seja, presidenta, estou do seu lado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E, justamente por estar do seu lado, gostaria de dizer que apóio firmemente algumas das ideias que estão circulando sobre possíveis políticas públicas a serem desenvolvidas durante o seu mandato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por exemplo, sou favorável à proposta de erradicar a miséria do Brasil de uma vez por todas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Li recentemente que o principal alvo dessa proposta – a de terminar com a pobreza extrema no nosso país – terá como principal público-alvo mulheres e crianças. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E sou favorável, uma vez que é fácil perceber que são justamente esses dois setores – a mulher que não trabalha fora de casa e a criança – que mais sofrem com a miséria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Também sou favorável a punir os nossos torturadores que, durante o regime militar, seviciaram, aleijaram e mataram brasileiros, pelo simples fato de suas vítimas possuírem uma visão política alternativa a deles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Entretanto, aguardo ansioso para que a senhora se manifeste sobre dois temas importantes. Na verdade, dois temas que considero essenciais se realmente quisermos transformar essa terra onde um monte de gente mora junta em uma nação de verdade...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O primeiro desses temas é a reforma política, presidenta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por “reforma política”, eu não me refiro apenas à necessidade de criar novas regras para os partidos – na verdade, quase grupos mafiosos – atuarem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na verdade, seria preciso reavaliar para que servem os partidos, que hoje estão transformados em trincheiras que atuam contra a nação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Outra questão fundamental, a mais fundamental de todas, é acabar com a corrupção. Sei que isso chega a ser um sonho – como qualquer utopia – mas eu gostaria de ver algumas medidas de verdade serem tomadas a este respeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma delas seria ter o prazer de ver políticos e empresários corruptos presos pela Polícia Federal continuarem atrás das grades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Senhora Presidenta, a corrupção é um mal nesse país, tão venenoso quanto a miséria. A corrupção se aninha na pobreza e se reproduz a partir da miséria, causando ainda mais miséria, ao sugar recursos (financeiros, materiais e humanos) que deveriam ser usados em favor da população carente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Me enoja ver políticos comprovadamente corruptos – de todos os partidos políticos, infelizmente – continuarem na vida pública, dando de ombros para nós, trabalhadores e continuando a ajudar a reproduzir diariamente o nosso quadro de pobreza e ignorância. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Espero que a senhora partilhe de algumas das minhas ideias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quero pensar que a senhora está do meu lado, na medida em que eu estiver do lado da nação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com os melhores votos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Thiago Fuschini&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-3753195160157117684?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/3753195160157117684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/carta-aberta-presidenta-dilma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3753195160157117684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3753195160157117684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/carta-aberta-presidenta-dilma.html' title='CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8163894653561935086</id><published>2011-03-12T05:39:00.000-03:00</published><updated>2011-03-12T05:39:58.741-03:00</updated><title type='text'>CINEMA x HQs</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos próximos meses, mais uma enxurrada de filmes baseados em histórias em quadrinhos (HQs) invadirá as telas de cinema ao redor do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estão previstas as estréias de filmes como &lt;i&gt;Dylan Dog - Dead of Night&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Thor - The God of Thunder&lt;/i&gt; e uma película baseada na personagem Lanterna Verde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-jY7XeZtJ8bo/TXsvEz2UTMI/AAAAAAAAAoQ/BFhwhMLRhu0/s1600/dylan_dog_film_dead_of_night_foto_logo_poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh3.googleusercontent.com/-jY7XeZtJ8bo/TXsvEz2UTMI/AAAAAAAAAoQ/BFhwhMLRhu0/s400/dylan_dog_film_dead_of_night_foto_logo_poster.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Dylan Dog - Dead of Night &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até mesmo eventuais leitores deste blog sabem que gosto de HQs. O número de postagens dedicadas ao tema não enganam ninguém.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo, eu devo estar contente com este interesse de Hollywood pelos heróis dos quadrinhos, certo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-0vl9tvHq930/TXswOBQy5RI/AAAAAAAAAoU/SUxxZ6ym_ag/s1600/thor_movie_poster1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="https://lh6.googleusercontent.com/-0vl9tvHq930/TXswOBQy5RI/AAAAAAAAAoU/SUxxZ6ym_ag/s400/thor_movie_poster1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Thor - The God of Thunder&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não, não é bem assim...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos ser honestos: as adaptações de HQs para o celulóide em geral têm qualidade duvidosa. Em grande parte, elas sofrem de uma carência muito séria, principalmente no que diz respeito ao roteiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, muitos dos filmes baseados em HQs são espetáculos para os olhos. Mas as histórias são um lixo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-2jSJ3KbF8Ns/TXsw69wJ3zI/AAAAAAAAAoc/sGQAXP_77wg/s1600/Ryan+Reynolds+Green+lantern.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="352" src="https://lh4.googleusercontent.com/-2jSJ3KbF8Ns/TXsw69wJ3zI/AAAAAAAAAoc/sGQAXP_77wg/s400/Ryan+Reynolds+Green+lantern.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;O Lanterna Verde &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a minha tese sobre o assunto é bem simples: estão faltando boas histórias para os filmes; logo, Hollywood, desesperada - mas não morta, e muito menos, ingênua - se volta para as HQs.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E dá-lhe filme ruim...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Histórias esdrúxulas, em que nem crianças de oito anos acreditariam, interpretações lamentáveis e finais abruptos, sem pés nem cabeça; esta parece ser a fórmula das adaptações cinematográficas de quadrinhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, é claro, que existem ótimas exceções, como toda a regra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi um prazer ver algumas das adaptações de Batman nas telas, assim como filmes como &lt;i&gt;V de Vingança &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Watchmen&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal, sim, eu ainda gosto das duas coisas: filmes e HQs...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8163894653561935086?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8163894653561935086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/cinema-x-hqs.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8163894653561935086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8163894653561935086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/cinema-x-hqs.html' title='CINEMA x HQs'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-jY7XeZtJ8bo/TXsvEz2UTMI/AAAAAAAAAoQ/BFhwhMLRhu0/s72-c/dylan_dog_film_dead_of_night_foto_logo_poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-4284419693915717520</id><published>2011-03-10T13:50:00.000-03:00</published><updated>2011-03-10T13:50:01.908-03:00</updated><title type='text'>DA CARTA MAIOR</title><content type='html'>&lt;h1 style="text-align: center;"&gt;Governos populares, movimentos sociais e mudança social na América Indo-Afro-Latina &lt;/h1&gt;&lt;div&gt;                      &lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i style="font-weight: normal;"&gt;Os primeiros passos até agora estão marcados pelo  desenvolvimento de programas de governo que, levando em conta a  correlação de forças existente e as possibilidades de modificá-la  favoravelmente, buscam em primeiro lugar consolidar a gestão  governamental nascente, mas sem reduzir o agir político revolucionário a  isso. A construção da hegemonia popular é vital e a ela está ligada o  aprofundamento da democracia herdada, simultaneamente com a construção  de uma democracia radical.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="headline-link"&gt;&lt;i&gt;Isabel Rauber (*) – Rebelión&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;i&gt;Fragmentos do livro: Dos passos adelante, uno atrás. Vadell Editorial, Caracas, 2010.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Opção democrática para transformar a sociedade ou “via eleitoral” para tomar o poder?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  experiências políticas que deram lugar à constituição de governos  populares ou revolucionários no continente mostraram que ganhar as  eleições nacionais e assumir o governo nacional, se não conduz  diretamente a uma revolução, tampouco significa necessariamente uma  derrota dos processos de mudança social. Em cua curta trajetória, estas  experiências evidenciam que o acesso ao governo nacional significa, além  de assumir as responsabilidades e dificuldades inerentes ao cargo, ter  acesso a uma instrumento político chave para desenvolver e estimular  processos de empoderamento coletivos e impulsionar o processo de  transformação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ampliação de processos democráticos  participativos desde baixo promovidos agora conjuntamente desde o  aparato governamental estatal pode ativar e aprofundar os processos de  constituição do ator coletivo. Isso inclui desde a realização de  campanhas massivas de alfabetização até processos que promovem, desde  baixo, a participação dos atores sociopolíticos (movimentos sociais,  movimentos indígenas, atores sociais diversos) no exercício de funções  de governo e do aparato estatl. Isso implica a abertura de processos de  transformação das formas e normas do exercício de funções institucionais  e da própria institucionalidade, processos que exigem, entre outras  coisas, a criação de espaços e mecanismos de participação e controle  popular em todas as instâncias superestruturais, recortando cada vez  mais, por meio deles, os âmbitos de domínio dos poderes instituídos do  capital e da burocracia que o acompanha e recicla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O lugar nevrálgico das Assembleias Constituintes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos  atuais processos indo-afro-latinoamericanos de busca e construção  democrática de uma nova sociedade, resulta central a realização de  assembleias constituintes. Delas emana o substrato jurídico, político e  social para uma nova institucionalidade, engendrada embrionariamente nos  processos de lutas sociais, abraçados pela resistência e as demandas  históricas dos povos deste continente (colm suas organizações sociais e  políticas), em primeiro lugar dos povos indígenas originários e suas  comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, não cabe pretender que as assembleias  constituintes sejam o motor da mudança. Os povos devem se preparar para  plasmar nelas seus pontos de vista, propondo e defendendo conteúdos de  acordo com seus interesses e sua projeção estratégica. Mas nisso, como  em tudo, é importante compreender que a mudança da sociedade é  processual: o mais provável é que não se alcancem todos os objetivos na  primeira assembleia constituinte. Será preciso realizar tantas  assembleias constituintes quanto vá reclamando e possibilitando o  aprofundamento e radicalização de cada processo, marcado em primeiro  lugar pelo amadurecimento político do ator coletivo, força sociopolítica  da mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A modificação das bases jurídico-institucionais de  uma nação é também parte do processo de construção cotidiana sistemática  e permanente dos povos. Isso implica uma modificação da concepção  acerca  do lugar e do papel do Estado nos processos sociais de mudança.  Tanto em sua interrelação com a chamada “sociedade civil” – com  movimentos e organizações sociais, partidos políticos, organizações  comunitárias, religiosas, etc. – como em sua interrelação com os  governos nacional e estaduais, provinciais, departamentos, etc., no  jurídico-institucional e no democrático-participativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atuais  processos político-solciais indo-afro-latinoamericanos, particularmente  os que ocorrem na Venezuela e na Bolívia, ensinam que desde o governo,  com vontade política como substrato, é possível impulsionar a  participação protagônica do povo no processo, avançar na construção  desde baixo do ator coletivo, propiciando processos de desenvolvimento  de sua consciência e organização, pilares da construção do poder  popular. É precisamente por isso que estas experiências se empenham em  apoiar processos de transformação cultural e política  (prática-educativa) dos povos, entendendo-os como substrato  indispensável para levar a cabo mudanças sociais desde a raiz,  sustentá-las e aprofundá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso torna-se evidente  particularmente no processo atual de transformação que ocorre na  Bolívia, que se autodefine como uma revolução democrático cultural que  se desenvolve desde baixo. As conquistas estão à vista, também as  limitações, as ameaças e os desafios. Uma realidade é a que existe em  tempos de oposição e luta e outra é a que vai se configurando quando os  atores sociais que protagonizam as lutas têm que assumir  responsabilidades governamentais e estatais. Assumir a administração de  um país não é somente difícil, mas também modifica a realidade dos  demandantes de ontem que agora podem e devem decidir, que chegam a  posições de poder e do aparato burocrático, que tem recursos e podem  decidir, ao menos em parte, como emprega-los. A velha cultura setorial  ou corporativa pode voltar a emergir e frear ou fazer estragos nos  processos. É por isso que a organização e a educação política ocupam ou  devem ocupar o lugar central simultaneamente com todas as demais tarefas  e atividades. Não fazê-lo pode levar ao enfraquecimento ou inclusive ao  naufrágio do projeto revolucionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dar as costas a tais  contendas implicaria de fato a negação de toda a política, ao mesmo  tempo em que tornaria sem sentido as lutas sociais, os processos de  acumulação de forças e a construção sociopolítica toda, já que – de  antemão – estes teriam um limite que, por definição, não deveria ser  ultrapassado. Do mesmo modo seria um contrassenso circunscrever toda a  ação e a construção sociopolítica á luta por ganhar eleições,  confundindo fins e meios, transformando o caminho em objetivo,  enclausurando assim toda projeção, tração, organização e capacitação das  forças sociais para atuar em favor da superação do estado de coisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fazer política é imprescindível e fundamental.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  problema reside em como fazer política de um modo e com um conteúdo  diferente do tradicional, para não ser funcional ao poder do capital. Os  novos movimentos sociopolíticos apelam a metodologias participativas e  buscam incrementá-las e desenvolvê-las com o objetivo de ampliar as  articulações sociais e superar a desconfiança instalada nas maiorias  populares em relação ao Estado, ao governo, aos partidos políticos, os  políticos e a política, e a apatia, o apoliticismo e o “quemeimportismo”   reinante em amplos setores da população e que os afasta de seu  protagonismo vital e insubstituível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exposto acima permite  reafirmar uma hipótese: nas condições atuais da América  Indo-afro-latina, a disputa política eleitoral pelo governo nacional é  parte dos processos de mudança. Nesta perspectiva, o que poderia ser  entendido como “via eleitoral” para realizar as transformações sociais,  resulta hoje para os povos uma possibilidade real, um caminho para  fortalecer ou debilitar os processos de construção, acumulação e  crescimento de poder, consciência, propostas e organização política  próprias, e de (auto) constituição dos atores sociais e políticos em  sujeito coletivo (popular) de mudança. Mas esta opção não é o “caminho  eleitoral para a tomada do poder”; implica outro modo de conceber (e  realizar) a transformação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Não se trata de substituir a insurreição pelas urnas”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se  uma força ou conjunto de forças sociopolíticas que defendem a mudança  social compreendem que esta transita ligada aos processos democráticos e  democratizadores, não podem conceber sua participação nos processos  eleitorais como um “truque” para chegar ao governo e “dar o manotazo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretender  que uma vez vencidas as eleições, ao assumir o governo pode-se atuar  ignorando a correlação de forças existente (consciência, organização,  hegemonia cultural e poder econômico), conduziria, ao contrário de suas  suposições, a estéreis enfrentamentos com os adversários políticos, a  semear a confusão e o isolamento do processo sociotransformador que se  pretende construir e ampliar, o que supõe aprofundar a construção de  força e poder próprios, e a relegar a luta cultural democratizadora,  chave da construção de uma nova sociedade e de uma nova civilização  humanos, coração do trânsito – com marchas e contramarchas – para o  novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trânsito reclama como eixo vertebrador a conformação  de um ator coletivo, força social e política de libertação capaz de  tracionar permanentemente o processo sóciotransformador na direção de  objetivos superadores, atuando para isso com protagonismo e autonomia  políticas a respeito do aparato governamental-estatal, nos âmbios  parlamentar e extra parlamentar articuladamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conservar o governo ou governar para a mudança?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  representantes políticos do capital e seus acólitos podem prescindir do  protagonismo popular porque se apoiam na hegemonia do poder e de seus  aparatos ideológicos, econômicos e extraeconômicos. Mas as forças  populares, se chegam ao governo e cometem o erro de deixar-se enamorar  pelo poder e seus mecanismos tentaculares de envolvimento, se optam por  se acomodarem nos cargos ou “acertar” por cima com os poderosos, fazendo  concessões de todo tipo esperando em troca perpetuar-se no governo,  dificilmente o conseguirão, mas se o fizerem, estarão virando as costas  aos objetivos transformadores e aos movimentos sociais que os levaram a  tais posições políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É injustificável, por um lado, que o  triunfo da esquerda em governos locais ou nacionais seja alcançado  propondo construir o novo e termine logo aceitando ou inclusive  promovendo políticas neoliberais sustentadoras/salvadoras do  capitalismo. Por outro lado, há o perigo de ser tragado pela cultura do  poder burocrático superestrutural, deixando-se levar pela tentação de  governar acompanhado por especialistas e assessores, confiando o  processo de mudança a resoluções e decretos que, supostamente, desde  cima, produzirão reformas e marcarão o rumo e o sentido das mudanças. Em  qualquer um dos casos, se os povos não intervem, a maquinaria  institucional funcional ao capital terminará tragando a potencialidade e  a perspectiva de transformação social dos que participam no governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As  revoluções sociais são idênticas à participação protagônica de seus  povos; diretamente proporcionais a ela. Se, por exemplo, aplica-se esta  singela equação aos processos populares revolucionários em curso, às  medidas governamentais e seus procedimentos, os resultados saltam à  vista: menor participação popular, menor conteúdo e alcance  revolucionário, menos revolução. Conclusão: o nó górdio estratégico dos  processos revolucionários não reside na pertinência das resoluções  governamentais nem na sabedoria dos governantes e de seu entorno, mas  sim na vontade popular, em sua consciência e organização para participar  nas definições e soluções, impulsioná-las e sustentá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se  avança com medidas superestruturais por mais justas e razoáveis que  estas sejam. É preciso construir protagonismo popular coletivo e isso só  pode ser feito forjando-o a cada passo e em cada passo. A aprendizagem  como o ensino começa nas práticas cotidianas. Educar no novo significa  desenvolver novas práticas, dar o exemplo. Esta é a chave pedagógica  vital das revoluções construídas desde baixo. Elas só podem ser  aprofundadas com a construção e o fortalecimento do sujeito coletivo das  mesmas, o ator sóciopolítico capaz de tracioná-las e impulsioná-las  permanentemente para objetivos radicalmente superiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um governo de esquerda não pode se limitar a fazer uma “boa administração”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participar  das eleições para ocupar espaços/frações do poder existente,  limitando-se a exercê-lo “corretamente”, ocupando os correspondentes  espaços parlamentares ou governamentais nacionais ou locais, conduz  também a dissecar e até anular a perspectiva transformadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  problema não está nas pessoas: considerados em si mesmos os governantes  são boas ou más pessoas. Como diz um sábio amigo: não há nada pior que  pessoas boas e honestas em instituições más e perversas (como são as do  capital). Porque essas pessoas, empenhadas em marcar sua diferença em  relação a funcionários incapazes ou corruptos, centram seu agir em  “fazer bem seu papel” para demonstrar que são inatacáveis. Com sua  gestão terminam limpando a cara de tais instituições e contribuem, de  modo consciente ou não, para relegitimar, reoxigenar e reproduzir o  sistema do capital e suas lógicas de dominação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corrupção é um  mal que deve ser erradicado, mas é inerente ao sistema regido pelo  mercado. Este a cria, afiança-a e generaliza-a, convertendo-a em um  flagelo que logo deve combater. Supor que “boas e honradas pessoas” que  façam uma administração “honesta” salvarão a sociedade de todos os  males, e que, o que deve ser fazer portanto é fazer com que tais pessoas  sejam candidatas é, no mínimo, uma ingenuidade inadmissível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando  um projeto político se limita a exercer “honradamente” os cargos de  governo, sem apelar à transformação e à abertura dos mesmos à  participação dos povos e de suas organizações sociais ou comunitárias,  está contribuindo para o descrédito do sentido político transformador  que tem para os atores sociopolíticos participar da disputa  democrática-eleitoral com o objetivo de chegar a parlamentos e governos.  Além disso, isso termina geralmente abortando o processo  político-social, favorecendo posicionamentos pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os casos  mais evidentes neste sentido são os dos parlamentares eleitos em nome de  movimentos sociais ou de organizações políticas de esquerda e que logo  acabam cortando todo o vínculo com tais organizações, dedicando-se a  fazer do mandato um espaço para suas ambições pessoais, ou um lucrativo  posto de trabalho. Esse é, precisamente, o jogo do poder: quebrar,  isolar, manipular ou corromper.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um governo revolucionário não se  define como tal pelo currículo, nem por ser “bom e honrado” em  comparação com os governantes tradicionais do sistema. Ainda que estas  qualidades sejam elementarmente requeridas, sua projeção ultrapassa o  nível pessoal: relaciona-se diretamente com sua capacidade de colocar os  espaços de poder em função da transformação revolucionária, abrindo as  portas do governo ao povo, construindo um novo tipo de  institucionalidade, de legalidade e legitimidade, baseada na  participação do povo na tomada de decisões políticas (embasamento da  Assembleia Constituinte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única perspectiva e base de apoio dos  governos populares reside em sua profunda e crescente articulação com  os povos, com os stores sociais, construindo em conjunto mecanismos que  encurtem as distâncias entre representação política e protagonismo  social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarefa titânica dos governos revolucionários não  consiste em substituir o povo, nem em “tirar de suas cabeças” boas leis,  e muito menos demonstrar que são mais inteligentes do que todos, que  têm razão e, por isso, “sabem governar”. Impulsionar revoluções a partir  de governos passa por fazer destes uma ferramenta política  revolucionária: desenvolver a consciência política, abrir a gestão à  participação dos movimentos indígenas, dos movimentos sociais e  sindicais, dos setores populares, construindo mecanismos coletivos e  estabelecendo papeis e responsabilidades diferenciadas para co-governar o  país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de abrir as portas do governo e do Estado à  participação das maiorias na tomada de decisões, na execução das mesmas,  e no controle dos resultados, na medida em que a construção política e a  transformação das bases jurídicas das instituições estatais e  governamentais o possibilite. Daí o papel central das assembleias  constituintes nestes processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar no governo não é o mesmo  que governar para a mudança com o protagonismo crescente das forças  sociais extraparlamentares ativas, abrir portas e promover  transformações maiores. Em tal caso, constituir-se em força política  governante significa para as forças sociais transformadoras contar com  um importante instrumento político para impulsionar integralmente a  transformação social. No entanto, vale a pena reiterar, não há métodos  que garantam resultados. Nem a tomada do poder, nem a participação  eleitoral, nem a chegada a um governo provincial ou nacional constituem,  em si mesmo, vias de mudanças revolucionárias. A transformação social é  um caminhar aberto, cheio de incertezas e obstáculos, que tem uma  trincheira de possibilidades para avançar na direção da nova  civilização: a (auto) construção do sujeito revolucionário coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  lugar e papel protagônico dos atores sociopolíticos nesta caminhada é  indispensável em todas as dimensões, tempos e tarefas do processo  político transformador. Articuladamente com isso vão se definindo os  caminhos, os métodos e os instrumentos a empregar, aqueles que é preciso  criar, etc. A transição para outra sociedade exige, além disso, a  articulação dos processos locais, nacionais e/ou regionais com o  trânsito global para um mundo diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formar uma nova cultura,  como a socialista, por exemplo, não implica só lutar contra o  capitalismo anterior, contra os traços do passado, mas sim também dar  conta da influência do capitalismo contemporâneo e de seus modos de ação  mundialmente contagiosos. A construção de homens e mulheres novos, a  construção de uma nova civilização, de um novo modo de vida  (humanidade-natureza) envolve um empenho local parte de um processo  transformador universal, que tem seu centro na conformação de um sujeito  revolucionário global, expressão de uma humanidade que,  conscientemente, queira viver de um modo diferente do até agora criado e  imposto pelo capital, e se decida a construí-lo e sustentá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  avanços se produzem em primeira instância e geralmente no âmbito de um  país ou de vários, mas cabe destacar que eles vão construindo consensos  regionais e internacionais, em temáticas civilizatórias que defendem a  vida, articulando diversos processos transformadores (1). Na América  Indo-afro-latina abrem-se hoje grandes oportunidades para isso, dado o  amadurecimento convergente de amplos e experientes movimentos sociais  urbanos e rurais, movimentos indígenas e a coincidência histórica de  governos como os da Venezuela, Bolívia, Equador, Cuba, Brasil,  Nicarágua, El Salvador, Uruguai, entre outros. Esta realidade emerge da  acumulação de resistências e lutas dos povos, e marca o predomínio da  tendência transformadora que ganha espaço por meio das lutas e  construções sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Protagonismo e responsabilidades políticas dos movimentos sociais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  amadurecimento alcançado pelos movimentos indígenas e sociais em anos  de resistências e lutas sociais, foi incrementado pela experiência que  vivem aqueles que constituíram governos e conjugam suas atividades  políticas e sociais para aprofundar processos populares coletivos de  construção de poder próprio desde baixo em simultânea disputa com o  poder do capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta situação eleva o debate dos movimentos  sociais para uma dimensão qualitativamente diferente da até agora  experimentada: trata-se de dar conta do que eles mesmos construíram, de  assumir-se também como parte dos governos e co-governar. Não é  politicamente válido resistir, lutar e conquistar governos se não se  assume (ou não se pode assumir) a responsabilidade de (co)governar com  autonomia (4), mas articulados com seus representantes para participar  da tomada de decisões, do controle da gestão pública e para apresentar  propostas próprias construídas desde baixo para os de baixo. Trata-se de  transformar radicalmente também as instituições e seu papel na  sociedade e vice-versa, e nisso, como em tudo, os movimentos sociais,  todos os povos, têm que se envolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não bastam as  resistências e as lutas antineoliberais; não basta sobreviver. É vital  superar o estado defensivo e construir-se como sujeitos protagonistas de  sua história. Isso implica dar conta da nova realidade sociopolítica,  de suas características e dimensões, suas tarefas e seus novos desafios.  Eles implicam para os movimentos indígenas e sociais do campo popular  mover-se em um terreno histórica e politicamente desconhecido até o  presente: o terreno da liberdade de pensar e elaborar propostas  coletivamente, de apresentá-las e discuti-las cara a cara com o  Executivo ou os parlamentos, apresentando-se como protagonistas não mais  das lutas contra o outrora poder do Estado e o governo, tampouco  pedindo concessões ou satisfação de demandas setoriais ou corporativas. É  tempo de percorrer caminhos para mudar pela raiz o conteúdo social dos  instrumentos tradicionais do Estado e do governo, buscando criar os  meios para fazê-lo, participando deles, convertendo-os em ferramentas  das mudanças, enchendo-as de participação popular e comunitária gestada  desde baixo. Em tais processos de luta pelas mudanças, reside a  possibilidade de que os diversos atores sociais atomizados encontrem-se e  constituam-se como ator político coletivo capaz de definir  protagonicamente os rumos de sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreender que se  trata de um processo constituinte é chave. Isso implica compreender que  não existe um “ser” nem um “dever ser” definidos a priori, que não há  sujeitos, nem caminhos, nem tarefas, nem rumos e resultados  pré-estabelecidos; não há garantias nem situações irreversíveis.  Trata-se de uma luta constante, de apelar incansavelmente à imaginação e  à vontade dos atores participantes (auto) desafiando passo a passo sua  vontade para protagonizar cada vez mais integral e profundamente o  processo de mudanças, processo que abriram sabendo o que não queriam,  mas sem ter plenamente estabelecido o que queriam. Trata-se de um  processo vivo, aberto, dinâmico, contraditório, tenso e desafiador. Este  caráter constituinte abarca e define os sentidos, as dimensões e ações  do processo de mudanças, ou seja, os próprios sujeitos. Trata-se, na  verdade, de um processo interconstituinte de poder, projeto e sujeitos. E  como tudo isso vai se definindo de modo concatenado pela participação  (integral) dos atores sujeitos, o resultado é um processo  autoconstituinte, ou seja, consciente e aberto. Não há resultados nem  sujeitos nem projetos ou poderes pré-concebidos nem garantidos. Tudo  está em jogo permanentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamente por isso os atuais  processos democrático-revolucionários que se desenvolvem no continente  em disputa frontal com a hegemonia do poder colonial-capitalista exigem o  crescente e renovado protagonismo dos movimentos indígenas, sociais,  camponeses, de mulheres, trabalhadores, ecologistas, intelectuais, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  entanto, a ausência dos tradicionais conflitos anti-governamentais  criou uma situação de calma e refluxo dos movimentos. Em parte, isso se  deve também ao fato de que os que governam interpretam esta situação de  calma como uma delegação do poder de decisão dos movimentos para eles,  com o que se incentiva uma tendência cultural quase natural de decidir  desde cima, que pressiona administrativamente aqueles que ocupam cargos  governamentais e estatais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superada a “surpresa” inicial que pode  produzir o salto da luta das ruas para a presença no governo, o desafio  é implementar propostas concretas que permita, por um lado, fortalecer e  articular as organizações sociais e políticas dos povos, e, por outro,  aprofundar os processos de questionamento das medidas regressivas do  neoliberalismo, frear sua implementação e, onde seja possível, anular  sua vigência e avançar criando e construindo o novo, incluindo nisso o  aprofundamento das dimensões do exercício efetivo da democracia desde  baixo, para os de baixo e em função dos interesses coletivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  primeiros passos até agora estão marcados pelo desenvolvimento de  programas de governo que, levando em conta a correlação de forças  existente e as possibilidades de modificá-la favoravelmente, buscam em  primeiro lugar consolidar a gestão governamental nascente, mas sem  reduzir o agir político revolucionário a isso. A construção da hegemonia  popular é vital e a ela está ligada o aprofundamento da democracia  herdada, simultaneamente com a construção de uma democracia radical que  abra o horizonte para a participação multidimensional dos atores  sociopolíticos diversos, fortalecendo sua (auto) constituição em ator  coletivo, sujeito de sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Romper os mitos da cultura política instalada pelo capital e subordinada a seus interesses&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos  atuais processos de democratização abertos por governos populares não  basta que os representados reclamem aos representantes, não basta  protestar, “tomar distância” para “seguir de perto” as gestões de  governo. O “quemeimportismo” político é filho da ideologia do aparente  não-compromisso neoliberal, e nas atuais condições é subordinado à  sobrevivência de sua hegemonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inadmissível que , em tais  situações, os movimentos sociais, indígenas, camponeses,  urbano-populares, de mulheres, etc., rejeitem compartilhar determinadas  responsabilidades e tarefas políticas articuladas a ações de governo,  esgrimindo argumentos tais como: o medo de ser cooptados ou manipulados  pelos governantes ou pelas estruturas de poder. A pergunta  correspondente neste caso é: cooptados por quem se o governo é deles  mesmos? Obviamente pode haver cooptação, acomodação, complacência, etc.,  sempre existem tais perigos, como também outros. Mas a cooptação, a  acomodação ou a complacência respondem a casos individuais, e estes ao  isolamento entre representantes e representados. Mas se trata de  participar coletivamente, de discutir como atores sociais e políticos,  de interagir como povo organizado. Em tais situações a cooptação ou  complacência desaparece como possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta perspectiva, a  negativa ou reticência a participar interagindo com autonomia no  processo governamental, inclina a balança das mudanças à paralisia e  retranca dos processos abertos. Os destinos, possibilidades e alcances  dos processos revolucionários abertos no continente, os conteúdos e  alcances da ação governamental e a participação política dos movimentos  sociais estão genealogicamente entrelaçados. A escassa participação  autonômica (não subordinada) dos de baixo acentua as persistentes  tendências à burocratização do político institucional e sua paulatina  substituição pelo administrativo superestrutural e a burocracia  correspondente, e faz dos outrora protagonistas – no melhor dos casos  marionetes da história manipulados – todos pela hegemonia do poder do  capital anulando-os em sua possibilidade de constituir-se como sujeitos  capazes de criar sua história e lutar para torná-la realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este  novo tempo político aberto aos desafios sócio-transformadores gestados  desde baixo nas resistências e lutas dos movimentos indígenas e sociais,  demanda deles elevar-se sobre prejuízos e dogmas para protagonizar as  decisões de hoje e levá-las adiante, tornando realidade as consignas do  passado e dando os passos necessários para fortalecer o protagonismo  coletivo do conjunto de atores sociais e políticos revolucionários e de  todo o povo. E para isso é fundamental instalar ou reinstalar o trabalho  político, a formação (descolonizadora) e a organização (articulada  intercultural).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fortalecer o instrumento político é central&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este  instrumento pode potencializar o desenvolvimento de tarefas políticas,  culturais e ideológicas que promovam a participação protagônica do  conjunto de atores sociais e políticos revolucionários, construir canais  e ferramentas de informação e organização, abrindo canais  institucionais e não institucionais para sua participação consciente,  capacitada, organizada e crescente nas diversas dimensões da vida  social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se liga diretamente à realização de atividades  orientadas a fortalecer o desenvolvimento da consciência política  assumida pelos atores sociopolíticos, fundamentalmente, estimulando a  recuperação e reflexão crítica de suas experiências concretas de  construção de poder próprio, criando âmbitos coletivos de intercâmbio e  produção de pensamento crítico de seus processos de mudanças,  contribuindo efetivamente para o crescimento e fortalecimento da  consciência coletiva. Abrir espaços para periódicas reflexões sobre as  novas realidades resulta vital para o desenvolvimento político-cultural  dos movimentos sociopolíticos (e de todo o campo popular).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  ideologia da mudança, como o sentido e suas definições estratégicas são  parte do processo social vivo, e não um dogma apriorístico estabelecido  desde fora das lutas dos povos por alguma vanguarda partidária que os  “demais” teriam que assimilar. A consciência política dos atores  sociopolíticos do povo se forja e cresce nos processos de resistência,  luta e construção de alternativas, em interdefinição constante dos rumos  e objetivos estratégicos. Estes não vêm dados do além, mas vão sendo  construídos (e modificados) a partir do cotidiano e dos modos de vida e  experiências de luta e sobrevivência diversos que existem em cada  sociedade, em cada comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate estratégico está aberto. E  se manifesta através dos atuais processos de lutas sociais para avançar  nas definições, implementação ou aperfeiçoamento das propostas de  mudanças radicais nas sociedades onde tal disputa está se desenvolvendo  abertamente, construindo simultaneamente caminhos que questionam  coletivamente o atual sistema mundo ao mesmo tempo que o vão  redesenhando “para mais além do domínio do capital” (Mészáros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(*)  Isabel Rauber. Doutora en Filosofía. Diretora da Revista “Pasado y  Presente XXI”. Professora da Universidade Nacional de Lanús. Educadora  popular. Estudiosa dos processos políticos dos movimientos sociales e  indígenas de indo-afro-latinoamérica. www.isabelrauber.blogspot.com;  e-mail: irauber@gmail.com &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-4284419693915717520?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/4284419693915717520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/da-carta-maior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4284419693915717520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4284419693915717520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/da-carta-maior.html' title='DA CARTA MAIOR'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-122385538338760987</id><published>2011-03-10T12:18:00.000-03:00</published><updated>2011-03-10T12:18:27.579-03:00</updated><title type='text'>PODE OU NÃO PODE?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo, uma carta (e a resposta) endereçada ao pastor Caio Fábio, criador do Caminho da Graça. O tema da carta é o que pode e o que não pode se fazer, quando se torna "cristão".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Caro Pastor!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;br /&gt;Sou evangélico há seis meses. Vivo num certo desconforto espiritual,  pois tive que deixar coisas que eu gostava de fazer para não "magoar  CRISTO" e não ir para o inferno. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Posso servir a CRISTO e beber, fumar, dançar, ouvir músicas seculares, ler livros seculares, praticar sexo sem casar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;b&gt;Para ser salvo tenho que freqüentar uma igreja? Qual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, me oriente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu irmão em CRISTO!!!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;___________________________&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Resposta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Meu irmão querido: Graça e Paz!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Se seu interesse é em Deus, em Jesus e na Vida Eterna, então, é vida que você quer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ora, se é vida que você deseja ter, então, é de vida que você tem que se ocupar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Assim, não falamos de &lt;em&gt;normas de homens&lt;/em&gt;, mas apenas do que Deus chama vida para o homem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Desse modo, Paulo diz: “&lt;em&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Todas  as coisas me são licitas, mas nem todas edificam ou me convém. Todas as  coisas me são licitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhum delas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo também disse que não se deve usar a liberdade que temos em Cristo a  fim de se dê lugar a nada que seja contra aquilo que Deus, em Jesus,  chama Vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Você pode o que você quiser, devendo apenas se perguntar: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Que bem isso me faz?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ou ainda: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Isso que eu gosto tanto pode fazer mal a alguém que não tem o mesmo entendimento que eu?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ou também:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Esse  sexo sem amor e sem significado que eu gostaria tanto de fazer por  fazer, porque eu gosto, de fato realiza o quê de bom em mim e na pessoa  da qual me sirvo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ora,  aqui no meu site você pode ir ao serviço de Busca e escrever as  palavras “sexo”, “bebida”, “cerveja”, “Skol”, “vinho”, “fuma”, etc. — e  você encontrará respostas especificas para as suas questões tópicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Eu, todavia, aqui, agora, já, quero apenas dizer a você o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Você  não “magoa a Cristo” quando faz qualquer das coisas acima. Sim! Jesus  não faz beicinho! Ele já nasceu Deus. Crescido. E mais: Ele não é  tolinho e nem escandalizável. Ele aquenta tudo. Ele é amor. O amor é  invencível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Você  faz mal a você mesmo, ao seu futuro, e, sobretudo, ao seu dia de hoje,  no qual são forjadas e reforçadas as suas fibras de ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Entretanto, você só se fará mal se fizer mal a si mesmo no fazer e usar tais coisas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Fumar  você pode; e pode fumando ir para o céu. Mas e daí? A porcaria do  cigarro faz mal aqui, já, no dia de hoje, e, com certeza, fará mais mal  ainda amanhã. Portanto, o que há de bom em voltar para ele se você pode  estar já livre dele para sempre?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Entretanto, você pode fumar e ir pro céu fumado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;O  problema não é o céu, é a terra, é o pulmão, o coração, a circulação, a  vitalidade física e sexual. Sem falar no tempo gasto, no dinheiro e  também no condicionamento psicológico e físico que o cigarro produz. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Beber?  Ora, beba. Mas não se embriague. Beba, mas não dirija. Beba, mas esteja  sempre sóbrio e lúcido. Beba, mas não seja bebido pela bebida... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ora,  o maior sinal de que a bebida bebe a pessoa é quando a pessoa passa a  ter que beber todos os dias, ainda que não se embriague. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Quando o individuo se jacta de não se embriagar embora beba todos os dias, é porque a bebida já o bebeu e ele não sentiu ainda. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Mas  logo sentirá pelas mudanças súbitas de humor, ao ponto de que ficará  cada vez mais bem-humorado quando beber, e, por isto, beberá mais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Música secular? O que é isso? Deve ser coisa de crente!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ora,  ouça boas músicas. Apenas isto. E tome cuidado com uma tal de “música  Gospel” que tem por aí, pois, em geral, faz muito mal aos crentes,  embora eles não saibam disso de saída.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Sexo? Deus diz que sexo é bom. Foi Ele que fez. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Portanto, o que há de errado com o sexo, exceto com o que o homem fez dele? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Sexo é coisa tão boa que não deve ser feita de modo tão ruim e sem significado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Sexo  sem significado, promovido apenas pela avidez que tem sua fonte na  insegurança dos seres aflitos por afirmação pela via genital, faz muito  mal à alma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Sim! Sexo deve ser &lt;u&gt;o resultado&lt;/u&gt; de um encontro que gerou um significado profético no amor: &lt;em&gt;ambos,  homem e mulher, olham para frente e imaginam o quão melhor a vida seria  se ambos fizessem de suas existências individuais uma vida só para os  dois. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ora,  quando a consciência é essa, e ambos são responsáveis o suficiente para  tomarem tal decisão, então, o sexo é apenas a continuidade simples e  natural. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Assim,  acaba a questão de transar antes ou depois de casar, pois, em tal caso,  tendo a consciência que acima descrevi, somente quem é casado transa,  posto que a transa é o rito mais essencial de todo verdadeiro casamento.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Quando  se tem consciência do significado do sexo ele se torna o rito supremo  do casamento dos que já estão casados pelo amor consciente e  responsável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;O mais... — não é casamento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;No  cartório a gente faz contrato. Na “Igreja” [templo] a gente mostra os  que estão “se casando”. Mas tanto no cartório quanto na “igreja” ninguém  faz casamento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Aliás, ninguém tem o poder de casar a ninguém diante de Deus. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Diante de Deus somente entram o homem e a mulher; e isto não é no dia da cerimônia, mas no dia em que assumem que se amam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Agora, saiba:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Só vale fazer qualquer coisa ou deixar de fazer, se for por amor e em fé. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Sem fé a gente se condena em tudo o que faz. E sem amor nada aproveita. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Portanto, você e eu temos que fazer tudo com fé e amor grato. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Transar,  comer, beber, namorar, casar, trabalhar, ser amigo, ser pai, mãe,  filho, irmão, ou qualquer outra relação, têm que ser feitos e realizados  com fé e amor; pois, sem ambos, nada é puro e aproveitável.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Afinal, Jesus disse que aquele que é Seu discípulo faz tudo com amor. Esta é a obediência aos Seus mandamentos: amar sempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Assim, você tem apenas que perguntar se você ama a pessoa que você pensa em usar por uma noite apenas. &lt;strong&gt;É amor?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Ou  então se é amor namorar alguém e usar outras pessoas sexualmente? Ou se  é amor beber até cair ou falar um monte de bobagens? Ou se é amor fazer  qualquer coisa que possa deixar a você mesmo mal e outros infelizes?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Portanto,  leia os textos que sugeri a você no inicio da carta, e, mais que isto,  busque entender a razão de seu chamado em Cristo [a leitura de meu site  vai ajudar você nisso em muito], pois, você não foi chamado para não  fazer, mas sim para ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Por isto, leia tudo o que você encontrar na Busca do site sobre “discípulo”, “discipulado”, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Quanto a se dever freqüentar uma igreja, digo a você que não necessariamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Você deve ser parte da Igreja, e você já porque crê em Jesus. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Assim, você deve congregar-se em algum lugar no qual você seja de fato edificado na fé e no entendimento do Evangelho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Mas... freqüentar de modo mágico, como se não indo a desgraça fosse chegar, não, mil vezes não!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Tudo  em Jesus tem a ver com vida. Se a freqüência a algum grupo lhe traz  graça e vida em Jesus, ajudando você a crescer em fé, amor e  entendimento espiritual, então, freqüente aí. Caso contrário busque um  lugar que seja assim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Leia a Bíblia, o Novo Testamento!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Procure na Busca do site pelas palavras “Escritura”, “ler”, “Palavra”, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Vá ao meu site — &lt;a href="http://www.caiofabio.com/"&gt;www.caiofabio.net&lt;/a&gt; — e visite o canal “Caminho”, e lá veja se há um grupo do “Caminho da Graça” perto de você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Receba meu carinho!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: red; font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Nele&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;, que deseja levar você às coisas excelentes, e não às medíocres,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Caio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;6 de&amp;nbsp;outubro de 2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Lago Norte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Brasília&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;DF&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-122385538338760987?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/122385538338760987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/pode-ou-nao-pode.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/122385538338760987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/122385538338760987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/pode-ou-nao-pode.html' title='PODE OU NÃO PODE?'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-2050228304582927376</id><published>2011-03-09T10:17:00.000-03:00</published><updated>2011-03-09T10:17:27.396-03:00</updated><title type='text'>TRÊS DOS MEUS HERÓIS PARTICULARES</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-eJdbkS9bBzQ/TXd9FLvlFjI/AAAAAAAAAoE/DwCZw3H78KQ/s1600/walt-whitman.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh5.googleusercontent.com/-eJdbkS9bBzQ/TXd9FLvlFjI/AAAAAAAAAoE/DwCZw3H78KQ/s400/walt-whitman.jpg" width="326" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;WALT WITHMAN (1819-1982)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-qRv82DNmstg/TXd9ZkwtYeI/AAAAAAAAAoI/p8-HwrEocTQ/s1600/mahatma-gandhi-indian-hero.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh3.googleusercontent.com/-qRv82DNmstg/TXd9ZkwtYeI/AAAAAAAAAoI/p8-HwrEocTQ/s400/mahatma-gandhi-indian-hero.jpg" width="338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="font-weight: normal; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;MAHATMA GANDHI (1869-1948)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-Xehw4DLBIz4/TXd9lhhqHLI/AAAAAAAAAoM/9VZHqxSoH5U/s1600/foto-bob-marley-01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh4.googleusercontent.com/-Xehw4DLBIz4/TXd9lhhqHLI/AAAAAAAAAoM/9VZHqxSoH5U/s400/foto-bob-marley-01.jpg" width="335" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;BOB MARLEY (1945-1981)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="messageBody"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-2050228304582927376?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/2050228304582927376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/tres-dos-meus-herois-particulares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2050228304582927376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/2050228304582927376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/tres-dos-meus-herois-particulares.html' title='TRÊS DOS MEUS HERÓIS PARTICULARES'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-eJdbkS9bBzQ/TXd9FLvlFjI/AAAAAAAAAoE/DwCZw3H78KQ/s72-c/walt-whitman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-7316137607918143791</id><published>2011-03-09T10:12:00.002-03:00</published><updated>2011-03-09T10:12:55.895-03:00</updated><title type='text'>O CORINGA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-mEBLPl9xhAc/TXd8wtZ4lWI/AAAAAAAAAoA/WrO3MavKQ9U/s1600/197248_194823430540018_100000370863321_614748_1169333_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="https://lh6.googleusercontent.com/-mEBLPl9xhAc/TXd8wtZ4lWI/AAAAAAAAAoA/WrO3MavKQ9U/s400/197248_194823430540018_100000370863321_614748_1169333_n.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-7316137607918143791?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/7316137607918143791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-coringa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7316137607918143791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7316137607918143791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-coringa.html' title='O CORINGA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-mEBLPl9xhAc/TXd8wtZ4lWI/AAAAAAAAAoA/WrO3MavKQ9U/s72-c/197248_194823430540018_100000370863321_614748_1169333_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-7635444121265473792</id><published>2011-03-09T08:32:00.000-03:00</published><updated>2011-03-09T08:32:52.225-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;i&gt;Baby I Love Your Way&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Peter Frampton &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ooh Baby I love your way&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Everyday, yeah&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Shadows grow so long before my eyes,&lt;br /&gt;and they're moving across the page.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="height: 32px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Suddenly the day turns into night,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Far away from the city.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;But don't, ho no, hesitate, 'cause your love just won't wait&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ooh Baby I love your way. Everyday, yeah yeah&lt;br /&gt;Wanna tell you I love your way. Everyday yeah yeah&lt;br /&gt;Wanna be with you night and day.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Moon appears to shine and light the sky&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="height: 32px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;With the help of some firefly.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Wonder how they have the power to shine,&lt;br /&gt;Shine, shine, shine,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="height: 32px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;I can see them under the pine.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;But don't, ho no, hesitate, 'cause your love just won't wait&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="height: 32px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ooh baby I love you way. Everyday, yeah yeah&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Wanna tell you I love your way. Everyday, yeah yeah&lt;br /&gt;I wanna be with you night and day.&lt;br /&gt;Oh baby, oh baby please,&lt;br /&gt;Everyday, yeah,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="height: 32px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;I will love, I will love ya,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;I love your way, ooh baby, please&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;I can see the sunset in your eyes,&lt;br /&gt;Brown and grey, and blue besides.&lt;br /&gt;Clouds are stalking islands in the sun.&lt;br /&gt;I wish I could buy one, out of season.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Oh don't hesitate, 'cause your love just won't wait (just won'twait)&lt;br /&gt;Ooh baby I love your way (every, everyday)&lt;br /&gt;I wanna tell you I love your way&lt;br /&gt;I wanna be with you night and day (Everyday, every way)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ooh baby I love your way(Ooh baby, ow, I love your little way)&lt;br /&gt;I wanna tell I love your way&lt;br /&gt;I wanna be with you night and day&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-7635444121265473792?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/7635444121265473792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/baby-i-love-your-way-peter-frampton-ooh.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7635444121265473792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7635444121265473792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/baby-i-love-your-way-peter-frampton-ooh.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1039467188799141220</id><published>2011-03-09T06:47:00.003-03:00</published><updated>2011-03-09T07:47:02.578-03:00</updated><title type='text'>ACORDANDO INSONE</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje é quarta-feira, nove de março, 13 dias para o meu 35º aniversário. Pouca vontade de comemorar, na verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, depois de dias de chuva e frio, o sol volta a aparecer no céu, agora sem nuvens. Acabou o feriado, afinal de contas.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acordei insone, depois de dois sonhos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Não me lembro de detalhes; o que ficou foi apenas a sensação de incômodo e mal-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E algumas ideias, que provavelmente vão assombrar minhas outras ideias por alguns dias, até eu deixar as primeiras totalmente de lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, sonhos podem até fornecer ideias, mas eles não mudam absolutamente nada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para você, que dorme, Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1039467188799141220?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1039467188799141220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/acordando-insone.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1039467188799141220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1039467188799141220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/acordando-insone.html' title='ACORDANDO INSONE'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-5252519359935328351</id><published>2011-03-08T10:00:00.000-03:00</published><updated>2011-03-08T10:00:47.918-03:00</updated><title type='text'>POEMA DE ALBERTO LINS CALDAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-1Hh_DKJlWlA/TXYnogrkj1I/AAAAAAAAAn8/TwFILhRVp9Y/s1600/MORTE.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="395" src="https://lh5.googleusercontent.com/-1Hh_DKJlWlA/TXYnogrkj1I/AAAAAAAAAn8/TwFILhRVp9Y/s400/MORTE.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;● puro movimento da pedra ●&lt;br /&gt;● imovel nesse perdurar ●&lt;br /&gt;● marmore gasto pelo vento ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● cego somente superficie ●&lt;br /&gt;● boca rasgada e sem lingua ●&lt;br /&gt;● nenhum coração nada dentro ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● asas partidas cheias de lodo ●&lt;br /&gt;● parece um tigre destroçado ●&lt;br /&gt;● um passo é anjo dormindo ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● nessa jaula fria ao redor ●&lt;br /&gt;● isso dorme sem acordar ●&lt;br /&gt;● nesse sono sem ilusão ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● ele resguarda em silencio ●&lt;br /&gt;● o q confia sem aguardar ●&lt;br /&gt;● furias do não renascer ●&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;● a morte cuida da morte ●&lt;br /&gt;● um se dissolve la dentro ●&lt;br /&gt;● o outro apodrece aqui fora ●&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Alberto Lins Caldas é professor e poeta. Mora em Maceió, Alagoas. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-5252519359935328351?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/5252519359935328351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/poema-de-alberto-lins-caldas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5252519359935328351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5252519359935328351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/poema-de-alberto-lins-caldas.html' title='POEMA DE ALBERTO LINS CALDAS'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-1Hh_DKJlWlA/TXYnogrkj1I/AAAAAAAAAn8/TwFILhRVp9Y/s72-c/MORTE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-3801091150264826915</id><published>2011-03-08T09:22:00.004-03:00</published><updated>2011-03-08T10:58:40.179-03:00</updated><title type='text'>1984 É CADA VEZ MAIS AQUI E AGORA!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro livro que eu li na vida, com exceção daqueles que os meus professores mandavam eu ler, foi o romance distópico &lt;b&gt;&lt;i&gt;1984&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, do escritor inglês socialista George Orwell. Eu tinha 13 ou 14 anos de idade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-xoQBFpiVtZE/TXYeqlBRYfI/AAAAAAAAAn4/CDqoQ9OS6xM/s1600/1984-War-is-Peace-Big-Brother.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh6.googleusercontent.com/-xoQBFpiVtZE/TXYeqlBRYfI/AAAAAAAAAn4/CDqoQ9OS6xM/s400/1984-War-is-Peace-Big-Brother.gif" width="307" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra &lt;i&gt;distopia&lt;/i&gt; significa o inverso de &lt;i&gt;utopia&lt;/i&gt;. Um romance utópico seria aquele livro que descreve uma sociedade ideal, perfeita, na qual todos são felizes. A realização do Reino de Deus na Terra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;i&gt;distopia&lt;/i&gt; é o inverso. Ou seja, o nosso mundo, só que um pouco pior ainda. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o &lt;b&gt;&lt;i&gt;Wikipedia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;"uma &lt;b&gt;Distopia&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Antiutopia&lt;/b&gt; é o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo baseado numa ficção cujo valor representa a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%ADtese"&gt;antítese&lt;/a&gt; da &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Utopia_%28sociologia%29" title="Utopia (sociologia)"&gt;utópica&lt;/a&gt; ou promove a vivência em uma "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Utopia"&gt;utopia&lt;/a&gt;&lt;sup class="reference" id="cite_ref-0"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Distopia#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. São geralmente caracterizadas pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Totalitarismo"&gt;totalitarismo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autoritarismo"&gt;autoritarismo&lt;/a&gt;  bem como um opressivo controle da sociedade. Nelas, caem-se as  cortinas, e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o  bem comum mostram-se flexíveis. Assim, a tecnologia é usada como  ferramenta de controle, seja do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado"&gt;Estado&lt;/a&gt;, de instituições ou mesmo de corporações".&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;b&gt;&lt;i&gt;1984&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, Orwell descreve o mundo depois da terceira guerra mundial, depois de uma guerra nuclear entre os EUA e a ex-URSS.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nessa terra arrasada, sobraram apenas três superestados, que englobam todo o planeta: a Eurásia, a Lestásia e a Oceania.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-CdkdpV1nFzw/TXYdqwlwNBI/AAAAAAAAAnw/qxZO2Cb05Jc/s1600/essay2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-CdkdpV1nFzw/TXYdqwlwNBI/AAAAAAAAAnw/qxZO2Cb05Jc/s1600/essay2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os três superestados possuem a mesma ideologia política e se organizam da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bases dessa organização são: sistemas de governo de partido único, estatização total, absoluto controle sobre o cidadão, realizado a partir de técnicas de coerção e monitoramento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;b&gt;&lt;i&gt;1984&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, o cidadão é constantemente vigiado por um aparelho chamado &lt;i&gt;Teletela&lt;/i&gt; (uma espécie de combinação entre câmera e televisão, que funciona como emissor e receptor de imagens), que nunca pode ser desligado, por escutas eletrônicas e pela Polícia do Pensamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na realidade descrita em &lt;b&gt;&lt;i&gt;1984&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, em nome de uma suposta "segurança", uma vez que os três superestados vivem em uma guerra permanente, que nunca irá terminar, a liberdade individual foi abolida em todos os níveis.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que sobra é a conformidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Orwell, um socialista inglês, que lutou na Guerra Civil Espanhola (1936-1939), escreveu &lt;b&gt;&lt;i&gt;1984 &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;depois de ter ficado horrorizado com a experiência socialista soviética, na época controlada com mão de ferro por Stálin.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O livro de Orwell ganhou a sua versão definitiva para o cinema em 1984, pelas mãos do diretor Michael Radford.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, o pesadelo descrito em &lt;b&gt;&lt;i&gt;1984&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; parece cada vez mais próximo de invadir o mundo desperto e se tornar realidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, nós concordamos com câmeras de vigilância nas ruas e em outros locais, concordamos que o Estado nos diga onde podemos fumar - mas eu acho que os cigarros serão ilegais em alguns anos, e concordamos com o aumento do controle sobre o indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-eHqdH7jSAoo/TXYeGYs4rpI/AAAAAAAAAn0/FUfoVdj7HK4/s1600/1984-was-not-supposed-to-be-an-instruction-manual.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="https://lh4.googleusercontent.com/-eHqdH7jSAoo/TXYeGYs4rpI/AAAAAAAAAn0/FUfoVdj7HK4/s400/1984-was-not-supposed-to-be-an-instruction-manual.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"&lt;b&gt;1984&lt;/b&gt; não era para ser um manual de instruções"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;É claro que todas essas medidas restritivas são tomadas em nome da "segurança" e da "saúde" públicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos EUA, por exemplo, vários estados criaram leis que proíbem os seus cidadãos de captarem e utilizarem águas pluviais (das chuvas) em suas residências. Companhias que comercializam água, como a Nestlé, por exemplo, devem estar muito felizes com a medida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Inglaterra, existe um projeto de lei que prevê a instalação de câmeras de vídeo em 200 mil residências, com o objetivo de combater a delinquência infanto-juvenil. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Europa, em alguns países, mulheres muçulmanas são proibidas de trajarem vestes tradicionais, como a &lt;i&gt;burka&lt;/i&gt; e o véu.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em países europeus como a Suíça, tradicionalmente democrática, conseguiram aprovar uma lei que proíbe a construção de minaretes e mesquistas muçulmanas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A questão é que, em nome de mais "segurança", permitimos que o Estado legisle, crie leis e medidas repressivas, em áreas sobre as quais ele não tinha autonomia anos atrás.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós aceitamos que o Estado tenha mais e mais poder sobre nossas vidas, em diversas áreas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas esquecemos que sacrificar a liberdade individual nunca deu bons resultados na História.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda assim, Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-3801091150264826915?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/3801091150264826915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/1984-e-cada-vez-mais-aqui-e-agora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3801091150264826915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3801091150264826915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/1984-e-cada-vez-mais-aqui-e-agora.html' title='1984 É CADA VEZ MAIS AQUI E AGORA!'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-xoQBFpiVtZE/TXYeqlBRYfI/AAAAAAAAAn4/CDqoQ9OS6xM/s72-c/1984-War-is-Peace-Big-Brother.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-7002459762406104910</id><published>2011-03-08T05:34:00.001-03:00</published><updated>2011-03-08T05:35:56.244-03:00</updated><title type='text'>A ÁGUIA E A GALINHA</title><content type='html'>&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Era uma vez um    camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo    cativo em sua casa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Conseguiu pegar um filhote de águia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Comia milho e ração própria para galinhas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um    naturalista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;- Esse    pássaro aí não é galinha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;É    uma águia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-De    fato - disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é    mais uma águia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três    metros de extensão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-Não    - retrucou o naturalista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ela    é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a    fará um dia voar às alturas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       -Não, não - insistiu o camponês. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ela    virou galinha e jamais voará como águia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Então decidiram fazer uma prova. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O    naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-Já    que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra,    então abra suas asas e voe! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A    águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Olhava distraidamente ao redor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Viu    as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;E    pulou para junto delas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O    camponês comentou: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-Eu    lhe disse, ela virou uma simples galinha! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-Não    - tornou a insistir o naturalista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ela    é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Vamos experimentar novamente amanhã. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;No    dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.    Sussurrou-lhe: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       -Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Mas    quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi    para junto delas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O    camponês sorriu e voltou à carga: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-Eu    lhe havia dito, ela virou galinha! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-Não    - respondeu firmemente o naturalista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ela    á águia, possuirá um coração de águia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Vamos experimentar ainda uma última vez. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Amanhã a farei voar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;No    dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos    homens, no alto de uma montanha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O    sol nascente dourava os picos das montanhas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O    naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       -Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à    terra, abra suas asas e voe! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A    águia olhou ao redor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Tremia como se experimentasse nova vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Mas    não voou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que    seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do    horizonte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico &lt;i&gt;kau-kau &lt;/i&gt;   das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma, e começou a voar, a    voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;       Voou...voou...até confundir-se com o azul do firmamento."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: Livro &lt;b&gt;A águia e a galinha - uma metáfora da condição humana&lt;/b&gt;, de Leonardo Boff. Editora Vozes. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-7002459762406104910?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/7002459762406104910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/aguia-e-galinha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7002459762406104910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/7002459762406104910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/aguia-e-galinha.html' title='A ÁGUIA E A GALINHA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-5918401245676494315</id><published>2011-03-08T00:13:00.000-03:00</published><updated>2011-03-08T00:13:16.122-03:00</updated><title type='text'>DIA INTERNACIONAL DA MULHER: HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;b&gt;Dia Internacional da Mulher&lt;/b&gt;, celebrado a &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_Mar%C3%A7o" title="8 de Março"&gt;8 de Março&lt;/a&gt;, tem como origem as manifestações das mulheres &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia" title="Rússia"&gt;russas&lt;/a&gt; por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia_czarista" title="Rússia czarista"&gt;seu país&lt;/a&gt; na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Guerra_Mundial"&gt;Primeira Guerra Mundial&lt;/a&gt;. Essas manifestações marcaram o início da &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_1917" title="Revolução de 1917"&gt;Revolução de 1917&lt;/a&gt;. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX"&gt;século XX&lt;/a&gt;, nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt; e na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa"&gt;Europa&lt;/a&gt;, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trabalho"&gt;trabalho&lt;/a&gt;, bem como pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sufr%C3%A1gio_feminino" title="Sufrágio feminino"&gt;direito de voto&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-U50LaCzVdjE/TXWegnjmdWI/AAAAAAAAAns/Khgl4hmbkPM/s1600/800px-D%25C3%25ADa_Internacional_de_la_Mujer_-_Barcelona_2009_-_004.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-U50LaCzVdjE/TXWegnjmdWI/AAAAAAAAAns/Khgl4hmbkPM/s1600/800px-D%25C3%25ADa_Internacional_de_la_Mujer_-_Barcelona_2009_-_004.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Manifestação do Dia Internacional da Mulher em Barcelona, Espanha, em 2009&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1920"&gt;década de 1920&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na antiga &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Sovi%C3%A9tica" title="União Soviética"&gt;União Soviética&lt;/a&gt;, durante o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stalinismo"&gt;stalinismo&lt;/a&gt;, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propaganda"&gt;propaganda&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Comunista" title="Partido Comunista"&gt;partidária&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo" title="Feminismo"&gt;movimento feminista&lt;/a&gt;, já na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1960"&gt;década de 1960&lt;/a&gt;.  Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu  parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e  comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o  espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam  distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1975"&gt;1975&lt;/a&gt; foi designado pela &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ONU" title="ONU"&gt;ONU&lt;/a&gt; como o &lt;a class="new" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ano_Internacional_da_Mulher&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Ano Internacional da Mulher (página não existe)"&gt;Ano Internacional da Mulher&lt;/a&gt; e, em Dezembro de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1977"&gt;1977&lt;/a&gt;,  o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para  lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas  também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são  submetidas em todo o mundo.&lt;sup class="reference" id="cite_ref-0"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup class="reference" id="cite_ref-0"&gt;&amp;nbsp;&lt;/sup&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Origem"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Origem"&gt;Origem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX"&gt;século XX&lt;/a&gt;, no contexto da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial"&gt;Segunda Revolução Industrial&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Guerra_Mundial"&gt;Primeira Guerra Mundial&lt;/a&gt;,  quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na  indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e  perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos  trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em  várias partes do mundo, destacando-se &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Iorque"&gt;Nova Iorque&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Berlim"&gt;Berlim&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viena"&gt;Viena&lt;/a&gt; (1911) e São Petersburgo (1913).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro &lt;i&gt;Dia Internacional da Mulher&lt;/i&gt; foi celebrado em &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/28_de_Fevereiro" title="28 de Fevereiro"&gt;28 de Fevereiro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1909"&gt;1909&lt;/a&gt; nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;, por iniciativa do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Socialista_da_Am%C3%A9rica"&gt;Partido Socialista da América&lt;/a&gt;&lt;sup class="reference" id="cite_ref-1"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher#cite_note-1"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;, em memória da greve das operárias da indústria do vestuário de &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_York" title="Nova York"&gt;Nova York&lt;/a&gt;, em protesto contra as más condições de trabalho&lt;span style="color: grey;"&gt;&lt;sup&gt;[&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" title="Wikipédia:Livro de estilo/Cite as fontes"&gt;&lt;span title="Esta afirmação precisa de uma referência para confirmá-la."&gt;&lt;span style="color: grey;"&gt;&lt;i&gt;carece&amp;nbsp;de fontes&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="printfooter"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: grey;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1910"&gt;1910&lt;/a&gt;, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Copenhaga"&gt;Copenhaga&lt;/a&gt;, dirigida pela &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Internacional" title="Segunda Internacional"&gt;Internacional Socialista&lt;/a&gt;, quando foi aprovada proposta da socialista alemã &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clara_Zetkin"&gt;Clara Zetkin&lt;/a&gt;, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.&lt;sup class="reference" id="cite_ref-2"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher#cite_note-2"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano seguinte, o &lt;i&gt;Dia Internacional da Mulher&lt;/i&gt; foi celebrado a &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_Mar%C3%A7o" title="19 de Março"&gt;19 de Março&lt;/a&gt;, por mais de um milhão de pessoas, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81ustria"&gt;Áustria&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dinamarca"&gt;Dinamarca&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha"&gt;Alemanha&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%AD%C3%A7a"&gt;Suíça&lt;/a&gt;.&lt;sup class="reference" id="cite_ref-3"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher#cite_note-3"&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poucos dias depois, a &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/25_de_Mar%C3%A7o" title="25 de Março"&gt;25 de Março&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1911"&gt;1911&lt;/a&gt;, um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inc%C3%AAndio_na_f%C3%A1brica_da_Triangle_Shirtwaist"&gt;incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist&lt;/a&gt; mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seguran%C3%A7a"&gt;segurança&lt;/a&gt; do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Iorque"&gt;Nova Iorque&lt;/a&gt;, até &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/11_de_setembro"&gt;11 de setembro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2001"&gt;2001&lt;/a&gt;. Para &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eva_Blay"&gt;Eva Blay&lt;/a&gt;, é provável que a morte das trabalhadoras da &lt;i&gt;Triangle&lt;/i&gt; se tenha incorporado ao &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagin%C3%A1rio" title="Imaginário"&gt;imaginário&lt;/a&gt; coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.&lt;sup class="reference" id="cite_ref-4"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher#cite_note-4"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1915"&gt;1915&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandra_Kollontai"&gt;Alexandra Kollontai&lt;/a&gt; organizou uma reunião em Christiania (atual &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oslo"&gt;Oslo&lt;/a&gt;), contra a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Guerra_Mundial" title="Primeira Guerra Mundial"&gt;guerra&lt;/a&gt;. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia"&gt;Rússia&lt;/a&gt;, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_Fevereiro#O_Dia_Internacional_das_Mulheres" title="Revolução de Fevereiro"&gt;Revolução russa de 1917&lt;/a&gt;. Em 8 de março de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1917"&gt;1917&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/23_de_fevereiro"&gt;23 de fevereiro&lt;/a&gt; pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_juliano"&gt;calendário juliano&lt;/a&gt;), a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Greve"&gt;greve&lt;/a&gt; das operárias da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ind%C3%BAstria_t%C3%AAxtil"&gt;indústria têxtil&lt;/a&gt; contra a fome, contra o &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Czar" title="Czar"&gt;czar&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_II_da_R%C3%BAssia" title="Nicolau II da Rússia"&gt;Nicolau II&lt;/a&gt; e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_Fevereiro"&gt;Revolução de Fevereiro&lt;/a&gt;. Leon Trotsky assim registrou o evento: &lt;i&gt;“Em 23 de fevereiro&lt;/i&gt; (8 de março no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_gregoriano"&gt;calendário gregoriano&lt;/a&gt;) &lt;i&gt;estavam  planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas,  as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram  delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a  greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’  viria a inaugurar a revolução”.&lt;/i&gt;&lt;sup class="reference" id="cite_ref-5"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher#cite_note-5"&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_Outubro"&gt;Revolução de Outubro&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo" title="Feminismo"&gt;feminista&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolchevique"&gt;bolchevique&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandra_Kollontai"&gt;Alexandra Kollontai&lt;/a&gt; persuadiu &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenin"&gt;Lenin&lt;/a&gt; para torná-lo um dia oficial que, durante o período &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Sovi%C3%A9tica" title="União Soviética"&gt;soviético&lt;/a&gt;,  permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora". No  entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e  tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor  pelas mulheres - uma mistura das festas &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mundo_Ocidental" title="Mundo Ocidental"&gt;ocidentais&lt;/a&gt; do &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_M%C3%A3es"&gt;Dia das Mães&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; e do &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Namorados"&gt;Dia dos Namorados&lt;/a&gt;,&lt;/i&gt; com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia"&gt;Rússia&lt;/a&gt;, bem como na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bielorr%C3%BAssia"&gt;Bielorrússia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maced%C3%B3nia"&gt;Macedónia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mold%C3%A1via"&gt;Moldávia&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ucr%C3%A2nia"&gt;Ucrânia&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tchecoslov%C3%A1quia" title="Tchecoslováquia"&gt;Tchecoslováquia&lt;/a&gt;, quando o país integrava o &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bloco_Sovi%C3%A9tico" title="Bloco Soviético"&gt;Bloco Soviético&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1948"&gt;1948&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1989"&gt;1989&lt;/a&gt;), a celebração era apoiada pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Comunista_da_Tchecoslov%C3%A1quia" title="Partido Comunista da Tchecoslováquia"&gt;Partido Comunista&lt;/a&gt;. O MDŽ (&lt;i&gt;Mezinárodní den žen&lt;/i&gt;, "Dia Internacional da Mulher" em &lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_checa" title="Língua checa"&gt;checo&lt;/a&gt;) era então usado como instrumento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propaganda"&gt;propaganda&lt;/a&gt;  do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as  necessidades femininas ao formular políticas sociais. A celebração  ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se  estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou  um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%B3dia"&gt;paródia&lt;/a&gt;  e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão.  Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o  colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais  um símbolo do antigo regime.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1910" title="Década de 1910"&gt;1910&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1920" title="Década de 1920"&gt;1920&lt;/a&gt;. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1960"&gt;década de 1960&lt;/a&gt;, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: Wikipedia&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-5918401245676494315?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/5918401245676494315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/dia-internacional-da-mulher-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5918401245676494315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5918401245676494315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/dia-internacional-da-mulher-historia.html' title='DIA INTERNACIONAL DA MULHER: HISTÓRIA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-U50LaCzVdjE/TXWegnjmdWI/AAAAAAAAAns/Khgl4hmbkPM/s72-c/800px-D%25C3%25ADa_Internacional_de_la_Mujer_-_Barcelona_2009_-_004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1534974271876727883</id><published>2011-03-07T22:50:00.001-03:00</published><updated>2011-03-07T22:52:49.766-03:00</updated><title type='text'>BREVE HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER</title><content type='html'>&lt;div class="cor_2" id="cabecalho" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="font-size: 127.7%;"&gt;&lt;h1 id="identificador_musica"&gt;&lt;i&gt;Há Mulheres&lt;/i&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/rita-ribeiro/" id="identificador_artista"&gt;Rita Ribeiro&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="div_letra" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Há mulheres que se pintam de caulim&lt;br /&gt;na costa do marfim&lt;br /&gt;para o deus louvar&lt;br /&gt;Eu também me pinto para o luar, em mim,&lt;br /&gt;a prata derramar&lt;br /&gt;Oh! Musa da inspiração!&lt;br /&gt;Oh! Musa da inspiração!&lt;br /&gt;Oh! Musa da inspiração!&lt;br /&gt;Caia sobre mim este céu sem fim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=62rzwQe69hU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=62rzwQe69hU&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1534974271876727883?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1534974271876727883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/breve-homenagem-ao-dia-internacional-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1534974271876727883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1534974271876727883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/breve-homenagem-ao-dia-internacional-da.html' title='BREVE HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1721182506023293183</id><published>2011-03-07T22:43:00.000-03:00</published><updated>2011-03-07T22:43:52.813-03:00</updated><title type='text'>DO BLOG DISTÚRBIOS SOCIAIS: DIA DA MULHER</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size: large;"&gt;Dia da Mulher: destacamos três textos de teologia feminista&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Silas Fiorotti&amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;Já  faz algum tempo que o Dia da Mulher perdeu sua vertente política e  reduziu-se a manifestação de amor ou simpatia dos homens pelas mulheres -  como no Dia dos Namorados -, verificada pelas ofertas de presentes e  flores dos homens às mulheres.&lt;br /&gt;É preciso  lembrar todos os anos que as mulheres empregadas em fábricas de  vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de protestos, por  melhores &lt;br /&gt;salários e condições de trabalho, no dia 8 de março  de 1857 em Nova Iorque. Houve também um incêndio na fábrica da Triangle  Shirtwaist, também em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram  146 trabalhadoras. E muitos outros protestos se seguiram nos anos  seguintes ao episódio de 8 de março, destacando-se um outro em 1908,  onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a  redução de jornada, melhores salários e o direito ao voto. Assim, o  primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de fevereiro de  1909 nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;As mulheres continuam  sofrendo no mundo inteiro em posições subalternas ou feitas invisíveis.  Os evangélicos brasileiros, entre outros, sabem muito bem como manter  isso. Apesar de tudo, há quase dois séculos, as mulheres despertaram  dessa situação desumana e se organizaram para gestar outro tipo de  relação de gênero, criando os fundamentos de outro paradigma  civilizacional não mais ligado à subordinação mas à reciprocidade e à  parceria.&lt;br /&gt;No dia 8 de março devemos lembrar  também que a teologia foi e continua sendo sacudida pela teologia  feminista. Sabemos que a teologia feminista nos seus primórdios, assim  como o feminismo por aqui, reproduzia de forma caricata o discurso do  feminismo norte-americano, apenas exigigindo igual acesso à sociedade e  igual condição em relação aos homens. Mas as teologias feministas se  desenvolveram e estão atentas a diferentes questões e preocupações em  diversas localidades do mundo.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581485184580589778" src="http://4.bp.blogspot.com/-_FaiADuO7T8/TXVrNBIIGNI/AAAAAAAAAU0/bGSpQ2d1GkI/s200/sampaio.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 150px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 200px;" /&gt;&lt;/div&gt;Infelizmente  as teologias feministas não têm sido muito difundidas nos seminários e  comunidades cristãs. Não tivemos a oportunidade de ler muitos textos das  teologias feministas, mas destacamos o texto &lt;i&gt;"Oséias: uma outra profecia"&lt;/i&gt; de Tânia Sampaio (2000), o livro &lt;i&gt;"Eunucos pelo reino de Deus: mulheres, sexualidade e Igreja Católica"&lt;/i&gt; de Uta Ranke-Heinemann (1996), e o livro &lt;i&gt;"Rompendo o silêncio: uma interpretação feminista do mal" &lt;/i&gt;de Ivone Gebara (2000).&lt;br /&gt;Para Tânia Sampaio, no texto &lt;i&gt;"Oséias: uma outra profecia"&lt;/i&gt;  (Sampaio, 2000), o eixo analítico do livro de Oséias é a forte crítica  aos sacerdotes e demais estruturas que sustentam o estado e não a  construção de uma imagem negativa de mulher para figurar como sinal de  infidelidade da nação para com Deus. Sampaio observa a característica  mediadora do capítulo 4 que, por seu conteúdo, os capítulos anteriores  passam a adquirir uma força histórica e concreta que exige a revisão da  interpretação das metáforas e símbolos. Pois o fato concreto que marca a  vida dessa família também ocorre em muitas outras famílias em Israel e,  em todos esses casos, a conjuntura da nação imprime suas exigências. A  prostituição sobressai como condição que adentrava a casa enquanto  prática disseminada no país. Porque Gomer estava, simultaneamente,  envolvida em prostituições e dentro da estrutura familiar. E, com esse  eixo analítico, o peso recai sobre a nação e não exclusivamente sobre  Gomer. Sendo que identificamos que as críticas ao longo do livro  dirigem-se aos sacerdotes, reis e príncipes.&lt;br /&gt;No livro &lt;i&gt;"Eunucos pelo reino de Deus: mulheres, sexualidade e Igreja Católica"&lt;/i&gt;  a teóloga alemã Uta Ranke-Heinemann (1996) - autora que ficou famosa  porque perdeu sua cátedra na Universidade de Heidelberg após a sua  publicação em 1988 - faz uma pesquisa monumental sobre as regras da  Igreja sobre a sexualidade feminina, desde as supostas raízes  pré-cristãs até os dias de hoje. Lemos os dois primeiros capítulos e na  nossa opinião trata-se de uma obra que merece a atenção das cristãs e  cristãos em geral. O primeiro capítulo intitulado &lt;i&gt;"As raízes pagãs do pessimismo sexual cristão"&lt;/i&gt; e o segundo capítulo intitulado &lt;i&gt;"O antigo tabu contra o sangue menstrual e suas consequencias cristãs"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581486280702991218" src="http://3.bp.blogspot.com/-62GaeDGFlLg/TXVsM0gEm3I/AAAAAAAAAVE/Y5Ns7eLrfXo/s200/Gebara.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 200px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 150px;" /&gt;&lt;br /&gt;Encontramos uma bela crítica feminista à antropologia patriarcal no livro &lt;i&gt;"Rompendo o silêncio: uma interpretação feminista do mal"&lt;/i&gt;  de Ivone Gebara (2000). Segundo a autora, o antifeminismo oculta o medo  e sobretudo o medo daqueles que estão no poder, medo de pensar e de  viver de outro modo. Por isso é preciso desvendar antropologicamente e  teologicamente a dor e a humilhação das mulheres. O mal sofrido  particularmente pelas mulheres em seu corpo, em casa, e dentro das  estruturas sociais (como as igrejas), foi, segundo a autora, herdado da  família, da cultura e do cristianismo. A reflexão de Gebara partiu da  acusação do sistema patriarcal para a afirmação da responsabilidade  pessoal de todos na produção do mal. Todos somos uma “mistura” de  grandeza e de pequenez, bem e mal, quente e frio. Ela deu-nos a  possibilidade de revisitar as concepções cristãs sobre o mal humano,  nossas origens, convidando-nos a analisá-las a partir de novos pontos de  referência. Ultrapassando a perspectiva que afirma que primeiro reinava  o bem.&lt;br /&gt;Uma antropologia mais inclusiva e contextual. Somos  convidados a crer na força do Espírito criador e não só conservador das  tradições. Também um Deus de muitos rostos e sem rosto, Ele/Ela.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Referências bibliográficas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;GEBARA, Ivone. (2000), &lt;i&gt;Rompendo o silêncio: uma interpretação feminista do mal&lt;/i&gt;. Petrópolis: Vozes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;RANKE-HEINEMANN, Uta. (1996) [1988], &lt;i&gt;Eunucos pelo reino de Deus: mulheres, sexualidade e Igreja Católica&lt;/i&gt;. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;SAMPAIO, Tânia M. V. (2000), &lt;i&gt;Oséias: uma outra profecia&lt;/i&gt;. In: RIBLA 35/36, Petrópolis, 2000, pp. 153-164.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1721182506023293183?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1721182506023293183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-blog-disturbios-sociais-dia-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1721182506023293183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1721182506023293183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-blog-disturbios-sociais-dia-da.html' title='DO BLOG DISTÚRBIOS SOCIAIS: DIA DA MULHER'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-_FaiADuO7T8/TXVrNBIIGNI/AAAAAAAAAU0/bGSpQ2d1GkI/s72-c/sampaio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-596291151511525180</id><published>2011-03-07T19:10:00.002-03:00</published><updated>2011-03-07T19:11:51.738-03:00</updated><title type='text'>PRA ALGUÉM DE UMA TERRA MUITO, MUITO DISTANTE</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;"I Can't Stop Loving You"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Kem&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;[Verse 1:]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I think about the day I met the perfect stranger, I think about us.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And I think about the day I got wrapped around your fingers, I think about us.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The sun was shinning on you&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The lord was smiling on me&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And love was calling us I had my mind made up.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;[Chorus:]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And I can't stop loving you&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't help myself&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And I can't get over you&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;No matter what I tell myself baby.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;[Verse 2:]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Never thought I'd ever love any one else in my weakness, I think about us.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And I think about the day you left without speaking, I think about us.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I think about the love we had for our children, I think about us.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I think about the way we laughed without a reason, I think about us girl.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;There will be no more lies&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Somebody tell me why I feel like I'm dying.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lord what's come over me&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ohh baby can't you see&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;[Chorus:]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;That I can't stop loving you&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't help myself&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And I can't get over you&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;No matter what I tell myself baby&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Yea Yea&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop loving you (stop loving you girl)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;No matter how hard I try&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And I can't get over you baby&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;And I don't know why&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I think about us &lt;/i&gt;&lt;i&gt;[x7]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ooooohh, baby.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't get over you!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Oh yea, baby.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mmmmmmm, Girl.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;What am I gonna do?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Oooooooh, baby.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I think about -  the love we had.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I think about the way you laugh.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mmmmm, girl, hey - hey.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't get over you!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop missing you baby,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop wanting you baby,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop loving you&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;GIRL-erl-erl&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hey-hey-hey-hey-hey-hey-hey&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I CAN'T GET OVER YOU!!!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop missing you girl,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop feeling you girl.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop thinking bout you!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop dreaming bout you&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;I can't stop loving you girl.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-596291151511525180?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/596291151511525180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/i-cant-stop-loving-you-kem-verse-1-i.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/596291151511525180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/596291151511525180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/i-cant-stop-loving-you-kem-verse-1-i.html' title='PRA ALGUÉM DE UMA TERRA MUITO, MUITO DISTANTE'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-3458811670048444560</id><published>2011-03-07T10:40:00.001-03:00</published><updated>2011-03-07T10:41:19.181-03:00</updated><title type='text'>RUMO AO FASCISMO NOSSO DE CADA DIA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-eDVoMRbKjdM/TXTgFREJQvI/AAAAAAAAAno/d6tOibgby7A/s1600/surveilance_440.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="https://lh3.googleusercontent.com/-eDVoMRbKjdM/TXTgFREJQvI/AAAAAAAAAno/d6tOibgby7A/s400/surveilance_440.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"A vigilância permite ao poder disciplinar  ser absolutamente indiscreto, pois está em toda parte e sempre alerta,  pois em princípio não deixa nenhuma parte às escuras e controla  continuamente os mesmos que estão encarregados de controlar; e  absolutamente 'discreto', pois funciona permanentemente e em grande  parte em silêncio".&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;Michel Foucault&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-3458811670048444560?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/3458811670048444560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/rumo-ao-fascismo-nosso-de-cada-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3458811670048444560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3458811670048444560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/rumo-ao-fascismo-nosso-de-cada-dia.html' title='RUMO AO FASCISMO NOSSO DE CADA DIA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-eDVoMRbKjdM/TXTgFREJQvI/AAAAAAAAAno/d6tOibgby7A/s72-c/surveilance_440.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8119224728224824901</id><published>2011-03-07T09:33:00.000-03:00</published><updated>2011-03-07T09:33:41.190-03:00</updated><title type='text'>DO CONVERSA AFIADA: RACISMO NO BRASIL II</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/03/racismo_tv1.jpg"&gt;&lt;img alt="" class="size-full wp-image-26188" height="277" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/03/racismo_tv1.jpg" title="racismo_tv" width="629" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;A HISTÓRIA DA FOTO: &lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;TERÇA-FEIRA, 18 DE SETEMBRO DE 2007&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Luiz Morier &amp;gt; Todos Negros &lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ahistoriabemnafoto05.blogspot.com/2007/09/depoimento-5.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Trechos do depoimento de Luiz Morier, gravado em 11/05/2007, a respeito de sua foto intitulada por ele “Todos Negros”. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Quando eu fiz esta foto, eu  estava passando pela Grajaú-Jacarepaguá, e, passando pela estrada,  percebi que havia uma blitz. Parei e fotografei a blitz. E me deparei  com esta cena, os negros todos amarrados pelo pescoço. E até dei o  título da foto de “Todos Negros”. E logo em seguida eu fui embora, e  mais abaixo tinha uma manifestação dos moradores, eu continuei fazendo a  seqüência e tal, e fui embora.&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;E essa me trouxe meu primeiro  prêmio Esso na minha carreira. A sensação que eu tive foi de humilhação.  Senti uma cena humilhante. As pessoas humilhadas, pessoas com carteira  de trabalho na mão, dava para perceber que não eram bandidos, porque  bandidos não usam um tipo de veste assim. É claro que eles se vestem bem  melhor que isso. Eram pessoas simples, humildes, todos negros. Senti  que era um ato de humilhação. Estavam sendo humilhados ali, carregados  pelo pescoço como escravos. &lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;- Do material que você fez nesse dia, você tinha certeza de que esta foto tinha destaque em relação às outras?&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Não, não tinha certeza, não.  Porque a gente… Eu, pelo menos, sempre… Você faz uma foto na hora, aí  você só vai ter uma idéia depois que ela foi revelada. Quando eu estava  revelando, sim. Aí, que eu vi a foto revelada, eu falei: “pô, essa vai  dar o que falar!…” Que isso não é coisa que possa acontecer com o ser  humano nos dias de hoje. Ou na época, na década de 80. Mas, até hoje a  gente vê humilhação por aí…&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Percebi que houve uma reação grande de todos que viram a foto. Até hoje, até hoje…&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Quem ainda não viu e vê a foto…  Já foi usada por várias faculdades, já foi tema… Inclusive foi, até, em  1988, quando a escravidão… Fez cem anos da Lei Áurea, ela foi bem  revista e colocada para todos verem que cem anos depois ainda havia esse  tipo de cena. (…)&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Eu percebi que tinha uma blitz,  mas eu parei porque tinha um camburão parado na pista. Eu fui lá dentro  do mato fazer esta foto aqui. Então, eles estavam praticamente  escondidos. Quer dizer, eu cacei!… Não estavam expostos assim, na rua.  Você pode ver que tem mato lá no fundo, estavam lá no meio do mato, um  caminhozinho no meio do mato. Então, quer dizer, era mais escondido, de  uma forma… Eles faziam as mutretas, faziam tudo que tinham que fazer,  mas, mais escondidos, para que a imprensa não visse mesmo. Agora, eles  não estão nem aí… Agora, é tiro pra cá, é tiro pra lá, caiu ali, se  tiver fotografa, se não tiver…&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;- Nessa foto aí, os PMs tiveram alguma reação de não deixarem você fotografar?&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Ah, a reação foi imediata!… O  tenente falou: “recolhe, recolhe, recolhe!”. Quando ele percebeu que eu  estava fotografando, ele mandou recolher. Só que quando ele mandou  recolher, ele não percebeu que eu… O guarda não percebeu que eu estava  fazendo uma foto dele. Eu estava com um grande angular, ele achou que eu  estivesse fazendo só os presos. E, no entanto, ele estava enquadrado na  foto. (…)&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Tem a importância que tem hoje  porque mostra uma autoridade, ali, que devia usar algemas, no mínimo, e  usou uma corda, e amarrada no pescoço. Não foi nem nas mãos, foi no  pescoço. Quer dizer, um ato escravo mesmo! (…)&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Sim, agora é. Para mim, ela é  uma foto histórica. E vai estar sempre no primeiro lugar, pra mim,  porque é uma foto que marcou muito esse meu tempo de trabalho.&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-weight: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Luiz Morier &amp;gt; Diz que foi no  Jornal Tribuna da Imprensa que tudo começou. Aos seis anos, acompanhava  o pai, Max Morier, repórter esportivo já falecido, e meio que um  fundador da Tribuna. Morier começou a carreira de repórter-fotográfico  no extinto jornal Última Hora, em 1977. Também teve passagens pelo Globo  e trabalhou como freelancer no Estadão. No Jornal do Brasil trabalhou  mais de 25 anos. Nos últimos anos tem frilado para várias empresas.&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8119224728224824901?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8119224728224824901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-conversa-afiada-racismo-no-brasil-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8119224728224824901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8119224728224824901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-conversa-afiada-racismo-no-brasil-ii.html' title='DO CONVERSA AFIADA: RACISMO NO BRASIL II'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-6330587813664235799</id><published>2011-03-07T00:44:00.002-03:00</published><updated>2011-03-07T00:44:48.206-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: red; font-family: Arial;"&gt;O DIABO É COMPLICADO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;, &lt;span style="color: #666699;"&gt;mas Deus é simples!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;i&gt;Caio Fábio &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;O reino de Deus no homem é feito de simplicidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Um Deus. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Um dogma: amor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Um Senhor e Sacerdote: Jesus, o Cristo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Uma fé a professar: o amor revelado no Evangelho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Uma certeza a possuir: a Graça é sobre todos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Uma responsabilidade: ser em verdade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Uma missão: ser humano conforme Jesus. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Uma atitude relacional: interdependência. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Uma decisão necessária: independência para obedecer a Palavra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Um fluxo a seguir: o meu em Deus. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Um mundo a buscar: aquele no qual cada um respeita e é respeitado, trata e é tratado como gosta de ser. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Um só tesouro: o que cabe no coração. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Um cônjuge: amor por todos, mas amor conjugal por um só. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Amar a todos os mais novos como se fossem filhos, e aos filhos como se fossem os únicos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Amar aos pais como quem ama a Deus, mesmo que Deus errasse... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;E, assim...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Buscar  manter o coração longe de amores equivalentes em natureza, de valares  conflitantes em essência, de tesouros opostos entre si, de ambições  antagônicas, de preocupações desnecessárias, de sofrimentos tolos e  caprichosos, de relacionamentos que não abençoam, de escolhas que  excitam, mas não pacificam; e de toda sorte de loucura que envolva crer  que aquilo que é mal, em você não é tal ruim assim; que sua traição é a  mais nobre que existe; que suas ambições são suas e assim não são  antagônicas; que a injustiça é a justiça não estar em suas mãos; e que a  um malabarismo bondoso nem Deus resiste.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Mas na era da fragmentação de todas as coisas, quem almejará a simplicidade de ser?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: blue; font-family: Arial;"&gt;Bem-aventurado o homem cuja mente está em mim&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt; — diz o Senhor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-6330587813664235799?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/6330587813664235799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-diabo-e-complicado-mas-deus-e-simples.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6330587813664235799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/6330587813664235799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-diabo-e-complicado-mas-deus-e-simples.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8072438988376885222</id><published>2011-03-07T00:43:00.002-03:00</published><updated>2011-03-07T00:43:44.742-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: maroon; font-family: Garamond;"&gt;PÃO &amp;amp; PÃO…&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;&lt;i&gt;Caio Fábio &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;O homem não vive só de pão, embora sem pão seu corpo morra e sua alma perca o prazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;O homem vive também de pão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Pão, todavia, sem alma que o aprecie, é apenas remédio para o corpo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;O livro do Eclesiastes pergunta: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;“Separado de Deus [...] quem pode comer, beber ou se alegrar?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Ora,  com isto se está afirmando que Deus é que dá prazer e sentido ao ato de  sobreviver ou de viver; pois, sem Deus na vida, tudo é apenas “remédio”  para a sobrevivência...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;O homem de fato come sentido, bebe significados, beija representações o tempo todo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Pão faz bem, mas quem não gosta de uma gordurinha na carne assada, mesmo que o colesterol suba?...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Quando  a gente vê uma pessoa “lúcida” fazendo algo que lhe seja prejudicial à  saúde, imediatamente a gente pergunta/afirmando: “Mas como? Essa pessoa  sabe que isso faz mal!...” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;A  pessoa que “sabe” [...] e decide que mesmo sabendo da existência de  algum elemento que lhe faça mal no que coma [...],&amp;nbsp;comerá assim mesmo  [...], assim faz em razão de um prazer do qual sua alma também se  alimenta [...]; o que leva a pessoa a ingerir ou provar algo [...] mesmo  que isto lhe tire estatisticamente alguns anos de vida; posto que assim  proceda em razão de uma necessidade psicológica de alimentar-se não  apenas de comida, mas de prazer e de compensações...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Quando Jesus afirmou que “&lt;em&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;nem só de pão vive o homem, mas [também,] de toda Palavra que sai da boca de Deus&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;”,  Ele nos dizia a mesma coisa, porém com uma diferença: Ele reconhecia a  necessidade humana de transcender ao elemento imediato de  necessidade/gratificação [o pão], mas afirmava que somente a  transcendência que se harmonizasse com a Palavra que sai da boca de Deus  é que realiza a necessidade de gratificação do homem sem lhe fazer mal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Ora, eu vejo o quanto &lt;em&gt;como&lt;/em&gt;  da Palavra que sai da boca de Deus, não apenas por aquilo que nela eu  “aprovo” como verdade/prática da minha vida; mas, além disso, vejo se  creio mesmo na Palavra ou não também naquilo que eu sei que não sai da  boca de Deus, embora para mim seja algo que saindo ou não da boca de  Deus eu não consiga deixar fora da minha vida e consumo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Os  prazeres que fazem bem se diferenciam dos que fazem mal apenas por  isto: os que fazem bem saem da boca de Deus e os que fazem mal apenas  entram pela boca do homem por terem se instalado antes em seu próprio  coração como necessidade/ilusiva...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Por isto se diz:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;“&lt;em&gt;Alegra-te  na tua juventude [...] e anda pelos caminhos que satisfazem ao teu  coração e agradam aos teus olhos... Sabe, porém, que de tudo prestarás  conta!”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Assim,  há o estimulo para que eu não viva só de pão, ao mesmo tempo em que se  diz que aquilo que não seja pão deve alimentar de modo sadio as demais  dimensões do ser como se pão fosse...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Sim! Para Jesus tudo é muito simples!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8072438988376885222?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8072438988376885222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/pao-pao-caio-fabio-o-homem-nao-vive-so.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8072438988376885222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8072438988376885222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/pao-pao-caio-fabio-o-homem-nao-vive-so.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1212265924681111267</id><published>2011-03-07T00:42:00.002-03:00</published><updated>2011-03-07T00:42:51.002-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: Garamond;"&gt;NAVALHAS DA GLÓRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Caio Fábio &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Paulo  disse que deveríamos nos gloriar na esperança da glória de Deus, e,  também, nas próprias tribulações, sabendo nós do bem, do poder de  forjamento e de produtividade espiritual e de caráter de fé, que o  triturador de vaidades e de falsas importâncias que a  tribulação/provação gera como beneficio para o ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;De fato Paulo estava nos apresentando a experiência das navalhas da glória.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;O  forjamento de um ser humano glorioso, em um mundo de ilusões, só pode  ser feito [sem o poder da amargura filosófica], pela via das navalhas da  glória, que são as tribulações desmontadoras das fábricas de ilusões; e  que apenas adocicam o ser e o iluminam com a alegria da  verdade/realidade, no caso de ele interpretar tudo como obra do  Escultor; embora, ele mesmo, o homem, precise se oferecer, em amor, como  matéria para o esculpir; visto que, no processo existencial, o homem  não seja inanimado, e, por isto, tenha que ser matéria viva e  auto-ofertante ao Escultor — como se a pedra ou a madeira dissessem ao  Escultor: &lt;em&gt;Eis-me aqui. Me esculpe. Ofereço-me... Mudo de  posição. Mudo de textura. Mudo conforme Seu desejo. Tu és o Escultor [ou  Tapeceiro]. Eu sou uma matéria parceira da transformação e na arte do  Teu amo;, e o faço deliberadamente, cada dia mais.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;As &lt;u&gt;navalhas da glória&lt;/u&gt;  são feitas de sabedorias divinas aplicadas a circunstancia do homem,  somadas o que, no homem, pela Graça Livre e pela Graça da decisão na  Graça feita pelo homem — formem um termo/único de poder mutante; e que  não comporta o dualismo Escultor ou Escultura Sujeita de seu próprio  destino; tanto quanto não comporta o problema: Tapeceiro ou Parceiro. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Não!  Tudo provém de Deus. Porém, a provisão de Deus é que o Tapeceiro conte  com a Parceria do homem no ofertamento de si mesmo como parceiro e  cooperador de Deus no trabalho de sua caminhada de glória em glória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Não  existe este dilema. Somente existe em quem pensa a vida com categorias  fixas; tipo: se Deus é o tapeceiro, então eu sou um tapete inerte; ou,  então: se Deus é o Escultor, então, eu sou um escultura inerte; sempre a  espera do desejo Dele, de esculpir...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Mas não é assim no Evangelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Deus é vivo; e a oferta é viva também...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Este é o culto racional&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;A  entrega do homem vivo ao Deus vivo — por amor; aceitando o que não  entende ainda; e assumindo conscientemente tudo o que já entende;  fazendo-se, de um lado, obra e feitura de Deus, e, de outro lado,  oferecendo-se como sujeito deliberadamente ativo na disposição de  cooperar com Deus, andando conforme a Vontade revelada de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Enquanto  a gente não aprende isto pela experiência das navalhas da glória, da  esperança da glória eterna vivida na ambigüidade da dor e da tribulação,  no máximo a pessoa aceita isto como um bom argumento a ser usado na  ajuda aos que estejam com tal problema ou conflito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Antes das navalhadas da glória tudo isto é apenas estoicismo ensinado com máscara cristã. Seria uma espécie de Zen Fé Cristã. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;O  caminho da glória, portanto, segundo Jesus, Paulo e todos os apóstolos —  é a vereda estreita da glória forjada como navalhada na existência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;No  fim cada cicatriz fica romântica, cada ferida se torna poesia, toda dor  converte-se em canção de ninar, e toda perda se torna o maior lucro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;No fim, cada marca é de Cristo em nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Garamond; font-size: 18pt;"&gt;Alguém quer ainda discutir o processo?...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1212265924681111267?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1212265924681111267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/navalhas-da-gloria-caio-fabio-paulo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1212265924681111267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1212265924681111267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/navalhas-da-gloria-caio-fabio-paulo.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-470648843380101964</id><published>2011-03-06T13:48:00.000-03:00</published><updated>2011-03-06T13:48:09.631-03:00</updated><title type='text'>SÃO FRANCISCO, MEU IRMÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos meus heróis é São Francisco de Assis, "o palhaço de Deus", como o descrevia o escritor inglês G. K. Chesterton.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-J_W2G0uFrJw/TXO6fomHfJI/AAAAAAAAAng/W0CihUH0dd4/s1600/st-francis-of-assisi-praying.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="https://lh5.googleusercontent.com/-J_W2G0uFrJw/TXO6fomHfJI/AAAAAAAAAng/W0CihUH0dd4/s640/st-francis-of-assisi-praying.jpg" width="448" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filho de uma família de ricos comerciantes de Assis, Francisco optou pela "Irmã Pobreza" como forma preferencial de seguir o Cristo no dia a dia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para isso, para conquistar tudo, Francisco teve de aprender a não necessitar de nada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dia, quem sabe, eu serei como ele!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-470648843380101964?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/470648843380101964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/sao-francisco-meu-irmao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/470648843380101964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/470648843380101964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/sao-francisco-meu-irmao.html' title='SÃO FRANCISCO, MEU IRMÃO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-J_W2G0uFrJw/TXO6fomHfJI/AAAAAAAAAng/W0CihUH0dd4/s72-c/st-francis-of-assisi-praying.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-1962444158437899899</id><published>2011-03-06T13:34:00.000-03:00</published><updated>2011-03-06T13:34:58.004-03:00</updated><title type='text'>O REINO DE DEUS ESTÁ EM VÓS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-rPSx_YWTdXk/TXO24FO3nmI/AAAAAAAAAnc/ZdHmnWn6v_U/s1600/muth_tolstoy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh3.googleusercontent.com/-rPSx_YWTdXk/TXO24FO3nmI/AAAAAAAAAnc/ZdHmnWn6v_U/s320/muth_tolstoy.jpg" width="232" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No século XIX, o escritor russo Leon Tolstoy, autor de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Anna Karenina&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Guerra e Paz,&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; entre outros, lançou o livro &lt;b&gt;&lt;i&gt;O reino de Deus está em vós&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, uma espécie de programa de vida para aqueles que querem seguir o Cristo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com ideias bem pessoais de como interpretar o Sermão do Monte de Jesus, Tolstoy recusou os &lt;i&gt;royalties &lt;/i&gt;pelos seus livros, libertou seus servos e passou a viver do trabalho de suas próprias mãos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acima, o escritor russo, segundo os olhos do artista norte-americano John J. Muth.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-1962444158437899899?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/1962444158437899899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-reino-de-deus-esta-em-vos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1962444158437899899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/1962444158437899899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-reino-de-deus-esta-em-vos.html' title='O REINO DE DEUS ESTÁ EM VÓS'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-rPSx_YWTdXk/TXO24FO3nmI/AAAAAAAAAnc/ZdHmnWn6v_U/s72-c/muth_tolstoy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-5168149585273868674</id><published>2011-03-06T07:51:00.002-03:00</published><updated>2011-03-06T08:02:22.848-03:00</updated><title type='text'>TODO DIA É SEXTA-FEIRA; TODA HORA É MEIA-NOITE!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terminei ontem de ler o álbum &lt;b&gt;&lt;i&gt;Cripta&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, publicado pela editora Mythos, que reúne histórias em quadrinhos (HQs) de terror norte-americanas, lançadas originalmente nos anos 60 e 70.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-kLSKRasMZvY/TXNllKKc0UI/AAAAAAAAAnU/ChXztL29cu4/s1600/criptavol01coverBG.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh4.googleusercontent.com/-kLSKRasMZvY/TXNllKKc0UI/AAAAAAAAAnU/ChXztL29cu4/s400/criptavol01coverBG.jpg" width="296" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O material reunido neste álbum foi publicado nos EUA pelas clássicas (e hoje extintas) revistas&lt;b&gt;&lt;i&gt; Eerie&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Creepy&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, da saudosa Warren Publishing, durante os anos 1960 e 1970. Recentemente, as histórias foram relançadas em álbuns de luxo pela editora Dark Horse, e é este material que a Mythos lança aqui agora. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil, algumas destas histórias foram lançadas na sensacional revista &lt;b&gt;&lt;i&gt;Kripta&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, publicada pela RGE durante a década de 1970. Essas revistas hoje são disputadas à facadas entre os aficcionados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-LusueqBr5gk/TXNkwZ07NWI/AAAAAAAAAnQ/WI4CprYYe-w/s1600/KRIPTA15.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh4.googleusercontent.com/-LusueqBr5gk/TXNkwZ07NWI/AAAAAAAAAnQ/WI4CprYYe-w/s400/KRIPTA15.jpg" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Felizmente, eu tenho alguns números aqui em casa, bem escondidos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na época, a RGE usava a frase "&lt;i&gt;Com &lt;b&gt;Kripta&lt;/b&gt;, todo dia é sexta-feira, e toda hora é meia-noite&lt;/i&gt;", como tema-chave de suas propagandas da revista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-RqwM4LbHnd8/TXNkcY2apWI/AAAAAAAAAnM/1-rPd2un0YU/s1600/Kripta020.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh3.googleusercontent.com/-RqwM4LbHnd8/TXNkcY2apWI/AAAAAAAAAnM/1-rPd2un0YU/s400/Kripta020.jpg" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A proposta da Mythos é lançar vários álbuns com este material clássico e vale a pena investir a grana necessária para a compra, uma vez que o acabamento gráfico é ótimo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto às histórias, uma das primeiras coisas a chamar a atenção é a qualidade da arte. Alguns desenhistas sensacionais, como Joe Orlando, Reed Candrall e Eugene Colan oferecem material de primeiríssima qualidade nas páginas da revista, desenhos que chegam a colocar no chinelo muita coisa do que é produzidos nas HQs atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já as histórias, elas seguem a clássica estrutura das HQs de terror: uma premissa que sempre termina em alguma "revelação surpreendente", que é o clímax da história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-wSIMA-8_D7A/TXNmvmA0nPI/AAAAAAAAAnY/ueeghNEqrps/s1600/16032.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh6.googleusercontent.com/-wSIMA-8_D7A/TXNmvmA0nPI/AAAAAAAAAnY/ueeghNEqrps/s400/16032.jpg" width="313" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um exemplo: neste álbum, a minha história favorita é &lt;i&gt;&lt;b&gt;Nos olhos de quem vê,&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; escrita por Archie Goodwin e desenhada por Jay Taycee. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nela, conhecemos o drama de Gerald Lewis, um homem, que, destruído pela morte prematura da esposa, busca trazê-la de volta, sem se importar com o custo que isso possa acarretar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, após meses de busca, Lewis encontra um bruxo, que consegue trazer sua falecida esposa de volta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, os resultados não são os esperados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como qualquer exploração do gênero Terror, as histórias de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Cripta&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; tratam de temas comuns à nós, meros e pobres mortais: o medo da morte, principalmente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras questões muito abordadas nas histórias dizem respeito ao nosso fascínio pelo oculto e pelo sobrenatural (o que dá combustível ao gênero Terror) e a loucura, um dos temas mais interessantes que existem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recomendo a leitura!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-5168149585273868674?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/5168149585273868674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/todo-dia-e-sexta-feira-toda-hora-e-meia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5168149585273868674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/5168149585273868674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/todo-dia-e-sexta-feira-toda-hora-e-meia.html' title='TODO DIA É SEXTA-FEIRA; TODA HORA É MEIA-NOITE!'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-kLSKRasMZvY/TXNllKKc0UI/AAAAAAAAAnU/ChXztL29cu4/s72-c/criptavol01coverBG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8648951988667269235</id><published>2011-03-06T07:15:00.001-03:00</published><updated>2011-03-06T08:11:22.341-03:00</updated><title type='text'>NOVOS BLOGS RECOMENDADOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você é leitor, ou leitora, deste &lt;i&gt;blog&lt;/i&gt;, constante ou ocasional, não importa, já deve ter percebido que boa parte dos textos postados aqui é de autoria de outras pessoas. São textos retirados de vários &lt;i&gt;sites &lt;/i&gt;que eu frequento com alguma frequência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns exemplos seriam o &lt;b&gt;&lt;i&gt;Conversa Afiada&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, do Paulo Henrique Amorim, um &lt;i&gt;site &lt;/i&gt;especializado em política; outro exemplo são os textos de autoria do Caio Fábio, uma das lideranças do Caminho da Graça, comunidade cristã da qual participo aqui em São Paulo.Os textos do Caio eu retiro de sua página pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também publico textos do &lt;b&gt;&lt;i&gt;Universo HQ&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - especializado em histórias em quadrinhos (HQs) - com bastante frequência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso você queira fuçar, este blog tem uma seção, chamada &lt;b&gt;&lt;i&gt;Eles fazem a minha cabeça,&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; que pode ser vista no lado direito da página, logo abaixo do meu perfil. Lá, você encontra uma lista de links para páginas interessantes, constantemente atualizada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu acredito que podemos dividir e partilhar conhecimentos e ideias. E creio que isso é fundamental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para encerrar, quero recomendar a visita a dois&lt;i&gt; blogs&lt;/i&gt; que fiquei conhecendo recentemente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro deles, &lt;b&gt;&lt;i&gt;Manifestando-se&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, é de autoria do meu amigo Denis, aqui da região metropolitana de São Paulo, e trata de temas diversos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os textos são bem legais e o&lt;i&gt; lay-out&lt;/i&gt; da página torna a leitura bem fácil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O endereço é: http://dennisportell.blogspot.com/&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segundo, &lt;b&gt;&lt;i&gt;Convite à estranheza&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, é produzido por Allan Santana e pretende abordar temas ligados aos fenômenos sociais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O endereço é: http://conviteaestranheza.blogspot.com/&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo uma visitinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz e Bem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8648951988667269235?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8648951988667269235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/novos-blogs-recomendados.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8648951988667269235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8648951988667269235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/novos-blogs-recomendados.html' title='NOVOS BLOGS RECOMENDADOS'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-221364421892727009</id><published>2011-03-05T16:50:00.001-03:00</published><updated>2011-03-06T08:30:56.200-03:00</updated><title type='text'>DO CONVERSA AFIADA: RACISMO À BRASILEIRA</title><content type='html'>&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em 3 assassinados, 2 são negros. Não, nós não somos racistas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na pág. 12 da Carta Capital que chega hoje às bancas, Mino Carta (&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/politica/a-maior-desgraca" target="_blank"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;b&gt;“A maior desgraça – três séculos de escravidão vincam até hoje os comportamentos da sociedade brasileira”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;);  e Cynara Menezes, na pág. 24 (“Ecos da escravidão – nunca o fosso entre  a segurança dos brancos e negros foi tão grande no Brasil. Enquanto o  número de assassinatos de uns cai, o dos outros segue em alta”) tratam  de racismo e violência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mino diz assim:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Há quem pretenda  que o preconceito à brasileira não é racial, é social, mas no nosso caso  os qualificativos são sinônimos: o miserável nativo não é branco.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-LweYAE1TpYY/TXKTzF8-IBI/AAAAAAAAAnI/0dqbY6rEtLE/s1600/racismo_tv.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="https://lh5.googleusercontent.com/-LweYAE1TpYY/TXKTzF8-IBI/AAAAAAAAAnI/0dqbY6rEtLE/s400/racismo_tv.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mino  demonstra que Ronaldo, dito o Fenômeno, e mesmo Pelé, “um negro de alma  branca”, se postados na calada da noite em certas esquinas do Rio e de  São Paulo, seriam sumariamente conduzidos ao xilindró mais próximo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mino considera que a escravidão é o “mal maior da história do Brasil”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro  mal, o Golpe de 64, “último capítulo do enredo populista comandado por  uma elite que, como diz Raymundo Faoro, quer um país de 20 milhões de  habitantes e uma democracia sem povo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como se sabe, o PiG (*) apoiou o Golpe com entusiasmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Folha chegou a ceder carros de reportagem para os torturadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como se sabe, o PiG apoiaria qualquer outro Golpe para derrubar qualquer presidente trabalhista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conclui Mino:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“CartaCapital  confia na ação da presidenta Dilma e acredita que seu Governo saberá  dar prosseguimento às políticas postas em prática pelo antecessor e  empenhar-se a fundo no seu próprio programa de erradicação da miséria.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cynara dá os números para Mino bater.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O racismo se adensa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Em 2002, foram assassinados 46% mais negros do que brancos. Em 2008, a porcentagem atingiu 103%.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Em outras palavras, para cada três mortos, dois tinham a pele escura.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Na Paraíba, morrem 1.083% mais pretos. Em Alagoas, 974%. E, na Bahia dos blocos de Carnaval, 440%.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recomenda-se ardentemente a leitura do livro “Nós não somos racistas”, de Ali Kamel, o Gilberto Freyre da Globo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-221364421892727009?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/221364421892727009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-conversa-afiada-racismo-brasileira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/221364421892727009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/221364421892727009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-conversa-afiada-racismo-brasileira.html' title='DO CONVERSA AFIADA: RACISMO À BRASILEIRA'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-LweYAE1TpYY/TXKTzF8-IBI/AAAAAAAAAnI/0dqbY6rEtLE/s72-c/racismo_tv.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8324786461520309632</id><published>2011-03-05T12:20:00.000-03:00</published><updated>2011-03-05T12:20:00.321-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="cor_2" id="cabecalho" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="font-size: 127.7%;"&gt;&lt;h1 id="identificador_musica"&gt;&lt;i&gt;Só Por Hoje&lt;/i&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/legiao-urbana/" id="identificador_artista"&gt;Legião Urbana&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h2&gt;&lt;i&gt;&lt;small&gt;Composição: Renato Russo&lt;/small&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="cor_2" id="cabecalho" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;small&gt;&amp;nbsp;&lt;/small&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Só por hoje eu não quero mais chorar&lt;br /&gt;Só por hoje eu espero conseguir&lt;br /&gt;Aceitar o que passou o que virá&lt;br /&gt;Só por hoje vou me lembrar que sou feliz&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Hoje já sei que sou tudo que preciso ser&lt;br /&gt;Não preciso me desculpar e nem te convencer&lt;br /&gt;O mundo é radical&lt;br /&gt;Não sei onde estou indo&lt;br /&gt;Só sei que não estou perdido&lt;br /&gt;Aprendi a viver um dia de cada vez&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Só por hoje eu não vou me machucar&lt;br /&gt;Só por hoje eu não quero me esquecer&lt;br /&gt;Que há algumas pouco vinte quatro horas&lt;br /&gt;Quase joguei a minha vida inteira fora&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Não não não não&lt;br /&gt;Viver é uma dádiva fatal!&lt;br /&gt;No fim das contas ninguém sai vivo daqui mas -&lt;br /&gt;Vamos com calma !&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Só por hoje eu não quero mais chorar&lt;br /&gt;Só por hoje eu não vou me destruir&lt;br /&gt;Posso até ficar triste se eu quiser&lt;br /&gt;É só por hoje, ao menos isso eu aprendi&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;i&gt;Yeah!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8324786461520309632?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8324786461520309632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/so-por-hoje-legiao-urbana-composicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8324786461520309632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8324786461520309632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/so-por-hoje-legiao-urbana-composicao.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-3977154460852346585</id><published>2011-03-05T05:24:00.000-03:00</published><updated>2011-03-05T05:24:22.891-03:00</updated><title type='text'>DO UNIVERSO HQ: QUADRINHOS DE TERROR NO BRASIL</title><content type='html'>&lt;div class="title2"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A trajetória das HQs de terror no Brasil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="olho"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="olho"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Origem, ascensão e declínio do estilo de maior expressão dos quadrinhos brasileiros&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;  &lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;b&gt;Por &lt;a href="mailto:marcusramone_uhq@yahoo.com.br"&gt;Marcus Ramone&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; (09/01/2004) &lt;/div&gt;&lt;div class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;"No  Brasil, o gênero Terror sempre foi o mais importante dos quadrinhos,  desde o final da década de 30 (Garra Cinzenta já era uma dessas  histórias, só que com elementos policiais) até meados dos anos 90. Muita  gente atribui isso ao Comics Code americano (&lt;strong&gt;Nota do UHQ:&lt;/strong&gt;  O Comic Code é um instrumento de regulamentação dos quadrinhos  americanos, criado por um grupo de editoras, na década de 50, que temiam  uma intervenção do governo americano no mercado, e que resultou  efetivamente no cancelamento de quase todos os títulos de crime e terror  da época), que fazendo com que as histórias tivessem de ser açucaradas,  proporcionaram, aqui, um mercado para que os desenhistas e  argumentistas nacionais pudessem fazê-las mais fortes, mais ao gosto do  público. Acho que isso explica um grande movimento nos anos 50/60, mas a  verdade é que os brasileiros adoram uma boa história de terror, seja de  lobisomem, assombração ou boitatá. Isso nos interessa como manifestação  cultural".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Mestres do Terror: Nádia, a filha de Drácula" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/nadiacapa.jpg" vspace="2" width="218" /&gt;O  autor da afirmação acima é alguém que, não bastasse o fato de conhecer  muito da história dos quadrinhos de terror no Brasil, também fez parte  dela. Aos 40 anos de idade, Antônio Rodrigues é hoje publicitário da &lt;b&gt;Talent&lt;/b&gt;, uma das mais renomadas agências de propaganda do País. Até meados dos anos 80, porém, escrevia histórias e fazia os &lt;i&gt;lay-outs&lt;/i&gt; para que pesos-pesados como Rodolfo Zalla e Flavio Colin transformassem em belíssimas HQs de horror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, com Zalla e Rubens Cordeiro, criou personagens como Nádia, a  filha de Drácula, e foi um dos principais argumentistas de &lt;i&gt;Mestres do Terror&lt;/i&gt;, revista publicada pela editora &lt;b&gt;D-Arte&lt;/b&gt; e uma das mais importantes da história dos quadrinhos nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2002, a edição especial &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/review_calafrio_20anos.cfm"&gt;&lt;i&gt;Calafrio - 20 Anos Depois&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, lançada pela &lt;a href="http://www.operagraphica.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Opera Graphica&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;  em comemoração ao aniversário de surgimento da revista, fez uma breve  menção a Toni (como ele gosta de ser chamado). "Fui citado de passagem, o  que, de certo modo, me frustra, pois minha produção não era pequena. Eu  simplesmente não continuei no mercado; porém, o autor da matéria não  achou que valia a pena me dar mais destaque".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Calafrio - 20 anos depois" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/calafrio20anos.jpg" vspace="2" width="217" /&gt;Nada  que não possa ser redimido, pois, acompanhado de Antônio Rodrigues,  iniciaremos agora uma arrepiante viagem pelo terror... nos quadrinhos  brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O início&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terror nas HQs brasileiras deve muito a alguns estrangeiros que aqui  chegaram e fincaram suas raízes, contribuindo para o surgimento do  gênero que se tornou a "nossa cara".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O português Jayme Cortez é considerado o responsável pela primeira onda.  Com sua chegada ao Brasil, em 1947, já com uma considerável bagagem  artística (um de seus trabalhos mais famosos, a história &lt;i&gt;Espíritos Assassinos&lt;/i&gt;,  é um clássico em Portugal), começou a influenciar vários artistas que  enveredavam para as HQs de terror. Alguns foram orientados pessoalmente  por ele, como Julio Shimamoto, Ivan Saidenberg e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na mesma época que o Cortez, veio também o italiano &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2003/n14062003_03.cfm"&gt;Nico Rosso&lt;/a&gt;,  muito importante para o terror, embora tenha seguido para esse lado por  contingências do mercado, já que seus melhores trabalhos, na minha  opinião, foram os maravilhosos &lt;i&gt;Contos de Fadas&lt;/i&gt; que fez para a &lt;b&gt;Editora La Selva&lt;/b&gt;, com um traço belíssimo e capas primorosas", diz Antônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo de década de 1960, também chegaram ao Brasil o argentino  Rodolfo Zalla e o italiano Eugênio Colonnese (este, egresso da  Argentina, onde estava radicado). Com eles, aportou em terras  tupiniquins uma nova maneira de se trabalhar com quadrinhos, com métodos  que garantiam um grande volume de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Mirza, a vampira" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/images/Mirzapeq.jpg" vspace="2" width="225" /&gt;Muitos  daqueles que os antecederam tinham apenas contato diletante com as HQs,  produzindo uma história aqui, outra ali, mantendo outros empregos.  Gedeone (Malagola) - criador do Raio Negro - era delegado de polícia  (embora ainda colaborasse bastante); Lyrio Aragão, investigador (e, mais  tarde, desenhista da linha &lt;strong&gt;Disney&lt;/strong&gt; na &lt;strong&gt;Editora Abril&lt;/strong&gt;); Manoel Ferreira virou funcionário público; outros, como Walmir Amaral e Juarez Odilon, entraram para o staff da &lt;strong&gt;RGE&lt;/strong&gt;, basicamente para fazer capas de gibis como &lt;em&gt;Fantasma&lt;/em&gt; e  &lt;em&gt;Mandrake&lt;/em&gt;; Zezo foi trabalhar na &lt;strong&gt;Eucatex&lt;/strong&gt;, onde  virou um dos diretores até se aposentar". Outros ainda acabaram indo  para a publicidade como Shimamoto, Colin, Cortez e Saidenberg", conta  Toni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma idéia do quanto era prolífica a produção dessas HQs no  Brasil, no ano de 1963 existiam mais de 30 títulos em banca. E foi nessa  fase, já em 1967, que surgiu nossa principal personagem de terror, &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/n08112002_04.cfm"&gt;a vampira Mirza&lt;/a&gt;,  criação de Eugênio Colonnese. Sua revista durou apenas dez edições, mas  foi republicada nos anos 70. Ganhou outras aventuras inéditas na década  de 1980, publicadas em &lt;i&gt;Calafrio&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Mestres do Terror&lt;/i&gt;, e também num gibi próprio que durou apenas duas edições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="O Estranho Mundo de Zé do Caixão" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/estranhomundozedocaixao.jpg" vspace="2" width="221" /&gt;Nesse  período, havia novos e talentosos artistas, como Paulo Hamasaki, Rubens  Cordeiro, Cláudio Seto e outros. Mas praticamente tudo o que existia na  área de horror era alguma obra de Zalla, Colonnese e Rosso. Títulos  como &lt;i&gt;O Estranho Mundo de Zé do Caixão&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Sexta-Feira 13&lt;/i&gt; fizeram muito sucesso e consolidaram esse segmento de quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ditames da Ditadura&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, assim como nas revistas, o que era só felicidade estaria prestes a  se tornar algo, digamos, terrível - com o perdão do infame trocadilho. A  partir de 1972, os censores da ditadura passaram a examinar as revistas  de terror antes de sua veiculação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A coisa começou a pegar. Miguel Penteado, grande ilustrador, co-fundador da &lt;b&gt;Continental&lt;/b&gt; e dono da &lt;b&gt;GEP&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;Gráfica Editora Penteado&lt;/b&gt;), um dos primeiros a publicar a &lt;b&gt;Marvel&lt;/b&gt; no Brasil, que tinha em sua linha vários e ótimos gibis de terror - &lt;i&gt;Lobisomen, Múmia&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Histórias Caipiras de Assombração&lt;/i&gt;,  por exemplo -, foi chamado para dar explicações. Pôs o pé no freio e  fez com que outros também o seguissem, diminuindo ainda mais o mercado  para os quadrinhos nacionais, já que, apesar de haver outros gêneros, o  que vendia para valer era o terror", explica Toni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Lobisomen" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/images/lobisomem.jpg" vspace="2" width="225" /&gt;Entre  os anos de 1972 e 1976, com esse marasmo editorial, vários artistas se  desviaram para outras áreas. Eugênio Colonnese passou a ilustrar livros  didáticos; Rubens Cordeiro e Rodolfo Zalla desenhavam o Zorro para as  revistas &lt;b&gt;Disney&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;Editora Abril&lt;/b&gt;. E outros seguiram caminhos diversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa fase, o "terrir" começou a arrebatar sua fatia no mercado. &lt;i&gt;Gasparzinho&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Brasinha&lt;/i&gt;, de Alfred Harvey; &lt;i&gt;Satanésio&lt;/i&gt;, de Ruy Perotti; e &lt;i&gt;Penadinho&lt;/i&gt;,  de Mauricio de Sousa, faziam a alegria dos leitores infantis. Sucessos  absolutos durante muitos anos. O fantasminha brasileiro ainda hoje é  presença constante nas edições da &lt;b&gt;Turma da Mônica&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Coleção Contos de Terror" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/contosdeterror.jpg" vspace="2" width="216" /&gt;O terror, entretanto, não estava definitivamente fora de jogo. "A &lt;b&gt;Editora M&amp;amp;C&lt;/b&gt; lançou &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/n19072002_01.cfm"&gt;Lobisomem&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, do Gedeone, numa nova e linda versão desenhada por Nico Rosso, e a &lt;i&gt;Múmia&lt;/i&gt;,  de Ignácio Justo (Sérgio Lima, o artista original das duas séries,  estava desenhando as bruxas Maga Patalójika e Madame Min, para a &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;); e a &lt;b&gt;Editora Taika&lt;/b&gt; ainda publicava várias revistas, como &lt;i&gt;Contos de Terror&lt;/i&gt;,  quase só com reprises", faz questão de frisar Antônio. Mas, essas  iniciativas não eram nada que lembrasse aquele período mais produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sopro de vida&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Kripta #41" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/kripta41.jpg" vspace="2" width="197" /&gt;Eis que, em 1976, invade as bancas brasileiras um fenômeno chamado &lt;i&gt;Kripta&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;RGE&lt;/b&gt;, que, nas palavras de Antônio Rodrigues, gerou todo um &lt;i&gt;"revamp"&lt;/i&gt;, fazendo surgir várias outras publicações como &lt;i&gt;Calafrio&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;D-Arte&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um comercial de TV anunciava a publicação, finalizando com a frase "Com  Kripta, qualquer dia é sexta-feira, qualquer hora é meia-noite". "Foi um  sucesso estrondoso. A revista era muito boa, toda com material da &lt;b&gt;Warren Comics&lt;/b&gt;  e quadrinhos de primeira linha desenhados por gente do naipe de Neal  Adams, Esteban Maroto, José Ortiz, Paul Neary, Bernie Wrightson, Luiz  Bermejo entre outros e textos de Budd Lewis, Doug Moench, Archie  Goodwin, etc.", enaltece Toni. Surgia aí, a segunda onda dos quadrinhos  de terror no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Calafrio #34" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/calafrio34.jpg" vspace="2" width="221" /&gt;A &lt;b&gt;Bloch Editores&lt;/b&gt; começou, então, a lançar toda a linha de horror da &lt;b&gt;Marvel&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Drácula, Lobisomem, Múmia, Frankenstein, Aventuras Macabras&lt;/i&gt; e outras. A &lt;b&gt;Noblet&lt;/b&gt; atacou com &lt;i&gt;Vampirella&lt;/i&gt;. Já a &lt;b&gt;Ebal&lt;/b&gt; voltou com as histórias do segmento criadas pela &lt;b&gt;DC&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a &lt;b&gt;Editora Vecchi&lt;/b&gt; passou a publicar &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/museu_spektro.cfm"&gt;&lt;i&gt;Dr. Spektro&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;. "Quando lançaram a revista, estavam apresentando Dr. Spektro da americana &lt;b&gt;Gold Key&lt;/b&gt;,  um gibi até legal que teve só vinte e poucos números publicados nos  Estados Unidos, escritos por Don Glut e desenhados pelo filipino Jesse  Santos. Eles fizeram um 'almanacão', para ver o que dava... e vendeu bem  pra burro. Aí, resolveram continuar, só que sacaram que teriam que  achar outras histórias, pois as da Gold Key não iam dar para muito  tempo", esclarece Antônio. "O Ota, editor da &lt;b&gt;Vecchi&lt;/b&gt;, foi até a &lt;b&gt;APLA&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;Agência Periodística Latino Americana&lt;/b&gt;,  que era a licenciadora de nove entre dez quadrinhos americanos da  época) para ver o que achava e deparou-se com velhas histórias de terror  dos anos 50, muitas inéditas, e outras que tinham saído na &lt;b&gt;La Selva&lt;/b&gt;  há bastante tempo. Montou um pacote, dizem, a preço de banana. Tirou o  'Dr.' Do título da publicação e mandou bala. O segundo número vendeu  ainda melhor que o primeiro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Sobrenatural #10" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/sobrenatural.jpg" vspace="2" width="202" /&gt;A  terceira edição apresentou uma matéria sobre quadrinhos nacionais. A  repercussão foi bastante positiva. "As histórias criadas no Brasil foram  ocupando mais e mais lugar na revista, e acabaram por tomar todo o seu  espaço, além de provocar o lançamento de filhotes: &lt;i&gt;Pesadelo&lt;/i&gt;, nos moldes da &lt;i&gt;Spektro&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;Sobrenatural e &lt;i&gt;Histórias do Além&lt;/i&gt;, que tinham muito material da &lt;b&gt;Charlton&lt;/b&gt;  (algumas bem desenhadas por Steve Ditko e Ton Sutton, por exemplo, mas  sempre muito mal escritas) misturado com nacional", explica Toni.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  &lt;i&gt;Spektro&lt;/i&gt; apresentou duas das mais conceituadas séries de terror brasileiras: &lt;i&gt;Hotel Nicanor&lt;/i&gt;,  criação de Flavio Colin (o trabalho valeu uma minissérie em três  edições, em 1994, com roteiros de Otacílio D' Assunção Barros, o Ota,  ganhando o troféu &lt;b&gt;HQ Mix&lt;/b&gt;); e &lt;i&gt;O Homem do Patuá&lt;/i&gt;, de Elmano Silva.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  &lt;img align="right" alt="Spektro #20" border="0" height="337" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/images/spektro20.jpg" vspace="2" width="250" /&gt;Entretanto,  mais uma tempestade se formou para acabar com uma das melhores fases de  HQs que o Brasil já teve, como narra Toni: "O mercado deu uma virada e a  &lt;b&gt;Vecchi&lt;/b&gt; começou a se degringolar como empresa. Havia também a &lt;b&gt;Grafipar&lt;/b&gt;, no Sul, mas o forte dela eram os quadrinhos eróticos. Sua revista de terror, &lt;i&gt;Neuros&lt;/i&gt;, durou pouco. O fato é que muita gente que trabalhava nas duas editoras tomou na cabeça, e não recebeu o que tinha direito. A &lt;b&gt;Vecchi&lt;/b&gt; abriu concordata e acabou falindo. O Ota perdeu o emprego e tudo se acabou em 1982, melancolicamente".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  Segundo Antônio Rodrigues, a &lt;b&gt;Vecchi&lt;/b&gt;, apesar de tudo, fez um  enorme favor às HQs nacionais, pois trouxe de volta nomes como  Shimamoto, Colin e Colonnese, nessa bem recebida incursão aos quadrinhos  brasileiros. Redescobriu Manoel Ferreira. Revelou Ataíde Braz, Roberto  Kussumoto e, principalmente, Watson Portela, definitivamente o melhor  daquela época, junto com Eduardo Ofeliano. "Apareceram outros, também.  Sidemar Vicente de Castro, que era um bom argumentista; Olendino Mendes,  que tinha um trabalho peculiar; o grande César Lobo, com uma história  curiosa: desenhava não muito bem, sofreu um acidente, ficou cego por um  tempo e quando voltou a enxergar tinha melhorado, e muito, seu traço.  Todos eles começaram na &lt;i&gt;Spektro&lt;/i&gt;", frisa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  &lt;b&gt;Segurando a onda&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  &lt;img align="left" alt="Mestres do Terror #52" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/mestresdoterror52.jpg" vspace="2" width="215" /&gt;Num  certo dia de 1982, começou a participação de Antônio Rodrigues nos  quadrinhos nacionais. "Eu tinha pensado em mandar um material para a &lt;b&gt;Vecchi&lt;/b&gt;,  mas na época isso era feito pelo correio, não havia internet, não tinha  nem sequer como saber se os caras tinham recebido. E como a editora do  Zalla (&lt;b&gt;D-Arte&lt;/b&gt;) era bem pertinho, resolvi tentar. Ele foi lendo as  histórias e me disse que compraria outras, se eu as trouxesse  esboçadas", relembra.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  Antônio passou a ser o responsável pela seção de cartas de &lt;i&gt;Mestres do Terror&lt;/i&gt;, e começou a escrever os roteiros das histórias de &lt;i&gt;Drácula&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Nádia&lt;/i&gt;, além de diversas outras avulsas. Adaptava também o texto de outros autores como &lt;i&gt;ghost writer&lt;/i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  &lt;img align="right" alt="Drácula #36" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/draculacapa.jpg" vspace="2" width="222" /&gt;"Nessa  época, houve um fato curioso. Colonnese desenhou uma capa na qual Mirza  aparecia com os seios à mostra. Zalla, temendo que a revista fosse  recolhida das bancas (escaldado pela censura dos anos de chumbo que viu  de perto), resolveu retocar a arte, cobrindo os seios da personagem com  lápis dermatográfico. Quando Colonnese viu o impresso, ficou bravo. O  resultado foi que o Zalla me pediu para criar uma outra vampira,  nascendo daí a Nádia. Mas a rusga entre os dois artistas já foi há muito  resolvida", revela Antônio.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  A revista fez bastante sucesso e marcou sua presença no mercado durante bons anos. Mas, tanto ela quanto &lt;i&gt;Calafrio&lt;/i&gt;  chegaram ao fim no início da década de 1990. "Com sua vasta experiência  e tino comercial, Zalla conseguiu manter as revistas por muito tempo,  mas, mesmo assim, chegou uma hora em que a conturbada situação econômica  do País tornou impossível continuar operando. Algum tempo antes disso,  consegui um emprego na &lt;b&gt;DPZ&lt;/b&gt;, e nunca mais saí da publicidade. Os quadrinhos continuaram na minha vida, mas só como leitor", conta Toni.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  &lt;img align="left" alt="O Estranho Mundo de Zé do Caixão, da L&amp;amp;PM" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/O_Estranho_Mundo_Ze_Caixao.jpg" vspace="2" width="221" /&gt;Ainda havia vários títulos nas bancas, como &lt;i&gt;Histórias Reais de Drácula&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;Bloch&lt;/b&gt;. Ou mesmo o álbum especial &lt;i&gt;Saga do Terror&lt;/i&gt;, que foi publicado pouco depois da morte de seu autor, Jayme Cortez.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  Revistas como &lt;i&gt;Monstro do Pântano&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Sandman&lt;/i&gt;, ambos da &lt;b&gt;DC Comics&lt;/b&gt;,  surgiram causando estardalhaço. Embora o primeiro envolvesse a temática  de super-heróis, e o segundo contivesse muito do gênero fantasia, ainda  assim flertavam com o terror.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  Títulos &lt;i&gt;underground&lt;/i&gt; como &lt;i&gt;Porrada! Special&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Animal&lt;/i&gt; apresentavam, aqui e ali, alguns trabalhos (nacionais e estrangeiros) com o tema. A &lt;b&gt;Editora Toviassu&lt;/b&gt; publicou uma minissérie com &lt;i&gt;Freddy Krueger&lt;/i&gt;, em duas edições, tamanho magazine. Pela &lt;b&gt;Editora Abril&lt;/b&gt;, saiu a belíssima coleção &lt;i&gt;Clássicos Ilustrados&lt;/i&gt;, com adaptações de romances famosos, e entre eles estava &lt;i&gt;A Ilha do Dr. Moreau&lt;/i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  &lt;img align="right" alt="Especial de Terror" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/especialterror.jpg" vspace="2" width="210" /&gt;Em 1987, nas livrarias, a &lt;a href="http://www.lpm.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;L&amp;amp;PM&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; relançou, em formato álbum, &lt;i&gt;O Estranho Mundo de Zé do Caixão&lt;/i&gt;, que trazia a história &lt;i&gt;Noite Negra&lt;/i&gt;, publicada originalmente pela &lt;b&gt;Editora Prelúdio&lt;/b&gt; em janeiro de 1969, com texto de Rubens F. Lucchetti e desenhos de Nico Rosso.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;  Uma das melhores publicações da época foi o especial &lt;i&gt;Histórias de Terror de Eugênio Colonnese&lt;/i&gt; (&lt;b&gt;Editora Catânia&lt;/b&gt;,  1987), uma coletânea das obras criadas pelo autor entre 1965 e 1966,  com 96 páginas, formato americano e encadernação de luxo. Um ano antes, a  &lt;b&gt;Press Editorial&lt;/b&gt; havia lançado &lt;i&gt;Especial de Terror&lt;/i&gt;, só com histórias de Mozart Couto. Enfim, uma fase ainda feliz para o terror.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;      &lt;/i&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;b&gt;E vieram os anos 90&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img align="left" alt="Macumba Macabra" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/macumba_macabra.jpg" vspace="2" width="222" /&gt;A  década começou apontando para um caminho de venturas. Afinal, muitos  títulos surgiram, e outros continuavam sua marcha de longos anos. Mas a  verdade é que nenhum conseguiu permanecer por muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em 1990, a &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt; lançou &lt;i&gt;Deadman: Amor após a Morte&lt;/i&gt;,  de Mike Baron e Kelley Jones, uma minissérie em duas edições que contava  a angustiante história do fantasma Desafiador (rebatizado com o nome  original em inglês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas livrarias, no mesmo ano, a &lt;b&gt;L&amp;amp;PM&lt;/b&gt; lançou &lt;i&gt;Macumba Macabra&lt;/i&gt;, de Ennio Missaglia (roteiro) e Magnus (arte), uma aventura de suspense entre espíritos malignos e legiões de zumbis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Bradbury - O Papa-defuntos" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/Bradbury_O_Papa_Defuntos.jpg" vspace="2" width="221" /&gt;No biênio 1990/91, a &lt;b&gt;L&amp;amp;PM&lt;/b&gt; lançaria ainda &lt;i&gt;Bradbury - O Papa-defuntos&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Bradbury - O Pequeno Assassino&lt;/i&gt;, com histórias do escritor Ray Bradbury adaptados para os quadrinhos da &lt;b&gt;EC Comics&lt;/b&gt;, por feras como Al Williamson, Joe Orlando, Jack Davis, Wally Wood e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 1991, &lt;i&gt;Hellraiser&lt;/i&gt; (baseada na série de cinema criada por Clive Barker), também pela &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;,  foi uma luxuosa série trimestral em cores que desfilou excelentes  histórias americanas de terror, verdadeiras obras-primas em texto e  desenhos. Durou apenas quatro números. Pela mesma editora, saiu &lt;i&gt;Clive Barker - Raça das Trevas&lt;/i&gt;, uma mini produzida por Alan Grant, John Wagner e Jim Baikie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Sussurro Sinistro" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/sussurrosinistro.jpg" vspace="2" width="201" /&gt;Mais ou menos nesse ínterim, &lt;i&gt;Sussurro Sinistro&lt;/i&gt; apareceu pela &lt;b&gt;Nova Sampa&lt;/b&gt;, apresentando histórias de artistas consagrados e de novos talentos. Também teve vida curta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minissérie de luxo &lt;i&gt;Livros da Magia&lt;/i&gt; circulou logo depois. Nos mesmos moldes de &lt;i&gt;Sandman&lt;/i&gt;, foi a primeira aposta da &lt;b&gt;Editora Abril&lt;/b&gt; na linha &lt;b&gt;Vertigo&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dylan Dog&lt;/i&gt; foi trazido ao mercado tupiniquim pela &lt;a href="http://www.editorarecord.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Editora Record&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (foi cancelada na edição 11, retornou em 2001 pela &lt;a href="http://www.conradeditora.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Conrad&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e, em 2002, passou para a &lt;a href="http://www.mythoseditora.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Mythos &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;).  Era o primeiro contato do público brasileiro com o Investigador do  Pesadelo, sucesso na Itália desde sua criação, no final dos anos 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Cripta do Terror #1" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/criptadoterror1.jpg" vspace="2" width="225" /&gt;No mesmo ano, a Record passou a publicar &lt;i&gt;Cripta do Terror&lt;/i&gt;, apresentando material antigo da &lt;b&gt;EC Comics&lt;/b&gt;,  com seus característicos finais-surpresa. Ótima revista em tamanho  magazine, com 96 páginas por edição. Mas não emplacou. Foram apenas sete  números.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1993, &lt;i&gt;Mestres do Terror&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Calafrio&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;D-Arte&lt;/b&gt;,  foram canceladas. A primeira, que estreou em 1982, e a segunda, de 1981,  são recordistas em tempo de existência nesse gênero de publicação. E  poderiam ter conseguido uma numeração de capa maior (chegaram às edições  62 e 52, respectivamente), não fosse a periodicidade irregular, que, em  alguns momentos, as fez sair com diferença de meses entre um número e  outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois, um certo vampiro, o mais famoso de todos os tempos, reapareceu na &lt;b&gt;Editora Escala&lt;/b&gt;, na minissérie &lt;i&gt;Drácula x Zorro&lt;/i&gt;. As duas edições valeram apenas pelo retorno de dois bons personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Vertigo #9, da Abril" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/vertigoabril9.jpg" vspace="2" width="197" /&gt;Em 1994, Ota relançou &lt;i&gt;Spektro&lt;/i&gt;, pela sua própria editora, a &lt;b&gt;Otacomix&lt;/b&gt;. Contou-se nos dedos o número de edições publicadas. A já citada minissérie &lt;i&gt;Hotel Nicanor&lt;/i&gt;, porém, fez valer o ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois, em 1995, houve o lançamento da revista &lt;i&gt;Vertigo&lt;/i&gt;, pela &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;. Apresentava histórias com temas adultos, a maioria de terror, capitaneadas por &lt;i&gt;Hellblazer&lt;/i&gt;, o carro-chefe do título. Só chegou à edição 12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi também nesse ano que a &lt;b&gt;Ediouro&lt;/b&gt; publicou a &lt;i&gt;Coleção Assombração&lt;/i&gt;, sob a direção de Ota, que também escrevia alguns roteiros. Com títulos como &lt;i&gt;Cripta Maldita, Ritual Macabro, Casos Verídicos de Terror&lt;/i&gt;,  entre outros, desfilava nomes como Colin, Shimamoto e Mozart Couto,  além de novos artistas, como Fernando Miller e Ronaldo Devil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Seleções de Assombração" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/selecoesassombracao.jpg" vspace="2" width="186" /&gt;Todas eram excelentes revistas que, entre republicações de clássicos (como os já citados &lt;i&gt;Homem do Patuá&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Hotel Nicanor&lt;/i&gt;)  e histórias inéditas, produziam horripilantes pesadelos em  preto-e-branco. Só duraram oito números, e logo após houve algumas  encadernações compilando tudo o que havia saído - incluindo o almanaque  especial -, sob o título &lt;i&gt;Seleções de Assombração&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;À Meia-Noite Levarei Sua Alma&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;Nova Sampa&lt;/b&gt;, com textos  de José Mojica Marins, o Zé do Caixão, e desenhos de Laudo Ferreira Jr.,  foi lançado com um certo estardalhaço na mídia: a história era a  quadrinização oficial do filme de 1964. O personagem voltou a aparecer  mais duas vezes nos anos seguintes: uma na revista &lt;i&gt;Heavy Metal&lt;/i&gt; brasileira (1996); outra, na &lt;i&gt;Horror Show&lt;/i&gt; (1997), numa história de quatro páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="À Meia Noite Levarei sua Alma" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/ameianoite.jpg" vspace="2" width="215" /&gt;Em 1996, a maior criação de Todd McFarlane chegou ao Brasil. Até hoje publicado pela &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Spawn&lt;/i&gt;  arrebatou milhares de fãs com suas aventuras recheadas de pactos com  demônios, fantasmas, mortos-vivos e outros horrores, mesmo que fossem  apenas pano de fundo para as tradicionais batalhas entre super-herói e  vilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A Maldição do Spawn&lt;/i&gt;, outro título da Cria do Inferno que chegou  às bancas em 1999, era mais terror, propriamente dito, com histórias  bastante macabras, nas quais os protagonistas eram personagens que na  revista principal figuravam apenas como coadjuvantes. Infelizmente,  durou apenas um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esteira, a &lt;b&gt;Best News&lt;/b&gt; lançou &lt;i&gt;Araknis&lt;/i&gt; em uma minissérie,  anunciando para breve um título mensal fixo, o que não aconteceu. Com  uma origem muito parecida com a de Spawn (ou seria o contrário?), o  anti-herói demoníaco não seguiu carreira no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Spektro #15" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/spektro15.jpg" vspace="2" width="203" /&gt;Outra contribuição para o gênero, nesse período, foi dada pela &lt;i&gt;HQ - Revista do Quadrinho Brasileiro&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;Editora Escala&lt;/b&gt;.  No meio de histórias eróticas ou de super-heróis, sempre cabiam as de  horror, como a saga produzida por Ronaldo Seliestre e Marcos Porto,  relatando a epopéia do flagelo humano Gengis Khan no Inferno, algo do  que de melhor se viu naquela publicação. Como já podia se esperar, o  título não vingou. No mesmo barco entraram a versão brasileira da &lt;i&gt;Heavy Metal&lt;/i&gt; e seu "clone", a &lt;i&gt;Metal Pesado&lt;/i&gt;, respectivamente das editoras de mesmo nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma bela obra da linha &lt;b&gt;Vertigo&lt;/b&gt; chegou por meio da &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;. Em 1997, a minissérie &lt;i&gt;Santo dos Assassinos&lt;/i&gt;  foi, seguramente, a melhor HQ daquele ano. Até então, poucas vezes se  tinha visto um personagem que tanto fizesse jus à acepção máxima da  palavra demônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Morte - O Grande Momento da Vida&lt;/i&gt;, marcou a incursão da &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;  no universo de Sandman, apresentando uma bela minissérie escrita por  Neil Gaiman e desenhada por Chris Bachalo e Mark Buckingham,  protagonizada pela mais querida dos Perpétuos entre os leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Mephisto" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/mefisto.jpg" vspace="2" width="209" /&gt;Também em 1997 houve o inusitado &lt;i&gt;crossover Mulher-Gato x Vampirella&lt;/i&gt;, pela &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;, marcando o breve retorno da vampira, depois de anos de ostracismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses &lt;i&gt;crossovers&lt;/i&gt; entre personagens macabros e super-heróis eram recorrentes (o que não mudou muito, atualmente). Nessa época, apareceram os &lt;i&gt;Aliens&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Predador&lt;/i&gt;,  adaptados dos filmes de sucesso que misturavam terror e ficção  científica. As horripilantes criaturas lutaram contra Batman, Tarzan,  Superman e outros heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, em 1996, veio a &lt;i&gt;Editora Globo&lt;/i&gt; com uma enxurrada de publicações da Image. No bolo, a minissérie em oito partes &lt;i&gt;Witchblade&lt;/i&gt; destacou-se com sua temática sobrenatural, mas bem ao gosto dos fãs de super-heróis. Dois anos se passaram, e a &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt; adquiriu os direitos da personagem, fazendo-a dividir com outro ser das trevas a revista &lt;i&gt;Darkness &amp;amp; Witchblade&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Casa do Terror" border="0" height="250" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/casadoterror.jpg" vspace="2" width="170" /&gt;O ano de 1999 marcou o lançamento de &lt;i&gt;Kiss - Psycho Circus&lt;/i&gt;, também da &lt;b&gt;Abril&lt;/b&gt;. Foi uma minissérie em três edições com bem produzidas histórias de horror, ao estilo &lt;i&gt;Sandman&lt;/i&gt;,  nas quais os personagens (os integrantes da famosa banda, retratados  como entidades místicas arcanas) apareciam apenas no fim para exercer os  papéis de júri, juiz e carrasco. Nesse mesmo ano, a &lt;b&gt;Mythos&lt;/b&gt; também publicou uma mini da &lt;b&gt;Image&lt;/b&gt; que continha muitos elementos de terror. Tratava-se de &lt;i&gt;Tenth&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foram, de todo, anos perdidos, é verdade. No entanto, com tantos  cancelamentos e a diminuição das apostas no mercado, o início do fim  começou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;De 2000 pra cá...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Chastity" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/chastity.jpg" vspace="2" width="186" /&gt;O ano 2000 já entrou com o cancelamento de &lt;i&gt;A Maldição do Spawn&lt;/i&gt;. Em 2001, a estreante &lt;b&gt;Editora Atlantis&lt;/b&gt; pôs no mercado alguns títulos da &lt;b&gt;Chaos Comics&lt;/b&gt;, entre eles a já conhecida &lt;i&gt;Lady Death&lt;/i&gt; e a novata &lt;i&gt;Chastity&lt;/i&gt;, uma vampira que vivia na Londres dos anos 70 e curtia &lt;i&gt;punk rock&lt;/i&gt;.  Ambas as revistas chegaram apenas à quarta edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas realmente andam definhando. É possível, sim, encontrar  lançamentos do "estilo brasileiro de quadrinhos", só que muito esparsos,  quase nada de títulos seriados, nem mesmo com periodicidade irregular. E  o pior: muitas vezes edições especiais com tiragens limitadas e  distribuição segmentada para &lt;i&gt;comic shops&lt;/i&gt; ou livrarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/n24112001_04.cfm"&gt;No Reino do Terror&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, com textos de R. F. Lucchetti e desenhos de outros artistas consagrados; &lt;i&gt;A Casa do Fim do Mundo&lt;/i&gt;, de Simon Revelstroke e Richard Corben; &lt;i&gt;Paralelas&lt;/i&gt;, de Watson Portela, e &lt;i&gt;Mirza&lt;/i&gt;, todos editados pela &lt;b&gt;Opera Graphica&lt;/b&gt;,  são apenas alguns exemplos da atual política sectária de publicar  quadrinhos, que privou o grande público dessas obras-primas em  quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="No Reino do Terror" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/images/no-reino-do-terror.jpg" vspace="2" width="208" /&gt;Pelo  menos a bela vampira teve todas as suas histórias relançadas num  primoroso encadernado, distribuído nacionalmente, numa louvável  iniciativa da &lt;b&gt;Editora Escala&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hellboy&lt;/i&gt;, de Mike Mignola, voltou a dar as caras pela &lt;b&gt;Mythos&lt;/b&gt;  em 2001, depois de ter estreado por aqui em março de 1998. Com a  estréia do filme, prevista para 2004, é provável que o personagem ganhe  mais algumas edições e o espaço que merece na preferência dos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo ano, em tempos de &lt;i&gt;Linha Premium&lt;/i&gt;, a &lt;a href="http://www.brainstore.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Brainstore&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;  retomou o formatinho, com uma heroína pouco conhecida do grande público  brasileiro, Elisa Cameron, uma repórter que foi assassinada e,  retornando como fantasma e sem nenhuma lembrança de seu passado, sai em  busca de respostas e de vingança contra seus assassinos. Sua aparição  por aqui se deu em &lt;i&gt;Ghost x Batgirl&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Mirza" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/mirza.jpg" vspace="2" width="197" /&gt;Há dois anos, um dos melhores lançamentos deste início de século, &lt;i&gt;Mágico Vento&lt;/i&gt; (&lt;b&gt;Mythos&lt;/b&gt;),  criado pelo italiano Gianfranco Manfredi, atingiu em cheio dois  públicos distintos: os adeptos do bangue-bangue e os de terror. O  carismático xamã branco se transformou, de uma hora para outra, em uma  unanimidade entre os fãs dos &lt;i&gt;fumetti&lt;/i&gt; da &lt;b&gt;Bonelli Comics&lt;/b&gt;. E tudo leva a crer que a revista chegou para ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em 2002, o livro &lt;i&gt;Voivode: Estudos sobre os Vampiros&lt;/i&gt;, lançado pela &lt;b&gt;Pandemonium Editora&lt;/b&gt;,  trouxe vários artigos sobre o tema, além de um apanhado do assunto nas  histórias em quadrinhos. Para completar, reapresentou a clássica HQ &lt;i&gt;Como Se Faz uma História de Terror&lt;/i&gt;, produzida pela dupla R. F. Lucchetti e Nico Rosso em 1968, e publicada originalmente na revista &lt;i&gt;A Cripta&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mesmo ano registrou, entretanto, uma triste notícia: o falecimento  de Flavio Colin. Uma perda das mais sentidas entre os admiradores de sua  arte incomum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Contos Bizarros" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2003/imagens/contos_bizarros.jpg" vspace="2" width="197" /&gt;Os autores da &lt;a href="http://www.napalmcomics.com/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Napalm Comics&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, de Maceió, foram à terceira edição do &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2003/fiq2003p1.cfm"&gt;&lt;b&gt;Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, em setembro do ano passado, para lançar a revista &lt;i&gt;Napalm Zero&lt;/i&gt;, que conta apenas com trabalhos de artistas alagoanos. Das três histórias da revista, duas são de terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grata surpresa de 2003 foi, sem dúvida, &lt;i&gt;Contos Bizarros&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;Editora Abril&lt;/b&gt;, um especial que conseguiu sucesso de crítica e que passou para os quadrinhos algumas assustadoras e reais histórias de &lt;i&gt;serial killers&lt;/i&gt;, numa bem-cuidada edição colorida em formato americano. "Acho que &lt;i&gt;Contos Bizarros&lt;/i&gt; é o caminho certo para os quadrinhos nacionais de terror voltarem", diz Antônio Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="Hellraiser #3, da Abril" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/hellraiser3.jpg" vspace="2" width="193" /&gt;Também nesse ano, a &lt;b&gt;Brainstore&lt;/b&gt; relançou &lt;i&gt;Hellraiser&lt;/i&gt;,  em edição especial, com algumas histórias escritas pelo próprio Clive  Barker. Da mesma editora, edições especiais com o personagem &lt;i&gt;Lúcifer&lt;/i&gt;, da linha &lt;b&gt;Vertigo&lt;/b&gt;, têm apresentado ótimas histórias. A &lt;b&gt;Devir&lt;/b&gt;, por sua vez, mandou &lt;i&gt;Vampi - Amor Sangrento&lt;/i&gt; às livrarias e gibiterias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somando isso aos títulos como &lt;i&gt;Sandman, Vertigo, Hellblazer&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Dylan Dog&lt;/i&gt;,  que continuam circulando regularmente, percebe-se que são exatamente os  materiais estrangeiros que estão mantendo o terror nas bancas  brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;Editora Noblet&lt;/b&gt;, de qualquer forma, resolveu arriscar na produção brasileira, no final do ano passado, e lançou &lt;i&gt;Arrepio&lt;/i&gt;, que se propõe a ser mensal. "Sinto muito pelo Paulo Hamasaki, mas acho que &lt;em&gt;Arrepio&lt;/em&gt; é uma HQ anacrônica. Os leitores de hoje não vão comprar algo assim" opina, Antônio Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" alt="Arrepio" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/arrepio.jpg" vspace="2" width="224" /&gt;Navegando pela grande rede, também é possível chegar ao &lt;i&gt;Inferno&lt;/i&gt;,  uma série de superseres que utiliza as temáticas misticismo e terror.  Criados pelo gaúcho Augusto Velazquez, os personagens e suas biografias  estão no &lt;a href="http://www.infernal.com.br/" target="_blank"&gt;site do autor&lt;/a&gt;, mas ainda não encontraram uma editora que transponha para o papel suas aventuras demoníacas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se registrar que a internet tem dado sua parcela de contribuição para o gênero. O site da &lt;a href="http://www.nonaarte.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Nona Arte&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; oferece centenas de revistas &lt;i&gt;on-line&lt;/i&gt;, muitas permitindo &lt;i&gt;download&lt;/i&gt;, e várias com o tema terror. Todas produzidas por artistas brasileiros, diga-se de passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor notícia, entretanto, veio da &lt;a href="http://www.ucmcomics.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;UCM Comics&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, mais um site que, apostando nesse segmento e nos artistas nacionais, lançou há pouco a revista &lt;i&gt;on-line Kripta&lt;/i&gt;. Pelos comentários dos visitantes, a coisa parece que vai longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" alt="O Duelo, de Antônio Rodrigues" border="0" height="300" hspace="6" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/imagens/oduelo.jpg" vspace="2" width="206" /&gt;Isso  tudo pode parecer muito para uma década que mal começou. Mas é pouco,  se comparado ao mesmo período de outros tempos, quando a oferta de  títulos era bem maior, e todos os leitores tinham a mesma oportunidade  de ver sua revista preferida nas bancas, independente da região em que  morassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto a Antônio Rodrigues? Há planos para um retorno? "No ano  passado, na ocasião do lançamento daquela edição especial dos 20 anos da  &lt;i&gt;Calafrio&lt;/i&gt;, me encontrei com o Shimamoto e fiquei pensando em  escrever uma história para ele ilustrar. Só que até agora não tive  tempo, embora tenha parte dela em &lt;i&gt;plot&lt;/i&gt;. Não se trata de uma  história de terror, mas de aventura, com muitas artes marciais, coisa  que o Shima desenha muitíssimo bem. Ou seja, vontade não falta. Quem  sabe, em 2004...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que esse mestre do terror cumpra sua promessa. Ou, à meia-noite, os fãs levarão sua alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Marcus Ramone garante que teve que dormir com a luz do quarto acesa, depois de escrever esta matéria&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-3977154460852346585?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/3977154460852346585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-universo-hq-quadrinhos-de-terror-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3977154460852346585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3977154460852346585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/do-universo-hq-quadrinhos-de-terror-no.html' title='DO UNIVERSO HQ: QUADRINHOS DE TERROR NO BRASIL'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-8614515679417866392</id><published>2011-03-04T14:05:00.001-03:00</published><updated>2011-03-04T14:15:11.767-03:00</updated><title type='text'>O INIMIGO NO ESPELHO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparentemente, a grande dificuldade, o maior problema é ter de tratar consigo mesmo todos os dias, o dia todo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alcóolatras e viciados em drogas sabem de como isso é difícil, apesar de eu acreditar honestamente que a maioria das pessoas enfrenta o mesmo problema cotidianamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, inventamos tantas distrações, tantos afazeres e tantos compromissos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contas a pagar, filmes e peças a assistir, livros e revistas a ler, festas, churrascos e "baladas" aos quais temos de comparecer. Viagens que temos de fazer...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passamos horas todos os dias de frente ao computador - como o que estou fazendo agora - seja lendo, escrevendo ou conversando no MSN, Facebook ou Orkut, porque a perspectiva de ficarmos a sós com nós mesmos nos parece aterradora demais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terrível demais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A solidão não é o mal do século. O ter de conviver comigo mesmo, esse sim, é meu mais mortal inimigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nessas horas, a Bíblia e muito da tradição monástica - cristã, entre outras - recomenda o recolhimento e o silêncio, ou seja, o exercício de abraçar a nossa própria solidão e enfrentá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-8614515679417866392?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/8614515679417866392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-inimigo-no-espelho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8614515679417866392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/8614515679417866392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/o-inimigo-no-espelho.html' title='O INIMIGO NO ESPELHO'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-4431384402036381927</id><published>2011-03-04T03:32:00.000-03:00</published><updated>2011-03-04T03:32:06.757-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;Deus nos livre de um Brasil evangélico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Ricardo Gondim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Começo  este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que  outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para  espalhar vários deles, em avenidas, com a mensagem: “São Paulo é do  Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Rumino o recado desde então.  Represei qualquer reação, mas hoje, por algum motivo, abriu-se uma  fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor  de ver o Brasil tornar-se evangélico.  A mensagem subliminar da grande  placa, para quem conhece a cultura do movimento, era de que os  evangélicos sonham com o dia quando a cidade, o estado, o país se  converterem em massa e a terra dos tupiniquins virar num país  legitimamente evangélico. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Quando afirmo que o sonho é que  impere o movimento evangélico, não me refiro ao cristianismo, mas a esse  subgrupo do cristianismo e do protestantismo conhecido como Movimento  Evangélico. E a esse movimento não interessa que haja um veloz  crescimento entre católicos ou que ortodoxos se alastrem. Para “ser do  Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar "crente", com a cara dos  evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Avanços numéricos de evangélicos em  algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se  acontecesse essa tal levedação radical do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Imagino uma Genebra brasileira e  tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo moreno. Mas, como os  novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu?  Não gosto de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do  Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Será que prevaleceriam as  paupérrimas poesias do cancioneiro gospel?  As rádios tocariam sem parar  “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Uma história minimamente parecida  com a dos puritanos provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos  Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius  de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como  Carlos Drummond de Andrade?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Como ficaria a Universidade em um  Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais  cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse o  alucinado Charles Darwin. Facilmente se restabeleceria o criacionismo  como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia,  veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos e Derridá  nunca teria uma tradução para o português. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Mozart, Gauguin, Michelangelo,  Picasso? No máximo, pesquisados como desajustados para ganharem o rótulo  de loucos, pederastas, hereges. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Um Brasil evangélico não teria  folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias  não seriam barulhentas. O futebol morreria. Todos seriam proibidos de ir  ao estádio ou de ligar a televisão no domingo. E o racha, a famosa  pelada, de várzea aconteceria quando? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Um Brasil evangélico significaria  que o fisiologismo político prevaleceu; basta uma espiada no histórico  de Suas Excelências nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para saber que  isso aconteceria. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Um Brasil evangélico significaria o  triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por  espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura do  Norte. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja  Católica e viria a criar uma elite religiosa, os ungidos, mais perversa  que a dos aiatolás iranianos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Cada vez que um evangélico critica a  Rede Globo eu me flagro a perguntar:  Como seria uma emissora liderada  por eles? Adianto a resposta: insípida, brega, chata, horrorosa,  irritante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Prefiro, sem pestanejar, textos do  Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando  Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado a qualquer livro da série  “Deixados para Trás” ou do Max Lucado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Toda a teocracia se tornará  totalitária, toda a tentativa de homogeneizar a cultura, obscurantista e  todo o esforço de higienizar os costumes, moralista. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;O projeto cristão visa preparar para  a vida. Cristo não pretendeu anular os costumes dos povos não-judeus.  Daí ele dizer que a fé de um centurião adorador de ídolos era singular; e  entre seus criteriosos pares ninguém tinha uma espiritualidade digna de  elogio como aquele soldado que cuidou do escravo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Levar a boa notícia não significa  exportar uma cultura, criar um dialeto, forçar uma ética. Evangelizar é  anunciar que todos podem continuar a costurar, compor, escrever,  brincar, encenar, praticar a justiça e criar meios de solidariedade;  Deus não é rival da liberdade humana, mas seu maior incentivador. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span&gt;Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-4431384402036381927?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/4431384402036381927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/deus-nos-livre-de-um-brasil-evangelico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4431384402036381927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/4431384402036381927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/deus-nos-livre-de-um-brasil-evangelico.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-3025425536517144955</id><published>2011-03-03T07:59:00.000-03:00</published><updated>2011-03-03T07:59:10.049-03:00</updated><title type='text'>SILÊNCIOS NECESSÁRIOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-irPlYmZNkFs/TW90OJCz0jI/AAAAAAAAAnE/2B5l3r2IW1A/s1600/%25C3%258Dndice.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="299" src="https://lh3.googleusercontent.com/-irPlYmZNkFs/TW90OJCz0jI/AAAAAAAAAnE/2B5l3r2IW1A/s400/%25C3%258Dndice.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas vezes, no meio das milhares de distrações e das coisas que "temos" de fazer, a gente se lembra da importância de ficar em silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu, pelo menos, me lembro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos próximos dias, portanto, eu me calo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paz e Bem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-3025425536517144955?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/3025425536517144955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/silencios-necessarios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3025425536517144955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/3025425536517144955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/silencios-necessarios.html' title='SILÊNCIOS NECESSÁRIOS'/><author><name>Thiago Fuschini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10420660799773628912</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_zpEltCmvBEw/TT_nUoEHgPI/AAAAAAAAAf4/g7-GsT_W2dU/s220/sepia-4d3fe5f7b3aa8.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-irPlYmZNkFs/TW90OJCz0jI/AAAAAAAAAnE/2B5l3r2IW1A/s72-c/%25C3%258Dndice.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5770230984188673827.post-9042631645413203991</id><published>2011-03-02T18:04:00.001-03:00</published><updated>2011-03-03T13:56:33.055-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;A FÉ TEM QUE SER MAIOR QUE A INFORMAÇÃO!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Caio Fábio &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Abraão ouviu um dia a voz de Deus. “Sai de tua casa...” Ele obedeceu e foi sem saber para onde ia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;No  curso dos anos de peregrinação—e foram décadas—ele conheceu Deus.  Muitas vezes Deus falou com ele em sonho. A leitura do Gênesis nos  mostra que na maioria das vezes a voz de Deus se fez ouvir sem anjos ou  aparições objetivamente gloriosas. O que se lê é: “Apareceu o Senhor...”  “Falou o Senhor...” “Disse o Senhor a Abraão...” Há obviamente a visita  dos três anjos e a manifestação do Anjo do Senhor. Essa manifestação  teve características de fisicalidade e objetividade. Os circunstantes  participaram e de comida e bebida foram servidos. Mas na noite mais  escura e na hora mais dramática nada se diz além de um “Disse o Senhor a  Abraão...” e a recomendação era para que imolasse o seu filho em  sacrifício a Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Abraão,  antes de tudo, dissera: “Eis-me aqui Senhor...” Quando caminhava com  Isaque na direção de Moriá, o garoto, suspeitando que algo horrível  estava para acontecer, lhe diz “Meu pai”—insinuando que desejava falar. A  resposta de Abraão é a mesma: “Eis-me aqui, meu filho...” Abraão já  conhecia tanto a Deus que sua fé prescindia de explicações. Ele se  tornara um homem livre da necessidade de informação para seguir. “Onde  está o cordeiro para o holocausto?”—indagava o aflito Isaque. “No monte  do Senhor há visão”—é o que diz o texto no original. Ele, literalmente,  não andava pelo que via e nem pelo que sabia. Abraão andava porque  conhecia a Deus, mesmo que nada soubesse de Seus Caminhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Existe  a fé que quer saber o caminho para decidir se segue. Mas a verdadeira  fé não tem perguntas a fazer. Sabe de Deus. Por isso, discerne duas  coisas: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;1. Quem conhece a Deus não precisa de explicações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;2.  Quem conhece a Deus sabe que mesmo não tendo a “visão” das coisas, mas  em Deus há visão. Deus sabe por mim. Deus vê por mim. Abraão creu e isto  lhe foi imputado como justiça! Eu quero aprender a confiar e crer assim  também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #f3f3f3; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Isto  certamente não torna a existência mais fácil, mas com certeza conduz ao  lugar onde todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a  Deus. Afinal, eu não sei, mas Ele sabe por mim; eu não vejo, mas Ele vê  por mim. E eu só enxergo o invisível pela fé. E minha fé é que Deus sabe  e vê por mim e por você. De minha parte, só tenho que dizer: “Eis-me  aqui, Senhor!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5770230984188673827-9042631645413203991?l=blogoutrosolhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/feeds/9042631645413203991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/fe-tem-que-ser-maior-que-informacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/9042631645413203991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5770230984188673827/posts/default/9042631645413203991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogoutrosolhos.blogspot.com/2011/03/fe-tem-que-ser-maior-que-informacao.html' title=''/><author><name>Thiago Fuschini</
